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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Onde me apetecia estar - 148





Em Lyon, que nem conheço, para a 14ª Bienal, que estará patente na La Sucrière e no Musée d' Art contemporain . Mais info : labiennaledelyon.com

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Lá fora - 284




( La blouse roumaine, 1937 )


Uma grande retrospectiva em Lyon dedicada a Henri Matisse, com 250 obras que mostram toda a evolução do seu percurso na pintura e na escultura .

Henri Matisse, le laboratoire intérieur , até 6 de Março, no Musée des Beaux-Arts de Lyon

mba-lyon.fr/mba

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Onde me apetecia estar

De volta a Lyon , onde nunca estive , para assistir na Maison de la Danse a Giselle pelo Yacobson Ballet , uma companhia de São Petersburgo que aposta em representações clássicas . Interessantes estas relações franco-russas, fazem lembrar que este bailado nasceu em Paris embora o seu verdadeiro apogeu tenha ocorrido pela  mão dos Ballets Imperiais Russos umas décadas depois .

De 23 a 31 de Janeiro, maisondeladanse.com

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Onde me apetecia estar



Em Lyon, cidade que não conheço, para assitir a uma das últimas representações desta extraordinária opereta de Offenbach que adapta um conto de Hoffmann .

Até 1 de Janeiro de 2016, Opéra National de Lyon .

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Le Musée des tissus


O Museu dos Tecidos de Lyon, uma das instituições mais prestigiadas do mundo, de entre as consagradas aos têxteis, está em vias de encerrar. É um mundo inesgotável para a investigação e um centro de inspiração para a criação têxtil atual. 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Um quadro por dia


Perugino, Ascensão, 1496-1500, óleo sobre tela, Museu de Belas Artes de Lyon, França.

40 dias depois da Páscoa.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Onde me apetecia estar


Outra vez em Lyon, cidade que não conheço e que me parece cada vez mais apetecível pela oferta cultural. Por estes dias seria para assistir ao Festival Britten, que começa hoje e onde serão apresentadas três óperas do compositor britânico : Peter Grimes, The Turn of the Screw e Curlew River.

sábado, 5 de abril de 2014

Onde me apetecia estar

Este fim de semana seria muito bem passado em Lyon, onde se realiza o 10º festival Quais du Polar. E são muitas as estrelas da literatura policial, thriller e afins que por lá vão passar : James Ellroy, Camilla Lackberg, R.J. Ellory, Deon Meyer e outros, entre estes um francês que me faz passar horas seguidas a lê-lo : Franck Thilliez.

O programa completo : www.quaisdupolar.com

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Lyon

Toulouse: Privat, 2000

Fui uma única vez a Lyon, há doze anos, em trabalho. Tive muito pouco tempo para visitar a cidade que me agradou e surpreendeu sobremaneira. Talvez porque as expectativas não fossem altas. Gostei tanto da cidade que comprei este livro.
A cidade permanece um segredo para os seus próprios habitantes. Este livro leva-nos a penetrar nos seus bairros, nas suas ruas, contando-nos a sua história, origem e particularidades. Um belo texto acompanhado de belas fotos.

Depois de ter visto uns marcadores de livros, no blogue Palavras Daqui e Dalihttp://palavrasdaquiedali.blogspot.com/

domingo, 17 de outubro de 2010

ONDE ME APETECIA ESTAR - 42 : Opéra de Lyon

- A Ópera de Lyon, edifício em que, digo eu, os acrescentos contemporâneos não alteraram a harmonia do conjunto.
Por estes dias gostava de estar em Lyon, de maneira a poder assistir a uma das representações de Le Rossignol et autres fables, música e libreto de Igor Stravinsky a partir de contos de H.C. Andersen. A direcção musical é de Kazushi Ono, a encenação é criação de Robert Lepage e o Rouxinol é a soprano russa Olga Peretyatko.
Le Rossignol et autres fables, Stravinsky, Opéra de Lyon, até 21 de Outubro.

sábado, 14 de agosto de 2010

Um quadro por dia - 79

Rembrandt van Rijn, A lapidação de Santo Estevão, óleo sobre tela, 1625, Musée des Beaux-Arts de Lyon, França.


Em memória de uma lapidada recente, a afegã Bibi Sanubar, viúva de 35 anos de idade, chicoteada 200 vezes e depois executada em público com 3 tiros na cabeça pela "justiça" dos talibans. O outro "adúltero" (pois foi este o "crime" da infeliz viúva ) conseguiu fugir para o Irão.
Mais uma prova, se precisas fossem, que o Afeganistão está longe de estar "pacificado" como sonham os homens do Pentágono e da Casa Branca.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Impressões de Lyon


Um querido amigo e leitor deste blogue visitou recentemente Lyon, uma das maiores cidades francesas. Aqui ficam as suas muito pessoais impressões da cidade, com o meu obrigado.



Lyon adormece cedo e o atraso no voo mostrou-a, feita, ainda distante, num interminável serpentear de luzes térreas e alguns reflexos eléctricos nas águas escuras do Sâone e do Rhône. Chego à cidade, após percurso demorado, num autocarro de corredor estreito e lugares apertados por onde se perdem de vista os forasteiros. Lyon é maior do que Lisboa, com mais de um milhão de habitantes, preenchida por dédalos de ruas longas e numerosos prédios de arquitectura tardia que se esticam até à linha do horizonte. Invade-me uma impressão de cidade nova marcada por uma história de acontecimentos contemporâneos. Os transportes revelam boa organização e a linha B do metropolitano rapidamente me levou ao destino, na universitária avenida Jean Jaurès. Le Vieux Lyon só se encontra muito depois, no outro lado da cidade, reservado só para os que, conquistando-os, usufruem do melhor do mundo lionês. E Lyon é verdadeiramente um encontro de gentes de toda a parte e sobretudo do Sul, dos países médio-orientais, espalhando-se em formigueiro por toda a parte. O centro histórico apresenta-se na solenidade de uma praça imensa, coração da quase-ilha, previdentemente chamada de Bellecourt, da qual partem ruas antigas para todos os cantos da terra. Na Victor Hugo, mais selecta, multiplicam-se os estabelecimentos de um comércio elegante e caro em que se apinham quase naturalmente os viandantes. Do outro lado, a rua Auguste Comte, menos larga e outrora conhecida por rua das Sedas, que Lyon cedo se ligou ao grande comércio dos luxos orientais. Os comerciantes apossaram-se deste espaço citadino preenchendo-o de montras impecáveis em que se espreita a antiguidade da civilização com particular destaque para as memórias do primeiro terço do século XX. Retornei à grande praça e avancei sobre a Ponte Bonaparte. Outrora os lioneses barraram-lhe a entrada e forçaram-no a combate. Conservadores como nenhuns outros, estes lioneses cosmopolitas, mantendo sinais vastos de antigas hierarquias financeiras e fidalgas. Festejam a cidade no dia 8 de Dezembro, à antiga, com grande procissão em honra da Imaculada Conceição, brilhando por todas as artérias centenas de grinaldas faiscantes, as ruas atapetadas de vermelhos e os lojistas convidando gentilmente os veraneantes à tomada de um flute de espumante. Coisa fina, decerto, que já não provei. Anoitece, de facto, cedo em Lyon. O largo fronteiro à catedral mostra-se quase vazio, os raros turistas refugiam-se ledos no interior da nave românica, ampla, convidando o espírito a perder-se no extenso espaço, a aninhar-se nos clarões de luz de onde nos espreitam anjos e estranhos santos. No transepto, no regaço de um grande órgão de tubos prateados, descobre-se um alto relógio antigo, de 1383, resistindo à história e às reparações dos séculos, onde outrora um engenho medievo mostrava o sol ptolomaico girando em torno da terra, permitindo testemunhar, três a quatro vezes ao dia, os sons do passado desta velha Lyon, imóvel que nem uma rainha no seu trono, olhando, pelo sopé da grande penha vizinha, o burgo medieval que nos desperta memórias perdidas e o desejo solitário de uma bebida quente.

domingo, 5 de abril de 2009

Notícias de Miss Tolstoi

Muitos de nós, que vivemos e convivemos com o Prosimetron, habituámo-nos a alguns comentadores que nos acompanham com mais frequência. Entre eles encontra-se a "Miss Tolstoi". Quando aparecem menos ou deixam de aparecer surgem dúvidas sobre o motivo. Miss Tolstoi tem andado por França. Enviou hoje um e-mail:

... e quase a embarcar para Lisboa, envio um postal:


e, como Lyon é uma terra de gatos, também envio este:

Até breve, no Prosimetron,
Miss Tolstoi

Obrigado, Miss Tolstoi, o Prosimetron, pela minha parte, também é um espaço seu!
Vem para o encontro dos Prosimetronistas (será que se pode dizer assim?), no dia 19 de Abril?