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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Pacotes de açúcar - 197

Da Irlanda, com um agradecimento ao Jad.

Quando fui a Dublin, jantei neste café-restaurante da Grafton Street, mais de uma vez:



quinta-feira, 15 de agosto de 2019

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Caixa de correio - 125

Vê-se logo que este postal veio do país que conheço que mais ama os seus escritores. Quando fui à Irlanda fiquei espantada com a quantidade de referências que havia (e hoje ainda deve haver mais) aos escritores irlandeses nas ruas, nos cafés, nas lojas, nos museus, etc.
Nunca li nada de John Millington Synge. Li tudo o que está traduzido de Bernard Shaw e Oscar Wilde (meus 'companheiros' desde muito jovem) e adoro a poesia de Yeats. Um dia hei de voltar à Irlanda para ir a Galway. Quando lá estive era para ter ido a Galway, mas as estradas eram tão más (e perigosas) que não conseguimos fazer todas as visitas previstas.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Marcadores de livros - 202

 
Já aqui apresentei outro marcador (n.º 199) do mesmo estilo.
Paul Henry pintou muito Connemara. Aqui ficam outras paisagens desta região irlandesa:
Connemara landscape, ca1930
A Connemara Village, ca 1933-1934
Dublin, National Gallery of Ireland

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Marcadores de livros - 199

O marcador em metal está preso a um papel com indicações sobre a obra de Harry Clarke em que se inspirou.
Não me lembro de ter visto estas ilustrações de Harry Clarke quando visitei há anos a National Gallery, em Dublin. Fui então procurar esta ilustração e encontrei ainda outra que ele fez para o mesmo conto de Andersen, «O Rouxinol».

terça-feira, 21 de outubro de 2014

sábado, 6 de setembro de 2014

Boa noite!


O Salão de Jimmy


Após uns anos emigrado nos EUA, o irlandês Jimmy Gralton regressa a Leitrim, sua terra natal. O país, anos depois da terrível Guerra Civil, respira esperança e promessas de mudança. Autodidacta e de personalidade carismática, Jimmy quer dedicar a sua vida à mãe, depois da morte do irmão. Antes de ter fugido para a América, ele tinha um salão de baile, Pearse Connolly Hall, que foi encerrado. Mas, os jovens pressionam-no para que o reabra, o que vem a acontecer.
O salão de baile é um local onde todos são bem-vindos e onde é possível dançar, aprender e debater ideias, livremente. O sucesso é tal que a sua influência sobre a população trabalhadora não tarda a ser encarada como uma ameaça pelos membros da Igreja Católica e pelos latifundiários da zona, que passam a apelidar Gralton de comunista. Aproveitando o facto de ele ter um passaporte americano, deportam-no para os EUA, onde ele vem a morrer, sem nunca mais ter voltado à Irlanda.
Nada neste filme de Ken Loach nos é estranho, a nós portugueses.



James Gralton
Recorte da imprensa irlandesa, noticiando a deportação de James Gralton para Nova Iorque, 16 ago. 1933.

O salão chamava-se Pearse Connoly em homenagem a Patrick Pearse e James Connolly, dois nacionalistas irlandeses, lideres da Revolta da Páscoa, tendo por isso sido presos e fuzilados.

 Patrick Pearse
James Connolly

Esta noite, este post vai ter seguimento com umas canções irlandesas sobre Patrick Pearse e James Connoly.