Obrigada, Luisa!
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domingo, 4 de agosto de 2019
quarta-feira, 15 de maio de 2019
Marcadores de livros - 1346
Verso e reverso de um marcador magnético.
Obrigada, Luís.
E devido à informação de Justa (ver comentário) de que Antonio Machado nasceu numa parte deste palácio que estava alugada aos pais, vou completar o post com extratos de dois poemas autobiográficos desse grande poeta espanhol:
Mi infancia son recuerdos de un patio de Sevilla
y un huerto claro donde madura el limonero...
... Esta luz de Sevilla... Es el palacio
donde nací, con su rumor de fuente.
Mi padre, en su despacho. La alta frente,
la breve mosca, y el bigote lacio.
António Machado
domingo, 28 de abril de 2019
domingo, 24 de fevereiro de 2019
sábado, 29 de setembro de 2018
segunda-feira, 23 de julho de 2018
León Felipe: «¿Quién soy yo?»
Nos 50 anos do falecimento de Léon Felipe, a Fundación León Felipe y Acción Cultural Española (AC/E) com a colaboração da Junta de Castilla y León e o Ayuntamiento de Zamora organizaram esta exposição que está patente no Museo Etnográfico de Castilla y León até 30 de setembro.
A exposição é uma magnífica oportunidade para mostrar uma seleção de fotografias, pinturas, esculturas, jornais, livros e outra documentação, respeitante a esta personalidade relevante das letras espanholas, inserido no contexto histórico em que ele viveu.
Fiquei a saber que León Felipe era farmacêutico. Sempre vamos aprendendo umas coisas...
domingo, 15 de julho de 2018
Boa noite!
Poema de Rosalía hoje cantado por Isabel Silvestre, para não ser sempre na voz de Adriano.
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
sábado, 16 de dezembro de 2017
sexta-feira, 14 de julho de 2017
Parabéns, Palavras Daqui e Dali!
Porta da casa natal do poeta Xosé María Díaz Castro, em Vilariño dos Cregos (Guitiriz, Lugo).
PENÉLOPE
Un paso adiante i outro atrás, Galiza,
i a tea dos teus sonos non se move.
A espranza nos teus ollos se esperguiza.
Aran os bois e chove.
Un bruar de navíos moi lonxanos
che estrolla o sono mól coma unha uva.
Pro ti envólveste en sabas de mil anos,
i en sonos volves a escoitar a chuva.
Traguerán os camiños algún día
a xente que levaron. Deus é o mesmo.
Suco vai, suco vén, Xesús María!,
e toda cousa ha de pagar seu desmo.
Desorballando os prados coma sono,
o Tempo vai de Parga a Pastoriza.
Vaise enterrando, suco a suco, o Outono.
Un paso adiante i outro atrás, Galiza!
Xosé María Díaz Castro
Este postal foi enviado pela Luisa (a quem agradeço), para a Isabel, que faz o Palavras Daqui e Dali e que gosta de portas.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Marcadores de livros - 635
Este marcador vem com uns dias de atraso. Estava guardado para dia 24 de fevereiro: nos 180 anos de Rosalía de Castro, poetisa que muito aprecio.
Obrigada, Justa!
Para Justa e Luisa.
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
domingo, 8 de janeiro de 2017
sábado, 5 de novembro de 2016
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Boa noite!
Rocío Márquez canta «Coplas por la muerte de su padre» de Jorge Manrique. Este poema já aqui andou na voz de Paco Ibáñez.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
sexta-feira, 15 de julho de 2016
domingo, 26 de junho de 2016
Passeio no Bósforo - 3
con su capuz melancólico
de Stambul los alminares,
las mansas ondas del Bósforo;
La más apacible calma
reina en el Cuerno de Oro
y en él las mezquitas copian
sus gigantescos cimborrios
[...]
Antonio de Zayas
terça-feira, 17 de maio de 2016
Boa noite!
E para quem não saiba, Curros Enríquez traduziu alguns poetas (e não só) portugueses para espanhol.
No Dia das Letras Galegas.
No Dia das Letras Galegas.
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