Marcador com um pormenor das tapeçarias do Unicórnio do Castelo de Stirling, na Escócia.
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terça-feira, 6 de novembro de 2018
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
Marcadores de livros - 810
Tenture de la vie seigneuriale. Tapeçaria dos Países Baixos, lã e seda, ca 1520. Em cima: pormenor de O passeio; em baixo: pormenor de O banho.
Musée du Moyen Âge
segunda-feira, 13 de março de 2017
Um quadro por dia - 345
Esta Le Combat de Télémaque et d' Adraste é a mais bela das cinco tapeçarias de Bruxelas do séc.XVIII, em lã e seda, que decoravam desde 1903 um palácio aristocrático espanhol, compradas em Amsterdam como mostram os registos. Todas vendidas no leilão do recheio do dito palácio, terminado há três dias em Paris.
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Marcadores de livros - 500
Sete marcadores da tapeçaria La Dame à la Licorne, ca 1500.
Os dois de cima são em tecido.
Paris, Musée de Cluny
Nunca me canso de olhar para estas tapeçarias.
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Um quadro por dia
Não é um quadro claro, mas não fica aqui muito mal enquadrada esta L' Abattage dans les bois , tapeçaria da Flandres em lã e seda, 293x333cm, tecida entre 1460 e 1470 e conservada no castelo du Berry desde o século XVIII . Foi vendida em leilão, a 21 de Março, por € 475 000 .
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Para o JP
As Tapeçarias do Apocalipse valem por si mesmas uma visita ao castelo de Angers , tal é a sua beleza e riqueza simbólica . Encomendadas pelo duque Luís I de Anjou, irmão do rei Carlos V , ilustram o Apocalipse de São João e são o objecto de uma monografia exaustiva recentemente editada que se debruça sobre as suas origens, relata a história destes primeiros Valois bem como as fontes de inspiração da obra . A segunda parte do livro confronta o texto bíblico com a sua representação na composição .
Apocalypse , la tenture de Louis d'Anjou , sous la direction de Jacques Cailleteau et Francis Muel, Éditions du patrimoine, 275 p .
Um belo presente virtual ! :)
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Tapeçarias de Portalegre na obra de Vieira da Silva
A Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva apresenta, até 25 de out., em colaboração com a Manufatura de Tapeçarias de Portalegre, a exposição de tapeçarias de Maria Helena Vieira da Silva. A exposição, comissariada por Vera Fino, integra todas as tapeçarias realizadas na Manufatura, que pertencem a instituições e particulares, com exceção de Êxodo, de 1981, que pela sua dimensão não pode ser exposta no espaço do museu.
http://fasvs.pt/exposicoes/exposicoesview/200
http://fasvs.pt/exposicoes/exposicoesview/200
terça-feira, 10 de junho de 2014
As vozes
Após a MR ter colocado o livro A Dama e o Unicórnio de Teresa Horta que tinha uma vontade imensa de o ler, ver e ouvir. Só hoje vi e li a beleza que guarda o livro.
Agora compro livros de forma mais controlada mas este provocou a compra impulsiva. Agradeço a MR.
Tornou-se uma recordação deste dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
A História coloca este problema dos que são invisíveis.
A posse ou o espírito de posse talvez seja horrível
mas há livros que despertam este sentimento.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Tapeçaria de Bjørn Wiinblad
Bjørn Wiinblad (20 setembro 1918 - 8 junho 2006) é um pintor dinamarquês que também realizou cartões para tapeçarias. Esta, que escolhi para vinheta, denominada Verona (mas que bem poderia ser o símbolo de Maio), foi feita em Portugal, numa série de 18 exemplares.
Bjorn Wiinblad - Verona, tapeçaria, c. 1979. 160.5 x 111
terça-feira, 20 de maio de 2014
Primavera, mas pouco

Ficha técnica:
Seasons and Elements
(Spring) (set of four) Possibly after a design
by Charles Le Brun
(French, Paris 1619–1690 Paris),
Metropolitan Museum of Art
Metropolitan Museum of Art
Designer: Border probably designed by Jean Lemoyen le Lorrain (1637/38–1709)
Patron: Commissioned for Marquise de Montespan (1641–1707)
Date: ca. 1683
Culture: French, Paris
Medium: Canvas; silk, wool, and metal-thread embroidery in tent stitch (316
stitches per sq. inch, 49 per sq. cm.)
Dimensions: L. 164 x W. 108 inches (416.6 x 274.3 cm)
Classification: Textiles-Embroidered
Credit Line: Rogers Fund, 1946
Accession Number: 46.43.1
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Frutos
Frutos (século XVIII), Igreja do Colégio de Santo António da Pedreira,
Casa de Infância Doutor Elysio de Moura
Tapeçaria proveniente da Sé de Coimbra, detalhe, 1525-1550, Bruxelas
MNMC
Cada dia
Cada dia é mais evidente que partimos
Sem nenhum possível regresso no que fomos,
Cada dia as horas se despem mais do alimento:
Não há saudades nem terror que baste.
Sophia de Mello Breyner Andresen, in Coral
sábado, 17 de agosto de 2013
Maria Keil: De Propósito
Autorretrato.
Família de José Gomes Ferreira.
Painel de azulejo.
Lisboa, Museu Nacional do Azulejo
Sem título, anos 40
Col. Família Palma de Melo
(Lembra a lebre de Dürer)
Estudos para pintura alusivas às comunicações para os CTT do Funchal, 1942
Col. particular
Mobiliário desenhado por Maria Keil para as Pousadas de Portugal.
Outro mobiliário desenhado por Maria Keil.
Pescador da Barca Bela.
Tapeçaria de Portalegre, 1949
Col. Richard Donald Lewis
Cartões e uma tapeçaria.
Autorretrato que se encontra no final da exposição.
Magnífica exposição sobre a obra de Maria Keil. Dado que já por diversas vezes coloquei ilustrações de MK e azulejos do Metro de Lisboa, neste blogue, escolhi outras áreas em que ela é menos conhecida.
O catálogo sairá em setembro.
Na Cidadela de Cascais até 27 out.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Tapeçarias de Dom Robert
A arrumar postais encontrei estes três de tapeçarias de Dom Robert. Comprei-os em França. Terá sido em Saint-Germain-en-Laye? Já não me lembro. Não conhecia este monge beneditino que se dedicou a pintar cartões para tapeçarias. Podem saber mais sobre ele em: http://www.domrobert.com/
La chasse aus papillons
L'automne
Roméo
domingo, 6 de janeiro de 2013
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Tantos a procuram...
... e afinal já foi vendida : A Fonte da Juventude, uma bela tapeçaria de Tournai do início do séc.XVI vendida o mês passado em Paris por quase 250.000 euros.
sábado, 15 de setembro de 2012
Um quadro por dia
Na verdade, este Le Triomphe d' Apollon é uma tapeçaria de Bruxelas, do atelier de Leyniers ou do de Van Den Borght da primeira metade do séc.XVI. São 340x545cm de lã e seda.
Vai hoje à praça, no Hôtel Bristol, em Paris, com uma base de licitação entre 150.000 e 220.000 euros.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
PALÁCIO FORA DE HORAS
Conhecidas na Europa através das biografias de Plutarco e Quinto Cúrcio, a vida e a lenda de Alexandre Magno foram temas muito apreciados na arte europeia. A versão do tema História de Alexandre criada em 1680 por Charles Le Brun (1619-1690), um verdadeiro programa pictórico de exaltação das virtudes de Luís XIV (1738-1715), revelou-se um sucesso sem precedentes. A epopeia de Alexandre da Macedónia foi representada em diferentes registos artísticos e reproduzida em tapeçaria na Real Manufactura dos Gobelins. Nos séculos XVII e XVIII, e sobretudo em oficinas de tapeceiros franceses e flamengos, os cartões do pintor foram copiados e reinterpretados em diversificadas versões e em numerosas edições.
No Palácio Nacional da Ajuda estão conservados doze exemplares tecidos segundo os protótipos de Le Brun. Os episódios ilustram diversas facetas do herói macedónio como a sua magnificência, a clemência para com os vencidos ou a sua exemplar estratégia militar.
Seis destas tapeçarias encontram-se em reserva, outras seis revestem as paredes da Sala do Despacho. Provenientes das antigas colecções da Coroa, foram adaptadas à sala em 1862, por ocasião das remodelações do Palácio da Ajuda que precederam o casamento de D. Luís com D. Maria Pia de Sabóia.
Visita por Manuela Santana
Conservadora das Colecções de Têxteis e Traje
Terça-feira | 28 de Fevereiro | 18h306€ | Marcação prévia
Contactos:
pnajuda.manuelasantana@imc-ip.pt
www.palaciodaajuda.imc-ip.pt
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Pastrana e Beja

Visitei por duas vezes a muito recomendável exposição das Tapeçarias de Pastrana, peregrinação obrigatória, até 12 de Setembro, quanto mais não seja por obviar à necessidade de uma deslocação até este pueblo manchego.
Além das peças principais e do "residente de honra", o conjunto dos Painéis, está exposto um pequeno (mas significativo) conjunto de objectos, supostamente unificados em torno de D. Afonso V.
Se a cadeira do Varatojo tem tradição veneranda nesse sentido, sendo igualmente pacífico o retrato que se encontra hoje em Estugarda (na que já vi designada em publicação por Biblioteca de Landes...), o mesmo já não sucede com a maior surpresa que tive (a presença em Portugal do Grande Armorial Equestre do Tosão de Ouro) e, mais certamente, com o fecho de uma abóbada, do espólio do Museu de Évora.

Esta última peça provém das colecções de D. Frei Manuel do Cenáculo e considera-se no belo catálogo (onde até a capa é deliciosa) ter pertencido a igreja pacense, primeira diocese deste mecenas da cultura alentejana e nacional, isto por via do material de que é feita e das circunstâncias do seu achamento.
Considerando-se basilarmente como uma cabeça régia, por via do falso silogismo que concluir que "o que tem coroa é rei", o Catálogo, neste particular pela pena do Dr. Joaquim Caetano, Director do Museu de Évora (que estou com muitas ganas de revisitar), opina tratar-se de D. Afonso V, isto a partir da presença do rodízio, conhecidíssima empresa (emblema individual) do Rei Africano, aliás bem patente também e profusamente nas Tapeçarias (mas também no Varatojo, na Batalha, etc.). A presença da espada, como que apontada ou atravessando a boca do "rei", depois de breve alusão a moeda deste monarca denominada espadim (mas com iconografia inteiramente distinta, não se percebendo qual pudesse ser a relação), é explicada através de uma curiosa (mas demasiado elaborada) hipótese.
Assim, conclui-se aventando que o artífice autor desse fecho de abóbada, eventual apoiante do Infante D. Pedro na crise que culminou em Alfarrobeira, teria encontrado maneira de, assim, "danar" a memória do rei, a quem culparia pela morte do tio.
Como em tudo na vida, parece-me que a velha lâmina de Ockham presta-nos grandes serviços. A explicação em causa, curiosa e interessante que é, não deixa de ser desnecessariamente complicada, centrando-se aliás no que creio ser um falso pressuposto, ou seja, de quem usa coroa é rei.
Em primeiro lugar, não me parece muito razoável supor uma actividade subversiva do género em obra de cariz público e por encomenda. Sendo certo que o Rei Africano não tinha o carácter violento do filho, não sei se esta vilipendiação pública da imagem régia seria assim tão bem aceite, pela comunidade frequentadora da incógnita igreja, e, especialmente, pelo dono de obra, que pagaria (ou não) o (mau) serviço prestado.
Por outro lado, nesta explicação detecto um eco das explicações simplistas da referida crise, burguesia e operariado do lado do Infante. Ora, se bem me recordo (mas não fui confirmar), se há registo do perdão posterior de muitos obreiros por lutarem ao lado de D. Pedro (e, mais uma vez, salvo erro, o nosso amigo Saúl atribui a esta participação uma quebra posterior na vitalidade da Batalha, de que é justíssimo cidadão honorário), nas vésperas de Alfarrobeira houve uma tentativa de resistência à passagem pelo Mosteiro do ex-regente, organizada pelos mestres e obreiros, a qual se terá gorado pela opinião contrária dos frades dominicanos.
Se a espada seria visível quando colocada a peça a fechar a abóbada, mais visível ainda seria em terra, aquando da sua feitura. Não é, na verdade, um grafito anónimo, mas uma peça relevante, que se pretenderia ver paga (e, assim, reconhecida a autoria).
A explicação mais simples deve ser a verdadeira. E qual seja ela? Bom, pela minha parte proponho Santa Catarina de Alexandria, podendo a figura ser masculina como feminina (em qualquer caso, não sendo muito feliz). Representada muitas vezes com coroa, o rodízio pode ser perfeitamente a conhecida roda de navalhas e a espada é outro dos seus atributos, já que foi o seu instrumento final de martírio. Há uma escultura no MNAA que a representa precisamente assim, coroada, segurando uma espada e tendo ao lado a roda, em heráldica chamada de S. Catarina, precisamente.
Se assim for, cessam as objecções colocadas no Catálogo à datação, feita em catálogo de exposição anterior por Paulo Pereira, que a atribuía ao período manuelino, objecções essas que assentavam na identificação do rodízio de D. Afonso V (mas, em qualquer caso, esquecendo a possibilidade de representação póstuma: veja-se o caso da Sé de Viseu, em que se representa o rodízio como homenagem de D. Diogo Ortiz de Vilhegas, já entrado o século XVI, ao Rei Africano).
Em suma, quem não foi, vá e quem já foi, volte!
Desculpem este arrazoado, o armorial fica para amanhã! A "culpa" é de JAD, a quem registo a minha gratidão por ter querido saber a opinião deste curioso! Bom dia!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Tapeçarias de Luís XIV
Esta gravura faz parte do livro de que ontem apresentei o "Girassol".
Fica aqui o "link" para os que desejarem ver todo o livro:
Tapisseries du roy, ou sont representez les quatre elemens et les quatre saisons : avec les devises qvi les accompagnent et leur explication = Königliche französische Tapezereyen, oder überaus schöne Sinn-Bilder, in welchen die vier Element, samt den vier Jahr-Zeiten, neben den Dencksprüchen und ihren Ausslegungen, vorgestellet werden
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