quarta-feira, 20 de setembro de 2017
Leituras no Metro - 287
sexta-feira, 3 de março de 2017
sexta-feira, 22 de abril de 2016
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
sábado, 18 de maio de 2013
sábado, 30 de abril de 2011
Maurice Ravel & Shéhérazade
Mas ontem, ao escutar a canção escrita por Tristan Klingsor (pseud. de Arthur Justin Léon Leclère), L'Indifférent, fez-se-me Luz sobre alguns aspectos que suspeitava mas nunca tinha investigado... o que unia o grupo "Société des Apaches".
Esse grupo foi formado em Paris, nos finais do século XIX ou começos do século XX. Tinha como hino o primeiro andamento da Sinfonia n.º 2 de Aleksandr Borodine que aqui deixo:
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Parece que caminhavam "excentricamente" pela Rue de Rome, em Paris, quando alguém gritou (parece que foi um ardina) "Attention les Apaches"... E o grupo durou até os seus membros serem separados pela I Guerra Mundial.
Aqui fica o terceiro poema de Shéhérazade na voz de Teresa Berganza, acompanhada pela orquestra Du Capitole de Toulouse, conduzida por Michel Plasson:
Tes yeux sont doux comme ceux d'une fille,
Jeune étranger, et la courbe fine
De ton beau visage de duvet ombragé
Est plus séduisante encore de ligne.
Ta lèvre chante sur le pas de ma porte
Une langue inconnue et charmante
Comme une musique fausse.
Entre! Et que mon vin te réconforte...
Mais non, tu passes
Et de mon seuil je te vois t'éloigner
Me faisant un dernier geste avec grâce
Et la hanche légèrement ployée
Par ta démarche féminine et lasse...
P.S.: Ravel dedicou cada uma das cinco partes da sua composição Miroirs aos seus cinco amigos "Apaches", mais intimos: Léon-Paul Fargue; Ricardo Viñes; Paulo Sordes; MD Calvocoressi; e Maurice Delage. Fizeram também parte de "Les Apaches": Erik Satie; Manuel de Falla; Jean Cocteau; André Gide; Paul Valéry; Igor Stravinsky; Nijinsky; ... para além do Tristan Klingsor (que juntou o herói e o vilão de Wagner).
sábado, 29 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Concerto na Gulbenkian
terça-feira, 18 de maio de 2010
Canções populares espanholas
«Durante diez años he penetrado en el folklore, pero con sentido de poeta, no sólo de estudioso. Por eso me jacto de conocer mucho y de ser capaz de lo que no han sido capaces todavía en España: de poner en escena y hacer gostar este cancionero [...].» (Federico García Lorca, 15 Dez. 1935)
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
El Amor Brujo - Dança ritual do fogo
Manuel de Falla y Matheu nasceu em Cádis, na Andaluzia, em 23 de Novembro de 1876 e morreu em Alta Gracia, Argentina, em 14 de Novembro de 1946.
Filho dum comerciante e duma pianista, recebeu as primeiras aulas de sua mãe, María Jesús Matheu.
A partir dos fins da década de 1890, estudou piano em Madrid com José Trago e composição com Felipe Pedrell. Em 1899, por votação unânime, foi-lhe conferido o primeiro prémio na competição de piano do seu conservatório
Foi por influência de Pedrell que de Falla se interessou pela música popular espanhola, particularmente no flamenco andaluz (em especial o cante jonde), que se mostraria marcante em muitas das suas composições. Dentre as obras iniciais há algumas zarzuelas, mas a primeira grande composição foi a ópera em um acto La Vida Breve, escrita em 1905, embora revista antes da estreia em 1913.
Falla tentou em vão impedir o assassinato de seu amigo Federico García Lorca em 1936. Após a vitória de Franco na Guerra Civil Espanhola, Falla emigrou para a Argentina, onde viria a morrer. Em 1947, os seus restos mortais foram levados para a Espanha e depositados na catedral de Cádis.
Fonte: Wikipédia



