Prosimetron

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sábado, 2 de setembro de 2017

Para o Filipe

José Gallegos Y Arnosa, Coro de niños en Sevilla, 1904,

Real Academia de San Fernando



Podemos escutar Bach. ( Trouxe de Madrid)


Os meus franceses - 569

Pratos da cozinha francesa - 3

 © teleginatania - iStockphoto

Em 12 de julho de 1788, as entidades municipais de Gap (Hautes-Alpes) degustaram um prato até então desconhecido e que lhes foi servido pelo lugar-tenente do Delfinado (Dauphiné): batatas à la dauphinoise. Cortadas em rodelas as batatas são cozidas no forno com alho e natas, Há uma variante em que as natas são substituídas por caldo e junta-se uma folha de louro.
Gosto muito de gratin dauphinois e já há muito que não faço. Esta receita parece ser mais rápida de confecionar.


Marcadores de livros - 811

Estes marcadores plásticos e todos recortados são uma beleza. Tenho uma mão deles mas nenhum destes. 

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Os meus franceses - 566

Marcadores de livros - 808

Pormenor de uma foto de Gustave Le Gray.

Gustave Le Gray é considerado o mais importante fotógrafo francês do século XIX.


Paris: rue de Berne

Manet - Rue de Mosnier com bandeiras, 1878 
Manet - Rue de Mosnier com calceteiros, 1878

Manet pintou estes dois quadros da rue de Mosnier que, em 1884, se passou a chamar rue de Berne. Fica no Bairro Europa.
Édouart Manet viveu no n.º 4 da rue de Saint-Pétersbourg, via na qual começa a rue de Berne.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Os meus franceses - 565


Lusitânia no Bairro Latino

Júlio Pomar - Lusitânia no Bairro Latino. Retratos de Mário de Sá Carneiro, Santa-Rita Pintor e Amadeo de Sousa Cardoso, 1985

Guias - 19

Paris: Flammarion, 2016
As melhores moradas de François Busnel. Em que livrarias pode encontrar os livros que pretende? Em que bar ou jardim encontra alfarrabistas? No caminho, que locais literários pode encontrar? 
François Busnel convida-o a flâner por Paris.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Os meus franceses - 564


As Tulherias

Postal de 1976.

Camélia Jordana e Bertrand Belin cantam um poema de Victor Hugo, musicado por Colette Magny.

Bonjour!


«Pela manhã desci o boulevard até à Rue Soufflot para tomar café e um brioche. Estava uma manhã linda. Os castanheiros do Jardim do Luxemburgo estavam em flor. Sentia-se a agradável expectativa matinal de um dia quente. Com o café, li os jornais […].»
Hemingway – O sol nasce sempre (Fiesta). Carnaxide: Livros do Brasil, 2007, p. 55

domingo, 27 de agosto de 2017

Os meus franceses - 563


Nas montras de Paris - 24

Paris: Gallimard, 2017
€25,00

A tradução francesa do novo romance de Pamuk, acabada de sair. Quase 700 páginas.
Mevlut Karatas deixou a sua aldeia da Anatólia para se instalar nas colinas que cercam Istambul. Ele vende boza, uma bebida fermentada popular entre os turcos. Mas Istambul cresce e o raki (considerada a bebida nacional da Turquia) detrona o boza. Enquanto os seus amigos ampliam as suas casas e casam, Mevlut continua na mesma. Durante toda a vida, Melvut irá andar pelas ruas como vendedor ambulante, sendo a rua o local privilegiado para ver um mundo em transformação. 
Através de Mevlut e dos seus amigos, Orhan Pamuk descreve o desenvolvimento dos últimos 50 anos  (de 1969 a 2012) da fascinante megacidade de Istambul. Esta Coisa estranha em mim é ao mesmo tempo a cidade e o amor, a história de um homem determinado a ser feliz.
E Didier Jacob entrevista Pamuk em L'Obs.



Marcadores de livros - 807


Bonjour!


sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Os meus franceses - 561


O Chiado


Há 28 anos, a 25 de Agosto de 1988, um incêndio destruía quase por completo os armazéns Grandella e Chiado, em plena baixa lisboeta. Duas pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas. No total, 18 edifícios ficaram destruídos. O inquérito levantado pela Polícia Judiciária sobre o incêndio foi arquivado em 1992.

Esta fotografia data de meados dos anos 60.

Philippe Hugonnard: Montmartre


Marcadores de livros - 805


Guerreiros de Xian

As esculturas eram originalmente pintadas com cores vivas. Hoje restam apenas algumas com umas cores muito pálidas.

Quando um grupo de agricultores começou a escavar à procura de água em Xian, na China, deparou-se com uma imensidão de figuras de terracota que estavam no interior do mausoléu de Qin Shi Huang, primeiro imperador da China. A descoberta aconteceu em 1974 e as escavações que se seguiram desenterraram cerca de 8000 guerreiros, cavalos, armas e carruagens. 
A exposição Terracotta Army, Guerreiros de Xian com réplicas destas figuras de terracota está na Cordoaria Nacional  até 10 de setembro.
Há uns anos vi esta exposição, ou similar, na falecida Pinacoteca de Paris. Voltei agora a vê-la.