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sexta-feira, 13 de setembro de 2019
domingo, 16 de junho de 2019
Leituras no Metro - 1022
Lisboa: Relógio d'Água, 2002
Foi o primeiro livro que li de Batya Gur e gostei bastante.
«O quinteto para clarinete que estava no gira-discos aberto ao canto, ao lado da janela de sacada, denunciava uma paixão que não se exprimia em mais lugar nenhum do compartimento.» (p. 75)
terça-feira, 14 de maio de 2019
sábado, 24 de março de 2018
Boa noite!
Hoje estive a ouvir Schumann.
«Träumerei» de Cenas Infantis de Schumann é o tema de Clara Schumann no filme Song of Love. Mas a música deste trecho é de Brahms.
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
terça-feira, 25 de agosto de 2015
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
domingo, 13 de julho de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Essência da música ...
O Contrabaixo de Patrick Süskind, publicado pela Difel, é um livro interessante, o autor retrata a partir da música os problemas da sociedade contemporânea. Süskind nasceu em Ambach, Munique, em 1949.
Goethe diz: «A música está tão acima de tudo que não há espírito racional que consiga alcançá-la e dela se desprende um efeito tal, que tudo domina e sobre o qual ninguém está em condições de se pronunciar.»
Ele tem o meu inteiro apoio. [...]
... Eu ainda era capaz de ir mais além do que Goethe. Diria que, quanto mais velho fico, mais profundamente penetro na verdadeira essência da música e cada vez se torna mais claro para mim que a música é um grande segredo, um mistério; e que quanto mais se sabe acerca dela, menos se está em condições de dizer seja o que for de válido. Goethe, apesar da grande consideração e estima de que ainda hoje disfruta, e justiça lhe seja feita, Goethe, dizia eu, não era, em rigor, um ser musical. Foi, em primeiro lugar, poeta e, enquanto tal, se assim quiserem, sentia o ritmo e a melodia da linguagem. Mas era tudo menos músico. De outro modo não se poderiam, por conseguinte, explicar as suas opiniões grotescas e erróneas sobre músicos. ...Embora percebesse muito de misticismo. Não sei se sabem que Goethe era panteísta? Sabem com certeza. E neste caso, o panteísmo está intimamente ligado à mística, ele é, de certa maneira, uma emanação da mundivivência mística, como também se pode observar no Taoismo e no Misticismo indiano, etcetera, que perpassa toda a Idade Média, o Renascimento, etc., etc., e que reaparece, mais tarde, ao longo do séc. [sic] XVIII.
Patrick Süskind, O Contrabaixo. Lisboa: Difel, 2001 (3ª edição, tradução de Anabela Mendes), p. 44-45.
terça-feira, 18 de março de 2014
sábado, 26 de outubro de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Hoje no Conservatório Nacional
De entre mais de 1000 concorrentes, Ilaria Loatelli, discípula de Aquilles Delle Vigne (Academia Internacional de Música de Coimbra), é uma das 30 finalistas do próximo Concurso Internacional de Piano de Sidney.
PROGRAMA
Beethoven - Sonata op.2, nº 3
Liszt - Valsa Mefisto
Debussy - Voiles
Brahms- Variações sobre um tema de Paganini
Etiquetas:
Beethoven (1770-1827),
Brahms (Johannes) 1833-1897,
Claude Debussy (1862-1918),
Concerto,
Conservatório Nacional,
Franz Liszt (1811-1886),
piano
terça-feira, 3 de abril de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Boa noite!
Spätherbst
Der graue Nebel tropft so still
Herab auf Feld und Wald und Heide,
Als ob der Himmel weinen will
In übergroßem Leide.
Die Blumen wollen nicht mehr blühn,
Die Vöglein schweigen in den Hainen,
Es starb sogar das letzte Grün,
Da mag er auch wohl weinen.
Letra de Hermann Allmers (1821-1902)
«[...] na sala de jantar, havia um piano; ao sábado e ao domingo, qunado o meu pai não ia ao escritório, havia aí música. O meu pai cantava e a minha mãe acompanhava-o ao piano. Sempre lieder alemãs, de Schubert e de Loewe. Havia uma canção - tinha como título La tombe dans la lande* e já não me lembro de quem era - que me transportava ao sétimo céu. Quando o ouvia, abria a porta do quarto, punha-me debaixo da escada, atrás da porta da casa de jantar. Eu não entendia ainda o alemão naquela época, mas esta canção era de uma beleza desoladora.»
Elias Canetti
In: La langue sauvée: Histoire d'une jeunesse (1905-1921). Paris: Albin Michel, cop. 1980, p. 64
(trad. minha)
* Em francês na trad. francesa.
Será Spätherbst, a canção a que Canetti se refere?
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Quem é que?...
... hoje se pode passear por esta Avenida da Liberdade?
E pode ir ouvir esta orquestra, dirigida por Emmanuel Krivine? O concerto começa dentro de 30 minutos e inclui peças de Debussy, Prokofiev e Dvořák. É de aproveitar.
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