Prosimetron

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domingo, 9 de novembro de 2008

Le Notti Bianche

Le Notti Bianche (1957)
Realizador: Luchino Visconti
Tive a oportunidade de ver (ontem Sábado) As Noites Brancas de Luchino Visconti, integrado no ciclo Temps d'images (qualquer dos dois acontecimentos anunciados neste blogue).
O filme é extraordinário. Combina o neo realismo com o romantismo.
A cena de dança no bar - em que a felicidade estampada nos olhares é separada por diversas pessoas que se interpõem entre os dois - é igualmente inesquecível.
Nada de mais belo e comovente do que o momento em que Mário (Marcello Mastroianni) agradece a Natália (Maria Schell) "o momento de felicidade" que ela lhe deu, imagens que se podem rever na sequência que aqui recordamos.


Maria Schell - Natália
Marcello Mastroianni - Mário
Jean Marais - o outro (o inquilino)

7 comentários:

Miss Tolstoi disse...

Lá fui rever as "Noites Brancas" e voltei a gostar. E, nós, parece que continuamos a andar pelos mesmos sítios... e não nos cruzamos?

Anónimo disse...

Filme belíssimo!
M.

Miss Tolstoi disse...

Ontem (esta madrugada) esqueci-me de fazer uma rectificação a um comentário que coloquei há uns dias a propósito deste filme.
O filme passa-se em Livorno, considerada a «cidade ideal» na Renascença italiana.
Quanto ao filme de Bresson é «Quatro noites de um sonhador» e não «Noites Brancas», como tinha escrito.
Afinal foram duas rectificações.

Anónimo disse...

Não vi este filme mas como gosto de Visconti vou tentar ver na Cinemateca, se houver oportunidade, ou adquiri-lo.
A.R.

Filipe disse...

Obrigado por ter recordado Maria Schell.

Jad disse...

Cara miss Tolstoi. Embora com caminho cruzados ainda não fomos formalmente apresentados. Vou tentar estar mais atento...
Uma pequenina rectificação, este filme de Visconti foi o único (julgo) que foi inteiramente filmado em estúdio. É uma ficção inspirada, ao que parece, em Livorno. Obrigado pelos seus comentários.

Miss Tolstoi disse...

Caro Jad,
Pois foi, mas como dizem que ele reconstruiu Livorno na Cinecittà, penso que o que vemos deve ser uma cópia fiel da cidade.
Espero um dia ir a Livorno. E talvez tomemos lá o nosso chá. Ou um Chianti.