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terça-feira, 26 de setembro de 2017
Um quadro por dia - 381
É hoje vendida na leiloeira Artcurial, em Paris, uma colecção particular italiana dedicada ao Simbolismo, com obras de Odilon Redon, Maurice Chabas, Gustav-Adolf Mossa e onde está também este pastel de Lucien Lévy-Dhurmer ( 1865-1953 ) : L' Automne, avaliado entre 50 000 e 70 000 euros.
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
Nova vinheta
Assinalo a chegada do Outuno com esta tela homónima de Marie Spartali Stillman ( 1846-1927 ) , de data desconhecida, aguarela, 38x28,5cm.
domingo, 2 de outubro de 2016
O chá das cinco - 99
Edward Cucuel - Outono mágico, 1912
Edward Cucuel - Outono mágico, 1912
Dostoievsky
domingo, 25 de setembro de 2016
O chá das cinco - 98
Pintura de Edward Cucuel
«My dear if you could give me a cup of tea to clear my muddle of a head I should better understand your affairs.»
Charles Dickens
sábado, 24 de setembro de 2016
Em uma tarde de Outono
Gustave Caillebotte - Barcos à vela em Argenteuil, 1888
Sobre o jardim calado, e as águas miro, absorto.
Outono... Rodopiando, as folhas amarelas
Rolam, caem. Viuvez, velhice, desconforto...
Por que, belo navio, ao clarão das estrelas,
Visitaste este mar inabitado e morto,
Se logo, ao vir do vento, abriste ao vento as velas,
Se logo, ao vir da luz, abandonaste o porto?
A água cantou. Rodeava, aos beijos, os teus flancos
A espuma, desmanchada em riso e flocos brancos...
Mas chegaste com a noite, e fugiste com o sol!
E eu olho o céu deserto, e vejo o oceano triste,
E contemplo o lugar por onde te sumiste,
Banhado no clarão nascente do arrebol...
Olavo Bilac
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Canção de Outono
Pintura de Edward Cucuel
Perdoa-me, folha seca,
não posso cuidar de ti.
Vim para amar neste mundo,
e até do amor me perdi.
De que serviu tecer flores
pelas areias do chão
se havia gente dormindo
sobre o próprio coração?
E não pude levantá-la!
Choro pelo que não fiz.
E pela minha fraqueza
é que sou triste e infeliz.
Perdoa-me, folha seca!
Meus olhos sem força estão
velando e rogando aqueles
que não se levantarão...
Tu és folha de outono
voante pelo jardim.
Deixo-te a minha saudade
- a melhor parte de mim.
E vou por este caminho,
certa de que tudo é vão.
Que tudo é menos que o vento,
menos que as folhas do chão...
Cecília Meireles
In: Poesia completa. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2001. Vol. 2
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Caixa do correio - 48
Recebi este conjunto de selos lindos num único correio. E fiquei a conhecer o desenhador Trémois, que desconhecia. Em breve, postarei sobre ele.
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Receita de Outono
A abóbora é um dos frutos que simboliza a chegada do Outono e no Brasil frita-se a sua flor. Deve ser bom!
sábado, 27 de dezembro de 2014
sábado, 13 de dezembro de 2014
Do Outono
antes que termine.
Clarice Lispector: A Hora da Estrela,
exposição temporária na Gulbenkian, em 2013.
sábado, 8 de novembro de 2014
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Outono
Quando começa a chuva a nossa alma portuguesa atrasa-se uma
antiguidade. Convencemo-nos que doravante vai ser sempre assim, que já não nos
livramos; que havemos de ser enterrados com a chuva a bater-nos na terra
molhada que nos pinga para o caixão.”
Miguel Esteves Cardoso (excerto da sua crónica publicada
hoje, no Público)
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Túlipa Negra e uvas
Não sei se já apareceu aqui esta Natureza-morta, no entanto, cá estão as uvas a sugerir o Outono.
Em muitos locais do nosso país as vindimas realizam-se em Setembro e Outubro.
Leopold Zinnogger, Still life With Flowers and Grapes
Borboletas e um pássaro fazem parte desta Natureza-morta,
a vida continua apesar das flores e fruta colhidas.
"o nosso Outono"
Quando, Lídia, vier o nosso Outono
Quando, Lídia, vier o nosso Outono
Com o Inverno que há nele, reservemos
Um pensamento, não para a futura
Primavera, que é de outrem,
Nem para o Estio, de quem somos mortos,
Senão para o que fica do que passa —
O amarelo actual que as folhas vivem
Ricardo Reis, Odes (Notas de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1994, p. 120.
Feliz Outono!
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Da vinheta : Outono
Chega amanhã, dia do Equinócio de Outono. Escolhi uma tela de Millais, Folhas de Outono, 1856, óleo sobre tela, Manchester City Art Gallery, Manchester, Reino Unido.
domingo, 21 de setembro de 2014
Outono
Tarde pintada
Por não sei que pintor.
Nunca vi tanta cor
Tão colorida!
Se é de morte ou de vida,
Não é comigo.
Eu, simplesmente, digo
Que há fantasia
Neste dia,
Que o mundo me parece
Vestido por ciganas adivinhas,
E que gosto de o ver, e me apetece
Ter folhas, como as vinhas.
Miguel Torga
Por não sei que pintor.
Nunca vi tanta cor
Tão colorida!
Se é de morte ou de vida,
Não é comigo.
Eu, simplesmente, digo
Que há fantasia
Neste dia,
Que o mundo me parece
Vestido por ciganas adivinhas,
E que gosto de o ver, e me apetece
Ter folhas, como as vinhas.
Miguel Torga
Boa noite! Bom Outono!
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Próxima vinheta: uma flor de outono
A vinheta deste mês é uma flor típica do outono. De acordo com o taoismo, o crisântemo é um
símbolo de simplicidade e perfeição, mas também
significa tranquilidade e é visto como um mediador entre o céu e a terra, a
vida e a morte.
Considerada também como uma planta medicinal,
na China o crisântemo era usado como um remédio para a dor de cabeça. As
pétalas também podem ser usadas em saladas e as folhas para fazer uma bebida.
Uma lenda afirma que juntar pétalas de crisântemo numa taça de vinho aumenta a
longevidade e vitalidade de uma pessoa.
Não encontrei a bebida que se pode fazer com as
pétalas desta flor, mas descobri uma receita de geleia.
Ingredientes:
12 crisântemos grandes (que devem ter sido
colhidos ainda com o orvalho da manhã, sem tratamento com pesticidas)
2 chávenas de chá de água; a mesma medida de
açúcar refinado; sumo de 1 limão (médio).
Preparação:
Lavar bem as flores em água corrente e escorrer
o excesso de água, num escorredor de massas. Numa panela juntar apenas as
pétalas, as chávenas de água e sumo de limão. Deixar tudo amolecer uns 10
minutos, em lume brando. Acrescentar o açúcar e envolvê-lo bem no preparado,
mexendo sem parar, em lume brando, durante 30 minutos, ou até começar a ver o
fundo da panela. Retirar do lume e colocar imediatamente em frascos
esterilizados.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
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