Prosimetron

Prosimetron

terça-feira, 5 de setembro de 2017

A arte do retrato - 231


É de Sir Peter Lely, o grande retratista inglês já trazido a estas páginas por vários prosimetronistas e pintor régio de Carlos II, este desenho que depois de estar em várias grandes colecções britânicas acabou em França, onde foi vendido em Nantes a 13 de Junho por 520 000 euros, bem acima da avaliação inicial de 15 000 euros ...

Lá fora - 319




Foi em 2012 que o Centre Pompidou recebeu do casal milionário Daniel e Florence Guerlain uma doação excepcional de 1200 obras sobre papel, uma parceria que agora se estende à celebração dos 10 anos do Prix de dessin de la Fondation d' art contemporain Daniel & Florence Guerlain com uma mostra das obras de todos os vencedores ( Silvia Bachli, Marcel van Eeden, Ciprian Muresan, Charles Avery, etc ) no piso 4 do Centro Pompidou, cuja dita colecção Guerlain até já foi visitada por prosimetronistas :)


Les 10 ans du Prix de dessin de la Fondation d'art contemporain Daniel & Florence Guerlain, até 11 de Setembro, na Galerie d' Art graphique du Centre Pompidou.


Um quadro por dia - 379


Um dos melhores pintores britânicos do séc.XIX, George Frederic Watts ( 1817-1904 ) , era fascinado pelo mito de Orfeu e Eurídice, que representou pelo menos oito vezes. Esta versão, 56x76cm, é de 1870 e esteve na posse de Lilian Chapman, filha adoptiva do pintor, e dos seus descendentes até 1992 quando foi vendida pela primeira vez. No passado mês de Julho foi vendida outra vez, na Sotheby's de Londres, por 320 000 libras .

Humor pela manhã



Cabe sempre mais qualquer coisinha ... :)

Nas montras de Paris - 25

Paris: Gallimard, 2017
€35,00

Ainda há poucos dias saiu Cette chose étrange en moi e agora uma nova edição de Istanbul com 200 fotografias, algumas novas em relação às edições anteriores. Eu tenho a edição portuguesa, também ilustrada, deste livro fascinante, de modo que não me vou abalançar a um duplicado, até porque o livro é grande  e pesado.

Le Grand Condé: Le rival du Roi-Soleil?


É a primeira exposição dedicada a Luís II de Bourbon, príncipe de Condé, mais conhecido como o Grand Condé.
Primo de Luís XIV, rivalizou com o rei em vários domínios, como os artísticos e culturais, fazendo do palácio de Chantilly um "Anti-Versailhes", mais livre e tolerante.
Esta exposição, que reúne cerca de 120 peças, é uma oportunidade para descobrir as jóias da sua coleção de pintura, onde mestres como Van Dyck emparceiram com os maiores pintores do reinado de Luís XIV, como Le Brun ou Mignard. O Grand Condé foi também um amante de literatura e teatro, tendo recebido Molière, Racine, Boileau e La Fontaine na sua casa de Chantilly.
Pode ser vista até 2 de janeiro de 2018 em Chantilly.


Bom dia !

Bonjour!

Henri Dès é um cantor suíço francófono.

domingo, 3 de setembro de 2017

Os meus franceses - 570


Nas montras de Paris - 24

Orléans: Paridigme, 2017
€22,00

«Gastronomie et littérature sont intimement liées dans la société gourmande du XIXe siècle. Balzac, Baudelaire, Flaubert, Hugo, Maupassant et Zola entretiennent ainsi un dialogue fructueux avec les gastronomes de l'époque, imitant de très près leur discours si caractéristique. Romans et nouvelles évoquent l'art culinaire du temps, les aspects sociaux et moraux de l'alimentation, les contraintes de l'étiquette, la question du corps du mangeur et la relation entre gourmandise et érotisme. Relues dans cette optique, les oeuvres littéraires s'avèrent une contribution originale à la discussion sur l'art de la bonne chère. Car ces écrivains ont beau participer au culte de la gourmandise célébré par leur siècle, ils n'en dénoncent pas moins, grâce à une écriture largement ironique, nombre d'ambivalences. En passant au crible de son érudition la place de la "société gourmande" et de sa sémantique dans la littérature du XIXe siècle, Karin Becker propose une relecture passionnante et inattendue des plus grands romans du "siècle bourgeois". Du culte de la bonne chère et de son rapport à l'érotisme jusqu'aux descriptions en trompe-l'oeil de la culture gastronomique, les romanciers usent de leur art de la plume pour ironiser et égratigner en toute subtilité les travers et les dérives d'une société bourgeoise fascinée par le mythe de la gourmandise...»

Marcadores de livros - 812

A construção da Torre Eiffel.
Fotos de Durandelle.

sábado, 2 de setembro de 2017

Para o Filipe

José Gallegos Y Arnosa, Coro de niños en Sevilla, 1904,

Real Academia de San Fernando



Podemos escutar Bach. ( Trouxe de Madrid)


Os meus franceses - 569

Pratos da cozinha francesa - 3

 © teleginatania - iStockphoto

Em 12 de julho de 1788, as entidades municipais de Gap (Hautes-Alpes) degustaram um prato até então desconhecido e que lhes foi servido pelo lugar-tenente do Delfinado (Dauphiné): batatas à la dauphinoise. Cortadas em rodelas as batatas são cozidas no forno com alho e natas, Há uma variante em que as natas são substituídas por caldo e junta-se uma folha de louro.
Gosto muito de gratin dauphinois e já há muito que não faço. Esta receita parece ser mais rápida de confecionar.


Marcadores de livros - 811

Estes marcadores plásticos e todos recortados são uma beleza. Tenho uma mão deles mas nenhum destes. 

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Os meus franceses - 566

Marcadores de livros - 808

Pormenor de uma foto de Gustave Le Gray.

Gustave Le Gray é considerado o mais importante fotógrafo francês do século XIX.


Paris: rue de Berne

Manet - Rue de Mosnier com bandeiras, 1878 
Manet - Rue de Mosnier com calceteiros, 1878

Manet pintou estes dois quadros da rue de Mosnier que, em 1884, se passou a chamar rue de Berne. Fica no Bairro Europa.
Édouart Manet viveu no n.º 4 da rue de Saint-Pétersbourg, via na qual começa a rue de Berne.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Os meus franceses - 565


Lusitânia no Bairro Latino

Júlio Pomar - Lusitânia no Bairro Latino. Retratos de Mário de Sá Carneiro, Santa-Rita Pintor e Amadeo de Sousa Cardoso, 1985

Guias - 19

Paris: Flammarion, 2016
As melhores moradas de François Busnel. Em que livrarias pode encontrar os livros que pretende? Em que bar ou jardim encontra alfarrabistas? No caminho, que locais literários pode encontrar? 
François Busnel convida-o a flâner por Paris.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Os meus franceses - 564


As Tulherias

Postal de 1976.

Camélia Jordana e Bertrand Belin cantam um poema de Victor Hugo, musicado por Colette Magny.

Bonjour!


«Pela manhã desci o boulevard até à Rue Soufflot para tomar café e um brioche. Estava uma manhã linda. Os castanheiros do Jardim do Luxemburgo estavam em flor. Sentia-se a agradável expectativa matinal de um dia quente. Com o café, li os jornais […].»
Hemingway – O sol nasce sempre (Fiesta). Carnaxide: Livros do Brasil, 2007, p. 55

domingo, 27 de agosto de 2017

Os meus franceses - 563


Nas montras de Paris - 24

Paris: Gallimard, 2017
€25,00

A tradução francesa do novo romance de Pamuk, acabada de sair. Quase 700 páginas.
Mevlut Karatas deixou a sua aldeia da Anatólia para se instalar nas colinas que cercam Istambul. Ele vende boza, uma bebida fermentada popular entre os turcos. Mas Istambul cresce e o raki (considerada a bebida nacional da Turquia) detrona o boza. Enquanto os seus amigos ampliam as suas casas e casam, Mevlut continua na mesma. Durante toda a vida, Melvut irá andar pelas ruas como vendedor ambulante, sendo a rua o local privilegiado para ver um mundo em transformação. 
Através de Mevlut e dos seus amigos, Orhan Pamuk descreve o desenvolvimento dos últimos 50 anos  (de 1969 a 2012) da fascinante megacidade de Istambul. Esta Coisa estranha em mim é ao mesmo tempo a cidade e o amor, a história de um homem determinado a ser feliz.
E Didier Jacob entrevista Pamuk em L'Obs.



Marcadores de livros - 807


Bonjour!