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domingo, 16 de dezembro de 2018

Os anos 80 de Paula Rego


«A liberdade criativa de Paula Rego ganha nova força nos anos 1980. É nesta década que a artista junta no mesmo universo humanos e animais, para contar histórias pessoais e criar uma linguagem radicalmente nova no seu trabalho, recorrendo à cor como nunca antes o fizera. Obras desses anos, que elevaram a artista ao reconhecimento mundial, mostram-se agora na exposição inédita Paula Rego: Anos 80, patente de 13 de dezembro a 26 de maio de 2019, na Casa das Histórias Paula Rego.
«No novo processo criativo experimentado na década de 1980, «Paula Rego adota uma metodologia de total liberdade, rapidez e fluidez, que lhe garante a expressão emotiva do desenho e a sua continuidade num processo livre de auto-censura», adianta Catarina Alfaro, curadora da exposição.» (Newsletter)


sábado, 6 de janeiro de 2018

Livros de cozinha - 97

Alfragide: Casa das Letras, 2017

Este livro de Raquel Moreira e Cláudia Silva Mataloto sobre o património gastronómico de Cascais tem para além das receitas (divididas pelos capítulos Da horta, Do mar, Da capoeira e Para adoçar a boca) uns textos que enquadram as tradições alimentares do concelho de Cascais.

domingo, 19 de março de 2017

Cascais

Acho que não conhecia esta vista da Praia dos Pescadores.




Bastante diferente desta.


sábado, 8 de agosto de 2015

Santa Teresa de Ávila vista por Josefa de Óbidos

Pormenor de Santa Teresa de Ávila inspirada pelo Espírito Santo.

No ano em que se comemoram os 500 anos do nascimento de Santa Teresa de Ávila, merecem um destaque especial as cinco telas em que Josefa de Óbidos retratou alguns passos da vida de Teresa de Ávila e que se encontram presentemente na exposição do MNAA, mas que pertencem à Igreja Matriz de Cascais.

Para o Jad.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Arte em Cascais - Centro Cultural de Cascais

Factotum de Diogo Muñoz 
 «Diogo Muñoz desenvolveu um percurso de procura de temáticas e imagens que remetem para a cultura Pop, assim como para ícones da história da arte. Cenários e personagens trasladados da realidade histórica geram um "pastiche" de anacronismos imagéticos.»
Gostei de ver esta exposição. Nota-se que Diego Velázquez faz parte do imaginário deste pintor.

Retrato de Família II
Retrato de Família 

Figuras no atelier
 Audrey Hepburn aqui muito trabalhada por Muñoz:
Voyeur
Audrey em amarelo                                                                                      Audrey em turquesa

Sem título


Os Seres Imaginários (Fotografia) / Da Idade do Ferro (escultura) 
de Gonzalo Benard e Daniel Gamelas
Gostei da expressividade animalesca do Homem nestes dois suportes artísticos.
Mulher com Máscara de Cabra Montesa
Deus Verraco dos Vetões                          Intitulei o bailado I







Bailado II
«Trata-se de uma dupla exposição em que o fotógrafo Gonzalo Benard e o escultor Daniel Gamelas apresentam trabalhos que se complementam não obstante serem produções autónomas. Gonzalo Benard nasceu em Lisboa em 1969 e reside e trabalha em Paris. Com formação nos domínios da escultura, pintura, cerâmica e desenho, opta por considerar a fotografia, depois de um período de aperfeiçoamento em Barcelona, o seu principal suporte de trabalho. Hoje fotografa essencialmente em formato digital, recorrendo frequentemente às webcams sobrepostas e às comunicações satélite. As suas obras podem ser vistas em diversas coleções públicas. Expôs em países de vários continentes. Daniel Gamelas é professor, licenciado em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e a sua escultura remete para uma especulação proto-histórica sobre mitos e rituais pagãos esquecidos, associados a um Panteão de antigas divindades ibéricas da idade do Ferro. Participou desde 2001 em diversas exposições coletivas em Portugal e no estrangeiro.»

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Uma biblioteca particular

A biblioteca do Museu-Biblioteca dos Condes de Castro Guimarães. 
Um homem conhece-se através do que lê ou dos livros que possui. Porém, nem sempre se lê o que se tem. Leva-se uma vida inteira a ler e a escolher o que se lê mas é impossível ler-se tudo. Nesta biblioteca escolhi alguns dos livros e guardei-os em imagem para pensar que horas de prazer deu esta biblioteca ao Senhor da casa, o conde Castro Guimarães.
O que escolhia? O que lia? Qual era a sua sensibilidade? Teria apenas uma biblioteca convencional? Ou encontraremos nas estantes um perfil mais específico?
Não há na loja do museu, que por agora está fechada, uma biografia do proprietário da casa, apenas existe um panfleto de divulgação. O site do museu dá alguma informação ao visitante. 


Vejam-se livros sobre: a História do Município de Lisboa de Freire de Oliveira, e Depois do Terramoto de Matos Sequeira, umas Memórias são esta amostra de alguns livros sobre História.


Em seguida estão os livros sobre música. Eram de facto estes os livros eleitos. Sabe-se através da sala da Música a paixão do proprietário da casa pela mesma. Fausto, de Gounod, é um dos títulos encontrados, tal como composições para órgão que surge em mais que um título. Strauss e outros faziam as delícias da mente do nosso anfitrião.

De Wagner existem vários títulos, um deles Tristão e Isolda.
 
Aqui encontramos outros títulos ligados à música. Claro, foi o que para mim se destacou mais na biblioteca.


Contudo, encontram-se também livros sobre países, possíveis viagens do conde. Encontram-se assim, os livros de Victor Tissot sobre a Alemanha, Países Anexados, a Rússia... As viagens como não podia deixar de ser, faziam parte da mente do Conde de Castro Guimarães. 

No acervo da biblioteca podemos observar títulos em português, francês, alemão e inglês. O que se pode concluir que os donos eram verdadeiros poliglotas.  
Há uma questão que se pode colocar: seria (será) esta biblioteca maioritariamente masculina? Talvez, não posso responder com precisão, pois apesar de passar algum tempo na mesma não foi o suficiente para analisar esta questão. 
Para não me alongar fico por aqui. Encontram-se livros sobre Ciências Naturais, sobre Geografia, História e Literatura. Todavia, a música foi realmente a paixão do dono desta magnífica casa, do limiar do século XX, numa época de transição do romantismo tardio para o modernismo. Lembro só que o Conde de Castro Guimarães comprou a casa em 1910 a Jorge O'Neil o aristocrata mentor inicial da construção da Torre de S. Sebastião agora Museu-Biblioteca Condes de Castro Guimarães.

Para ter mais conhecimento sobre a biblioteca leia-se o trecho retirado do site do museu:
[acrescentado 6:32 h]

http://www.cm-cascais.pt/mccg/home.html

Para ter uma melhor ideia deste Museu que eu gosto mais de chamar Casa.

Passeio por Cascais III


Janelas em Cascais             Janelas da Câmara Municipal de Cascais

Uma janela com vida 
              Janela próxima da Cidadela
Marcas do tempo                                                               Janela e varanda sobre a baía * 

Pérgola um local para um chá adiado - pormenor da varanda

O edifício da Marinha embeleza o fim da terra e o começo do mar. 
O mar límpido e atrativo encanta: leia-se a citação de Guerra Junqueiro


*[A Christies vende um andar neste prédio. Confesso que esta é a minha janela]