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quinta-feira, 13 de março de 2014

Biografias e afins


A mãe, as duas mulheres, e as duas rainhas : D.Maria Ana de Áustria, que o protegeu, e D.Mariana Vitória de Espanha, que não gostava dele.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Leituras no Metro - 144

Alfragide: Leya, 2014
€3,90

Ontem comprei esta pequena agenda para 2014 com citações de António Lobo Antunes, extraídas dos seus Livros de crónicas. Escolhi a do dia 20 de novembro: «E havia Bach, parecido com a estátua do Marquês de Pombal nos caracóis postiços e nos duplos queixos, a fitar-me um pouco de lado numa severidade de estadista.»


quinta-feira, 27 de junho de 2013

Estátua equestre de D. José em obras

A estátua de Dom José está em restauro. À volta foram colocados uns painéis com a história da estátua, seu fabrico e transporte. Uma boa ideia.
Só um reparo: a Praça do Comércio não é a maior da Europa, como se diz no tapume.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Marquês de Pombal

Faz hoje 230 anos que o Marquês de Pombal morreu, em Pombal. 
A fotografia mostra a praça Marquês de Pombal em Lisboa, com o monumento inaugurado em 13 de maio de 1934.  

Um agradecimento ao Jad que se lembrou desta efeméride.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Novidades - 110 : A Joana e os maníacos

É hoje lançado este livro de Joana Amaral Dias, mais conhecida como política do que como psicóloga clínica que também é. Foi uma encomenda da Esfera dos Livros no sentido de corresponder a obras similares existentes noutros países.
E a Joana estudou e descreve nesta obra oito "casos clínicos" da nossa história: de Pombal e D.Maria I a Fernando Pessoa e João César Monteiro, passando por Antero e pela marquesa de Jácome Correia. Daquilo que li ( na net ) antevejo a possibilidade de alguma polémica...
Tenho é pena que tenha sido estudado apenas um contemporâneo, o João C.Monteiro, que ainda "observei" ao vivo, e sobretudo nenhum político vivo - será que não há nenhum maníaco de qualidade na política portuguesa dos nossos dias?

domingo, 1 de novembro de 2009

O Terramoto de 1755 e a engenharia militar na reconstrução de Lisboa!

A 1 de Novembro, de 1755, Lisboa viveu um dos seus piores dias. Hoje quero recordá-lo mas com a visão dos engenheiros que reergueram a cidade e fizeram dela a beleza que hoje gozamos.
Graças aos general Manuel da Maia, capitão Eugénio dos Santos, tenente-coronel Carlos Mardel, Frederico Ludovici e a Sebastião José de Carvalho e Mello, Marquês de Pombal, todos os portugueses se podem orgulhar da reconstrução da cidade que foi realizada de uma forma sublime para o século XVIII. O Terramoto serviu para que se desenvolvesse a construção anti-sísmica, para isso, contribuíram os autores referidos com os conhecimentos de engenharia que apontavam novas soluções. Podem visualizar-se nas duas imagens sobre a reconstrução algumas dessas soluções. Em seguida, apresento a obra do engenheiro Manuel da Maya de Cristovão Aires que se pode consultar on-line na BND.
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AIRES, Cristóvão, 1853-1930Manuel da Maia e os engenheiros militares portugueses no terremoto de 1755 / Cristóvão Aires de Magalhães Sepúlveda. - Lisboa : Imp. Nacional, 1910. - 1 v. : il. ; COTA Digital: 8 http://purl.pt/848. - Com os retratos de Manuel da Maya, Carlos Mandel e J. Frederico Ludovici.
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As imagens foram retiradas de um artigo em pdf , Vulnerabilidade Sísmica de Edifícios Antigos da Cidade de Lisboa, Rafela Cardoso (Ass. ISTUTL), Mário Lopes (Prof. Aux. ISTUTL), Rita Bento (Prof. Aux. ISTUTL), 2 de Julho 2003
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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Um desafio pombalino ...

Sebastião José de Carvalho e Melo está presente em Lisboa na monumental escultura da Rotunda, no medalhão de bronze que está na base da estátua equestre de D.José I no Terreiro do Paço e ainda num terceiro monumento. Qual é este terceiro monumento?