Vítima, ao longo de quase três dias (e três noites), de um inoportuno e (sobretudo) irritante apagão "internético", só agora tenho oportunidade de apreciar as mais recentes contribuições socioculturais do "PROSIMETRON". Assim, sem mais delongas, peço licença para acrescentar algumas telegráficas palavras, apenas!
1) Embora eu próprio não tenha o privilégio de conhecer, no coração de Paris (mais precisamente, na rue de Saint Denis), o referido "Bistrot Gisèle" (desde já, obrigado pela curiosa sugestão), aproveito, contudo, a ocasião para, a este propósito, lembrar aqui "Le Temps de Cerises", o sugestivo nome de um popular e típico Restaurante Parisiense (18-20, rue de la Butte-aux-Cailles [13.º "Arrondissement", Metro Place d'Italie]), aliás "vizinho" da acolhedora "Association Les Amies et Amis de la Commune de Paris 1971" (46, rue Cinq Diamants). Impressões de um almoço memorável (Junho de 2025), de facto simbólico, solidário e inesquecível!...
2) Quem consultar, de novo (e, evidentemente, com merecida atenção), o intenso "calendário" da última quinzena encontrará, entre outras referências, a agradável notícia respeitante ao Prémio Nobel da Paz [2026], justamente concedido a Navanethem PILLAY, respeitada Jurista Sul-Africana, defensora dos Direitos Humanos, no sentido genuíno da expressão (não foi por casualidade que integrou, como Juíza, o Tribunal Penal Internacional e denunciou, entre outros morticínios, o Genocídio SIONISTA em Gaza)!...
3) Participei, anteontem, na simbólica e comovente Romagem (Lisboa, Cemitério da Ajuda), à LONGA Memória de RIBEIRO SANTOS e ALEXANDRINO de Sousa, Mártires que lutaram pela Causa da Revolução Comunista. Integrado num pequeno e convicto grupo "dissidente" do Partido moribundo, pelo qual os jovens revolucionário deram a Vida, não mudei de "camisa" ideológica e, obviamente, entre outras medidas inadiáveis, preconizo, em toda a sociedade europeia (inclusive, na França submissa à "democracia Liberal") e, até, planetária, um sistema educativo público, gratuito e, acima de tudo, justo!!!...
4) Espero poder aplaudir, no próximo sábado (dia 17, pelas 18h30), no Auditório [Rui VILAR] da CULTURGEST, a "estreia mundial" do curiosíssimo filme-documentário "A Voz de Todos, JORNAL DO FUNDÃO", realizado por Manuel MOZOS, em estreita colaboração com Mário FERNANDES (um promissor realizador) e João DIAS. Uma feliz iniciativa, nestes tempos de "cizentismo" interventivo, que honra o Cinema Documental ("DocLisboa") e, em particular, o prestigioso Semanário fundado, há cerca de 80 Anos, por um saudoso jornalista e "Homem [cidadão] Superior", António PAULOURO!...
1.º - Vou anotar o restaurante Le Temps des Cerises para uma próxima ida a Paris, bem como a associação dos Amigos da Comuna. Já fui espreitar algo sobre ela. 2.º - Ainda bem que recorda o Nobel atribuído a Navi Pillay. 3.º - Fez ontem 54 anos que estive na então Calçada de Santos. O Ribeiro Santos era «um gajo porreiro». 4.º - Espero que o doc sobre o Jornal do fundão passe no circuito comercial. Bom dia!
Ora bem. Parabéns por lá ter estado, há muito quem não lhe saiba sequer o nome.
ResponderEliminarBoa semana
´Não conhecia. Foi uma estreia. 😉A repetir se lá voltar.
EliminarBom dia!
Vítima, ao longo de quase três dias (e três noites), de um inoportuno e (sobretudo) irritante apagão "internético", só agora tenho oportunidade de apreciar as mais recentes contribuições socioculturais do "PROSIMETRON". Assim, sem mais delongas, peço licença para acrescentar algumas telegráficas palavras, apenas!
ResponderEliminar1) Embora eu próprio não tenha o privilégio de conhecer, no coração de Paris (mais precisamente, na rue de Saint Denis), o referido "Bistrot Gisèle" (desde já, obrigado pela curiosa sugestão), aproveito, contudo, a ocasião para, a este propósito, lembrar aqui "Le Temps de Cerises", o sugestivo nome de um popular e típico Restaurante Parisiense (18-20, rue de la Butte-aux-Cailles [13.º "Arrondissement", Metro Place d'Italie]), aliás "vizinho" da acolhedora "Association Les Amies et Amis de la Commune de Paris 1971" (46, rue Cinq Diamants). Impressões de um almoço memorável (Junho de 2025), de facto simbólico, solidário e inesquecível!...
2) Quem consultar, de novo (e, evidentemente, com merecida atenção), o intenso "calendário" da última quinzena encontrará, entre outras referências, a agradável notícia respeitante ao Prémio Nobel da Paz [2026], justamente concedido a Navanethem PILLAY, respeitada Jurista Sul-Africana, defensora dos Direitos Humanos, no sentido genuíno da expressão (não foi por casualidade que integrou, como Juíza, o Tribunal Penal Internacional e denunciou, entre outros morticínios, o Genocídio SIONISTA em Gaza)!...
3) Participei, anteontem, na simbólica e comovente Romagem (Lisboa, Cemitério da Ajuda), à LONGA Memória de RIBEIRO SANTOS e ALEXANDRINO de Sousa, Mártires que lutaram pela Causa da Revolução Comunista. Integrado num pequeno e convicto grupo "dissidente" do Partido moribundo, pelo qual os jovens revolucionário deram a Vida, não mudei de "camisa" ideológica e, obviamente, entre outras medidas inadiáveis, preconizo, em toda a sociedade europeia (inclusive, na França submissa à "democracia Liberal") e, até, planetária, um sistema educativo público, gratuito e, acima de tudo, justo!!!...
4) Espero poder aplaudir, no próximo sábado (dia 17, pelas 18h30), no Auditório [Rui VILAR] da CULTURGEST, a "estreia mundial" do curiosíssimo filme-documentário "A Voz de Todos, JORNAL DO FUNDÃO", realizado por Manuel MOZOS, em estreita colaboração com Mário FERNANDES (um promissor realizador) e João DIAS. Uma feliz iniciativa, nestes tempos de "cizentismo" interventivo, que honra o Cinema Documental ("DocLisboa") e, em particular, o prestigioso Semanário fundado, há cerca de 80 Anos, por um saudoso jornalista e "Homem [cidadão] Superior", António PAULOURO!...
Muito Boa Noite!
1.º - Vou anotar o restaurante Le Temps des Cerises para uma próxima ida a Paris, bem como a associação dos Amigos da Comuna. Já fui espreitar algo sobre ela.
Eliminar2.º - Ainda bem que recorda o Nobel atribuído a Navi Pillay.
3.º - Fez ontem 54 anos que estive na então Calçada de Santos. O Ribeiro Santos era «um gajo porreiro».
4.º - Espero que o doc sobre o Jornal do fundão passe no circuito comercial.
Bom dia!