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segunda-feira, 26 de agosto de 2019
terça-feira, 2 de julho de 2019
Guias - 20
Alfragide: Oficina do Livro, 2019
€16,00
100 Lugares para conhecer Portugal com as suas crianças é um livro do jornalista Paulo Nogueira que promete ser uma boa ajuda para escolher locais adequados para levar os miúdos.
O livro recomenda cem locais de norte a sul do país, entre monumentos, museus, povoações ou parques, sítios muito e pouco conhecidos.
O livro é bom guia para ter à mão durante as férias que se aproximam. Para já encontrei um museu que desconhecia e espero visitar em breve. Amanhã far-lhe-ei uma referência.
terça-feira, 29 de agosto de 2017
Guias - 19
Paris: Flammarion, 2016
As melhores moradas de François Busnel. Em que livrarias pode encontrar os livros que pretende? Em que bar ou jardim encontra alfarrabistas? No caminho, que locais literários pode encontrar?
François Busnel convida-o a flâner por Paris.
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Guias - 18
Paris: Dervy, 2016
€25,00
Serge Thibaut propõe-nos um passeio de guia na mão para vermos Paris com um outro olhar, assente na sedimentação dos diferentes significados da arquitetura da capital francesa. Ele estuda todas as formas do hermetismo: as simbólicas cristãs, alquimistas, astrológicas e maçónicas.
Não me parece que venha a utilizar este guia.
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
À conquista de Lisboa
Lisboa: Livros Horizonte, 2016
€13,90
Vamos à descoberta da capital, seguindo o livro À conquista de Lisboa? Um guia da cidade a pensar em crianças com mais de oito anos, escrito por Ana Cristina Pereira e ilustrado por Tiago Albuquerque. Conta um pouco da história da cidade ao mesmo tempo que indica os percursos e locais ideais para os viajantes mais novos conhecerem, os melhores caminhos, as subidas menos cansativas, etc.
O guia é atrativo, vamos a ver se na prática resulta.
O guia é atrativo, vamos a ver se na prática resulta.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Sempre Paris
A Paris de Ines de la Fressange , dos museus preferidos ( Luxembourg, Cognacq-Jay ) à livraria preferida, a minha querida Galignani , aos muitos teatros da cidade-luz .
Mon Paris , Ines de la Fressange e Sophie Gachet, Flammarion, 160 p, €18,50 .
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Guias - 17
Hoje, Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, escolhi dois dos guias que mais uso para visitar o nosso país. Pena serem tão pesados.
Coord. José António Ferreira de Almeida.
Lisboa : Selecções do Reader's Digest, imp. 1976
Lisboa : Selecções do Reader's Digest, imp. 1982
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Guias - 16
Paris: Parigramme, 2012
€19,00
O vale do Sena, de Paris ao Havre, e a região de Fontainebleau são os berços do impressionismo, cujas paisagens foram imortalizadas pelos seus pintores.
Este convida-nos a passear pelos lugares onde eles instalaram os seus cavaletes, nas estalagens onde se hospedavam e conviviam.
Também são referidos os museus com pinturas impressionistas, bem como as casas de artistas abertas ao público.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Guias - 15
Luís Cardim - Vila Viçosa. Porto: Marques Abreu, 1953.
(A arte em Portugal; 17)
Ed. bilingie: port. e francês.-
«Na fachada principal [do Paço Ducal] abrem-se quatro largos portões de volta plena, dois no centro e dois quase nos extremos. O portão central do lado Sul é o que dá acesso à Biblioteca, instalada no rés-do-chão.
«Além da Sala de leitura pública, a Biblioteca dispõe de dois excelentes gabinetes individuais para investigação erudita, a sala das publicações periódicas, a casa forte para os reservados, entre os quais avultam, pela raridade, os preciosos manuscritos, incunábulos e livros do século XV [sic] e XVI que constituíram a coleção de cimélios de D. Manuel II e estão descritos na obra monumental Livros raros portugueses - e ainda o que resta do arquivo musical do palácio.
«O fundo geral conta hoje cerca de 50000 volumes.» (p. 15)
Henrique Pousão - Auto-retrato, 1876
Este auto-retrato de Henrique Pousão, já anteriormente postado no blogue, por JMS, encontra-se reproduzido na última página deste guia.
Henrique Pousão nasceu e faleceu em Vila Viçosa, respetivamente, em 1de janeiro de 1859 e 20 de março de 1884.
É espantoso que não haja, neste guia, uma referência a outra filha da terra: Florbela Espanca.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Guias - 10
Dois guias com capas (e não só) de Maria Keil.
Capa e il. de Maria Keil para
Norberto de Araújo - Lisboa. Lisboa: SPN, ca 1944
Nesta capa, a letra L é recortada, deixando ver uma ilustração do anterrosto.
Capa de Maria Keil para
A. H. Stuart - Algarve. Lisboa: SNI, [1947]
domingo, 31 de julho de 2011
Guias - 8
Lisboa: Selecções do Reader's Digest, 1997
Este guia apresenta-nos 150 passeios de automóvel por Portugal continental e insular. Vejamos o que ele nos diz de Alcobaça, para além do Mosteiro: «Depois de uma visita demorada a este notável mmonumento, que é património mundial, a vila espera-nos para outras visitas, nomeadamente ao Museu do Vinho, que fica à saída para Aljubarrota, e pelas ruas, onde se pode observar um conjunto de chalés do final do século XIX. Estes chalés foram construídos por aprticulares que adquiriram as quintas que envolviam o mosteiro. Um desses belos exemplares, rodeado por jardins, funciona como Paços do Concelho. Se quiser, ainda pode escolher um percurso alternativo nos arredores de Alcobaça e visitar: Évora de Alcobaça, Turquel e Benedita.»
sábado, 11 de junho de 2011
Guias - 3
Como no último dia, falei da primeira vez que fui a Paris, vou hoje mostrar os guias que comprei nessa viagem: Paris Notre-Dame, Saint-Chapelle e La Conciergerie. Tinha um sobre Versalhes, mas não o consegui encontrar. Terá ficado nalgum empréstimo?
Texto de Yvan Christ; fot. Patrice Molinard. Paris: Éd. Vilo, imp. 1968. Custo-me, na altura, 10,00FF.
Texto de Louis Grodecki. Paris: Caisse Nationale des Monuments Historiques, [196-]
Texto de Michel Gallet. Paris: F. Hazan, cop. 1966. Custo-me, na altura, 10,00FF.
Texto de Roger-Armand Weigert. Paris: Caisse Nationale des Monuments Historiques, imp. 1966
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Guias - 2
E porque estou em Paris, vou falar de três guias sobre esta cidade: La France, Paris e les provinces, Guide Juliard de Paris e Paris: in four days = en cuatro dias.
Os dois primeiros comprei-os, há anos, em alfarrabistas de Lisboa.
O primeiro, da Doré Ogrizek, foi editado pela Ode, de Paris, em 1944. A parte referente a Paris ocupa da p. 5 à p. 181. É um belo guia cheio de ilustrações a cores, de que mostro algumas.
Da mesma colecção tenho um sobre Portugal que um dia aqui trarei.
O segundo é da autoria Henri Gault e Christan Millau, foi impresso em 1964 e contém «les 2252 bonnes (et mauvaises) adresses qui metent Paris dans votre poche…»
A primeira parte é sobre os restaurantes; a segunda, sobre os cabarets e os clubes, cafés e bares, hotéis, floristas; a terceira parte é sobre os locais onde se podem adquirir produtos de alimentação e animais domésticos, os antiquários, bibliotecas, as elegâncias – femininas e masculinas –, museus, etc.
Com um pouco de paciência podemos tentar ver se determinado restaurante, café ou perfumaria ainda existe. Assim, de duas pesquisas que fiz ainda existem ambas: a Rôtisserie Périgourdine (na place Saint-Michel) e a Brasserie Stella (na av. Victor Hugo). Por outro lado, procurei duas floristas e não encontrei menção de qualquer delas no google.
O último foi adquirido na primeira ida a Paris, em 1971 e foi-me muito útil – a mim e não só - para calcorrear pela cidade e ver alguns museus e monumentos nos quatro dias, precisamente, que aí passei. Editado por A. Leconte, não tem data de edição, nem de impressão. E vi que se continua a editar.
Os dois primeiros comprei-os, há anos, em alfarrabistas de Lisboa.
O primeiro, da Doré Ogrizek, foi editado pela Ode, de Paris, em 1944. A parte referente a Paris ocupa da p. 5 à p. 181. É um belo guia cheio de ilustrações a cores, de que mostro algumas.
Da mesma colecção tenho um sobre Portugal que um dia aqui trarei.
O segundo é da autoria Henri Gault e Christan Millau, foi impresso em 1964 e contém «les 2252 bonnes (et mauvaises) adresses qui metent Paris dans votre poche…»
A primeira parte é sobre os restaurantes; a segunda, sobre os cabarets e os clubes, cafés e bares, hotéis, floristas; a terceira parte é sobre os locais onde se podem adquirir produtos de alimentação e animais domésticos, os antiquários, bibliotecas, as elegâncias – femininas e masculinas –, museus, etc.
Com um pouco de paciência podemos tentar ver se determinado restaurante, café ou perfumaria ainda existe. Assim, de duas pesquisas que fiz ainda existem ambas: a Rôtisserie Périgourdine (na place Saint-Michel) e a Brasserie Stella (na av. Victor Hugo). Por outro lado, procurei duas floristas e não encontrei menção de qualquer delas no google.
O último foi adquirido na primeira ida a Paris, em 1971 e foi-me muito útil – a mim e não só - para calcorrear pela cidade e ver alguns museus e monumentos nos quatro dias, precisamente, que aí passei. Editado por A. Leconte, não tem data de edição, nem de impressão. E vi que se continua a editar.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Guias - 1
«Fora da fronteira, com um passaporte no bolso, um saco de noite na mão e um chapéu de chuva debaixo do braço, Vossa Alteza tem à sua disposição, como qualquer outro, para salvaguardar e manter os seus invioláveis direitos de homem provido de uma chapeleira e de um guia Baedecker, todas as armadas e todos os exércitos do mundo.»
Ramalho Ortigão – «A Sua Alteza o sereníssimo príncipe senhor D. Carlos regente em nome do rei». In: As Farpas, 25 Maio 1883
Agora que o Verão vai começar em breve, resolvi abrir uma nova série – na qual espero que todos colaborem – dedicada aos guias. De acordo com a GEPB, um guia é um «livro que contém informações úteis para o leitor se poder dirigir em uma região, em um assunto: carta de guia; guia de Portugal; guia do criador de coelhos; guia dos caminhos-de-ferro.«
Pela minha parte acho que só me debruçarei sobre guias de viagem – uma grande paixão minha: os guias e as viagens. E dado que esta época do ano é aquela em que mais guias se vendem e utilizam.
Em 1841, Thomas Cook (1808-1892) organiza as primeiras excursões colectivas em Inglaterra, naquilo que é considerado como um antepassado do turismo social. É no século XIX que tem início a indústria turística, a qual pretende proporcionar alguma informação e protecção aos viajantes nas suas deslocações, em relação ao desconhecido. Para terem alguma informação com que possam preparar a viagem e (ou) que os acompanhe na sua efectivação, nada melhor que um manual. Aparecem os primeiros guias: o Handbook Murray (Inglaterra, 1836), o Itinéraire de la Suisse, de Joanne (França, 1841) – o antepassado do Guide Bleu - e os guias de Karl Baedeker (Alemanha, 1841), os quais dão informações e conselhos aos viajantes sobre o modo de preparar a sua viagem: passaportes, transportes, alfândegas, estradas, hotéis, etc.
Em 1552, tinha saído em França aquele que é considerado o primeiro de todos os guias: La guide des chemins de France, de Charles Estienne (1504?-1564), o qual teve muitas reedições.
Em Inglaterra, já anteriormente à saída do Handbook Murray, o editor James Duncan, de Londres, tinha uma colecção de guias – The Modern Traveller –, cujos números 18 e 19, publicados em 1826, se referem a Espanha e Portugal.
Em 1855 os guias Joanne foram vendidos a Louis Hachette (1800-1864), os quais deram origem, em 1919, aos Guides Bleus.
Outro muito popular é o Guide vert, o qual foi fundado em 1926 pela família Michelin. Estes guias dão mais atenção ao património natural e cultural das regiões ou dos países a que se referem.
Hoje há guias para todos os gostos: mais ou menos culturais; para viagens demoradas ou para escapadas de fim-de-semana; para estudantes ou para executivos; para viagens mais económicas u menos. Os mais conhecidos hoje são, para além dos já referidos Guide Bleu e Guide Vert: Fodor Modern Guides, Let’s go (publicado em Havard, em 1960. foi o primeiro dirigido aos estudantes), Lonely Planet, Insight Guides, Berlitz, Rough Guides, Frommers, Your Pocket City Guides, Ulysses Travel Guides, Time Out, American Express, Routard, etc.
Ao longo dos próximos tempos, falarei de alguns dos meus guias. Espero que os meus amigos prosimetronistas também nos façam conhecer os seus. Mesmo para além dos turísticos.
Boas viagens!
sábado, 15 de janeiro de 2011
Ao café

Alexander Deineka (1899-1969) - Mulher lendo, 1934

Bruxelles: Castermann, 2010
Este livro faz parte de uma colecção de guias de viagem que propõe a descoberta de uma cidade através de um ilustrador e de um personagem da BD.
Os itinerários, organizados por zona da cidade e por temas, vão-nos dando a conhecer a história e historietas da cidade, os seus locais principais, bem como alguns restaurantes e cafés emblemáticos.
Como sou fã de Schuiten, de Bruxelas e de guias, folheei este que adorei e recomendo.
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Guias muito cool


Aqueles que adoram viajar mas detestam fazer os típicos programas turísticos que pouco se identificam com a realidade dos países que se visitam podem ficar tranquilos. Finalmente foi publicada uma pequena colecção de guias (ou "anti-guias", como já lhes chamam) que partilham a verdadeira história das cidades a que se referem. É o caso do "Estranho e maravilhoso guia de Lisboa", autêntico concentrado de segredos sobre a capital e seus habitantes. A luz tão especial de Lisboa, as festas do santo padroeiro, as lojinhas antigas que ainda resistem ou onde ouvir o verdadeiro fado são alguns desses segredos revelados por portugueses fruto de experiências pessoais, cujos textos e imagens se apresentam num grafismo apelativo e actual. Apenas publicado em inglês, o guia de Lisboa custa 19,99 euros e está disponível em http://lecoolbook.com
A colecção inclui guias dedicados a outras cidades como Amesterdão, Barcelona, Londres e Madrid.
Excelentes sugestões para os presentes de Natal (e não tarda já estamos a pensar neles).
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