Prosimetron

Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta Rosalía de Castro (1837-1885). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rosalía de Castro (1837-1885). Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Marcadores de livros - 1551

Já li este livro de que gostei bastante, mas acho que o meu livro não trazia marcador.

Para Luisa e Justa, no Dia das Letras Galegas.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Marcadores de livros - 1280

Verso e reverso de um marcador, variante de outro que já aqui foi postado.


Para Luisa.

Leituras no Metro - 1008


Em Padrón há uma casa - La Huerta de la Paz - na qual vive Rosalía, uma criança de saúde frágil, que passa horas no jardim a olhar o que a rodeia. 
A criança é Rosalía de Castro, a grande poetisa galega, e a casa, o local a que regressará sempre.
Em jovem, Rosalía muda-se para Madrid conhece o seu marido, Manuel Murguía, e Gustavo Adolfo Bécquer. 
E a biografia continua...

Luisa Carnés, a biógrafa, nasceu em Madrid e abandonou a escola aos onze anos para se tornar aprendiza numa oficina de chapéus, trabalho que deixou pelo de empregada numa pastelaria. Esta experiência será aproveitada para a sua obra Tea Rooms.
Defensora da República, deixou a Espanha e instalou-se no México, onde escreveu diversas biografias, um livro de memórias e alguma ficção com base na sua experiência de vida.

Gostei muito deste livro e  hei de ler outros de Luisa Carnés.

Obrigada, Justa!

sábado, 13 de janeiro de 2018

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Marcadores de livros - 635

Este marcador vem com uns dias de atraso. Estava guardado para dia 24 de fevereiro: nos 180 anos de Rosalía de Castro, poetisa que muito aprecio.

Obrigada, Justa!


Para Justa e Luisa.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Boa noite!

Marcadores de livros - 335



Verso e reverso de dois marcadores (artesanais) alusivos a Rosalía de Castro que nasceu em 24 de fevereiro de 1837, em Santiago de Compostela.

ORILLAS DEL SAR

A través del follaje perenne
Que oír deja rumores extraños,
Y entre un mar de ondulante verdura,
Amorosa mansión de los pájaros,
Desde mis ventanas veo
El templo que quise tanto.

El templo que tanto quise...
Pues no sé decir ya si le quiero,
Que en el rudo vaivén que sin tregua
Se agitan mis pensamientos,
Dudo si el rencor adusto
Vive unido al amor en mi pecho.

Rosalía de Castro

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Boa noite!

Amancio Prada (1949-) é um trovador que conheci há alguns anos, através de um amigo que tinha um disco dele a cantar Rosalía de Castro. Por essa época, ele veio cantar a Lisboa e nesse concerto (no Maria Matos?, no S. Luís?) comprei o cd «Rosas a Rosalía», que inclui esta canção.
E porque há dias APS fez uma referência a Rosalía num comentário:



O último trabalho de Amancio Prada tem como base a obra Coplas a la muerte por su padre, de Jorge Manrique. Não conheço, mas vou-me pôr em campo.


Extracto do poema que Paco Ibáñez também canta:

«Recuerde el alma dormida,
avive el seso y despierte
contemplando
cómo se pasa la vida,
cómo se viene la muerte
tan callando
[...]»

http://www.amancioprada.com/