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terça-feira, 1 de outubro de 2019

Parabéns, Jad!

Parabéns Jad,
Um resto de dia/noite feliz!

Livro de Horas de Filipe II, século XVI, fac-símile

Rosario de Joana a Louca, século XVI, fac-símile

Estes dois livros estavam expostos na catedral, Igreja de Santa Maria Maior, Ronda

domingo, 7 de outubro de 2018

Marcadores de livros - 1173

Noël de Bellemare - Heures á l'usage de Rome, fol. 63 (pormenor)

O livro pode ser consultado aqui.
(Paula e Rui, obrigada por mais este ensinamento.)

terça-feira, 26 de maio de 2015

Mini-livros - 33

Fac-similado do Libro de Horas de los Medicis, cujo original (ca 1518) se conserva na Casa-Museu Lázaro Galdiano, em Madrid. O livro tem 53 mm de alt. Não o tenho, mais quaisquer €1014,00 compram-no. :)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Recordando um poeta

 






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LIVRO DE HORAS
Aqui, diante de mim,
Eu, pecador, me confesso
De ser assim como sou.
Me confesso o bom e o mau
Que vão ao leme da nau
Nesta deriva em que vou.
Me confesso
Possesso
Das virtudes teologais,
Que são três,
E dos pecados mortais,
Que são sete,
Quando a terra não repete
Que são mais.
Me confesso
O dono das minhas horas.
O das facadas cegas e raivosas
E o das ternuras lúcidas e mansas.
E de ser de qualquer modo
Andanças
Do mesmo todo.



Para o JAD




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Me confesso de ser charco
E luar de charco, é mistura.
De ser a corda do arco
Que atira setas acima
E abaixo da minha altura.
Me confesso de ser tudo
Que possa nascer em mim.
De ter raízes no chão
Desta minha condição.
Me confesso de Abel e de Caim.
Me confesso de ser Homem.
De ser um anjo caído
Do tal céu que Deus governa;
De ser um monstro saído
Do buraco mais fundo da caverna.
Me confesso de ser eu.
Eu, tal e qual como vim
Para dizer que sou eu
Aqui, diante de mim!


Miguel Torga
Morreu em 17 -1-1995


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Jeanne de France

Em 2011, o Livro de horas de Jeanne de France foi declarado tesouro nacional francês. O livro foi executado em 1452, por ocasião do casamento de Joana de França, terceira filha de Carlos VII. Este livro não tem equivalente nas coleções públicas francesas, pelo que a sua entrada nos fundos da Biblioteca Nacional de França é de primordial importância. A BnF tem de adquirir esta obra até final do ano, tendo, até ao momento, 75% dos €250000,00 necessários. Para conseguir os outros 25% lançou um pedido nas páginas do seu site: 
http://www.bnf.fr/fr/anx_mecenat/a.mecenat_jeanne_france.html

domingo, 7 de novembro de 2010

As horas de Margarida de Clèves

Tinha tentado comprar este livro, mas o preço por que o encontrava na net levou a que não tivesse concretizado esse meu desejo... exemplo de preço, mais caro e mais barato que encontrei! Ainda bem que não o comprei... hoje um exemplar entrou para a minha colecção, pelo preço de um almoço... barato.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Para João Mattos e Silva


Não, não estou enganado no dia ou na pessoa.

Apenas colmatando falha de um fim de semana ainda não muito longíquo e aproveitando para desejar boa viagem ao Minho :), que por mim "re-memoro" em paragens ligadas à nossa segunda rainha, D. Dulce...

E, com os votos de ad multos annos!, aqui fica uma imagem da Princesa Perfeitíssima (ainda que tal pese ao presidente da Assembleia Constituinte de 1911...), do seu livro de horas, na Pierpont Morgan Library.



terça-feira, 15 de setembro de 2009

Quotidianos - 10

A mesa de um senhor na primeira metade do século XVI.


Sobre a lareira as Armas de Portugal... sobre a mesa a ausência de pratos. A comida comia-se sobre o pão, sobre os marcadores de estanho. Nesta mesa o único talher era a faca.

Livro de Horas, dito de D. Fernando (filho do rei D. Manuel I)
fol. do mês de Janeiro
[c.1530-1550]
Lisboa, Museu Nacional de Arte Antiga.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Quotidianos - 4



O quotidiano que eu conheço melhor, para além do meu, é o do séculos quinze e dezasseis. Aqui fica uma das minhas imagens do quotidiano.
Livro de Horas, dito de D. Fernando (filho do rei D. Manuel I)
fol. do mês de Fevereiro
[c.1530-1550]
Lisboa, Museu Nacional de Arte Antiga,

sábado, 18 de julho de 2009

Quem me pode ajudar!?

Começo por confessar que conheço muito mal os chamados evangelhos apócrifos ou Proto-evangelhos. E julgo que será lá que está a solução!
Mas também poderá estar num auto de pastores da literatura medieval francesa que também conheço mal... ou nos dois.

Mas como existem muitas estrelas no céu... pode ser que apareça uma ajuda... e se encontre a fonte!

Passei muitas horas, para não dizer dias, tentando estudando a imagem que acompanha a hora chamada de terça no Livro de Horas que ando estudando.

Aqui fica a imagem
("clicando" na mesma ela fica grande)

É feita numa oficina francesa no findar do século XV. Os pastores aparecem com nomes. Duas são mulheres: Alison e Mahauld; quatro são homens: Aloris, Ysanber, Gobin le Gay e le beau Roger .

Pergunta: aonde se foi inspirar o desenhador para atribuir estes nomes aos pastores?

Os pastores fazem oferendas ao Menino, oferendas humildes para fazer contraste com as dos Magos, mas que transmitem uma mensagem!

Alison: oferece maçãs, tem uma na mão direita e outras no regaço.

Mahauld: oferece um cordeiro.

Gobin le Gay: parece oferecer um pão. Será um pão?

Roguer: que oferecerá?... a resposta está de certeza no texto inspirador... parece-me uma flauta. Será?

Aloris: oferece ???? uma lanterna???? ou um vasilhame que transportava vinho??? ou que transporta óleo, bálsamo, azeite???

Ysanber: oferece somente o seu reconhecimento e a sua adoração ou está a oferecer qualquer outra coisa que eu não consigo observar.

Mensagem:
Maçã - Cristo o novo Adão;
Cordeiro - Filho de Deus que se fez homem através da Virgem;
Pão (?): Corpo de Deus;
Vinho (?): sangue de Deus;

ou
Azeite / bálsamo / óleo (?): óleo salvador, presente no baptismo;
Lanterna (?): a nova luz da salvação;

Flauta: a alegria da vida (?)



E qual o simbolismo para a presença do cão... ou será apenas guarda do rebanho...

Quem me pode ajudar?