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quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Marcadores de livros - 1490


«Attendre. Toute la sagesse humaine est dans ce seul mot. Le plus grand, le plus fort, et le plus adroit surtout est celui qui sait attendre.»
Alexandre Dumas - La reine Margot

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Em memória do João Mattos e Silva

Uma camélia de Watts, pois ainda não vi camélias este ano.

George Frederic Watts, Ellen Terry ('Choosing'), National Portrait  Gallery, Londres

Ellen Terry ('Choosing'), by George Frederic Watts, 1864 - NPG 5048 - © National Portrait Gallery, London



“Aconteça o que acontecer, nada apaga da memória a criança que um dia fomos.”,
Alexandre Dumas (filho)



sábado, 20 de julho de 2013

Vidas que deram livros

 François Picaud, que ainda vivia em Paris em 1807, o sapateiro traído e condenado que se apoderou de um tesouro em Milão e cuja terrível vingança nos 10 anos seguintes inspirou a Dumas o Conde de Monte-Cristo.


Delphine Delamare ( 1812-1848 ), nascida Couturier, a burguesa entediada, adúltera e suicida que foi o modelo da Madame Bovary de Flaubert. O bom estado desta pedra tumular não engana : é uma placa comemorativa, pois que a verdadeira pedra tumular foi vendida pelo coveiro do cemitério de Ry a um americano rico ainda no séc.XIX quando o romance flaubertiano se tornou muito popular...

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Mais Dumas


Em 1860, acompanhando as tropas de Garibaldi, Alexandre Dumas instala-se em Nápoles e mergulha no mundo da Camorra, acabando por escrever estes textos, que se mantiveram inéditos até à presente publicação a cargo da Librairie Vuibert.
O manuscrito esteve disperso por vários cantos da Europa, acabando finalmente reunido nesta 1ªedição graças aos esforços do grande dumasiano Claude Schopp.

domingo, 9 de outubro de 2011

Os três mosqueteiros


Uma nova adaptação de Os três mosqueteiros ao cinema vai estrear em breve nas salas portuguesas.

sábado, 8 de outubro de 2011

O Conde de Monte-Cristo como exemplo

Lisboa : Guimarães, 193-?
Lisboa: Romano Torres, 1980, vol. 1
Capa José Antunes

«A literatura pode ser ao mesmo tempo um entretenimento e uma forma de reflexão. [...]
«Por exemplo, um romance como O Conde de Monte Cristo: é o clássico romance-folhetim de aventuras, divertido, para o entretenimento das massas. Mas uma leitura inteligente sobre a vingança, o destino, a solidão, a morte, a velhice, a tragédia. Em literatura tudo é compatível. Por isso, ao longo de toda a minha vida tenho tentado compatibilizar nos meus livros a diversão e a reflexão.
- É também isso que pede no papel de leitor?
«Um livro que me faça reflectir mas que me aborreça não me serve. Preciso que o livro, além de me fazer reflectir, me divirta, que crie em mim aquele estado de ansiedade do leitor que sente a necessidade de ir virando a página, que se apaixona pelos personagens, que vive com eles. Preciso de acção e de reflexão ao mesmo tempo. Quer como leitor, quer como autor.»
Arturo Pérez-Reverte
entrevista a Carlos Vaz Marques, in Ler, lisboa, Jun. 2011, p. 27

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O que 'comemos' enquanto lemos...


«Foi com Alexandre Dumas que comi as melhores omeletas com toucinho.»
Jacques Laurent (1919-2000) [nasceu em Paris a 5 de Janeiro]

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Heróis da Literatura - 3

( A melhor biografia que conheço do verdadeiro D'Artagnan é esta de Jean-Christian Petitfils, notável historiador francês, e da qual foi lançada recentemente uma edição de bolso, ao preço mais simpático de €9, pela Tallandier)
( Castelo de Castelmore, em Lupiac, local de nascimento e infância do verdadeiro D'Artagnan )
( Estátua de D'Artagnan, em Maastricht, Países Baixos. )


J'ai perdu d'Artagnan en qui j'avais la plus grande confiance et m' était bon à tout. D'Artagnan et la gloire ont le même cercueil.



( Este belo epitáfio consta de uma carta escrita em Junho de 1673 por Luís XIV para a sua mulher, Maria Teresa de Áustria, após o cerco de Maastricht. )



É sempre bom começar pelo princípio, o que no caso dos meus heróis literários passa necessariamente por D'Artagnan, o quarto mosqueteiro. Infelizmente, não está em Lisboa a primeira edição dos 3 Mosqueteiros que li, e esqueci-me de a trazer, mas posso garantir-vos que está gasta pelo uso. Lida e relida. A minha paixão dumasiana, e creio que mesmo o meu grande interesse pelo Siècle de Louis XIV, para usar o título da obra de Voltaire, nasceu com a leitura desta obra-prima do prolífico e prodigioso Alexandre Dumas.
Comecemos pelos factos, antes da ficção. Foi no castelo que está acima, o castelo de Castelmore, que nasceu, entre 1611 e 1615, o verdadeiro D'Artagnan: Charles Ogier de Batz-Castelmore, filho de Bertrand de Batz e de Françoise de Montesquiou d' Artagnan, que foi para Paris ser Mosqueteiro do Rei e acabou sendo uma personagem importante no reinado de Luís XIV, já que tinha a confiança deste monarca.
Foi D'Artagnan quem prendeu Fouquet, o famoso "ministro das Finanças" caído em desgraça, tal como foi também a ele que o rei confiou a detenção de Lauzun, o amigo de Luís XIV que olhou muito alto, querendo casar com a Grande Mademoiselle, a riquíssima prima direita do rei.
Mas Charles d'Artagnan não foi apenas um homem da corte, tendo sido também um competente soldado, carreira que o levou a perecer no Cerco de Maastricht de 1673, uma das muitas e ruinosas campanhas militares do Rei-Sol.
Apesar de todos estes feitos, que lhe garantiram um lugar na história francesa, creio que seria mais um nome esquecido no meio de tantos outros que ocupam os rodapés da História.
Não fora um dia de Junho de 1843, e aqui começa a segunda vida de D'Artagnan: foi nesse ano e mês que um escritor chamado Alexandre Dumas descobriu na biblioteca de um amigo umas memórias de um antigo companheiro de armas e amigo de D'Artagnan e pediu o livro emprestado ( que nunca devolveu...) já que tinha ficado fascinado com as façanhas destes quatro mosqueteiros ( Aramis, Athos e Porthos foram baseados em reais amigos de Charles d'Artagnan ).
Como é sabido, seguiu-se uma das mais duráveis e apaixonantes trilogias literárias ( Os Três Mosqueteiros, 20 Anos Depois e o comovente O Visconde de Bragelonne ), que fez, no entanto, vários entorses à História ( D'Artagnan a ser mosqueteiro no reinado de Luís XIII, e inimigo de Mazarin, ou o pretenso romance entre Ana de Áustria e o duque de Buckingham, entre outros).
Trilogia literária esta que no século seguinte se tornou das obras mais adaptadas ao cinema, embora nem sempre com igual padrão de qualidade.
E o interesse cinematográfico não esmoreceu, já que em 2011 estreará mais uma adaptação de Os Três Mosqueteiros, segundo li muito fiel à obra, estando já disponíveis no YouTube fotografias das filmagens, que estão infra.
D'Artagnan, meu primeiro herói literário, foi o catalisador de várias outras paixões minhas: o romance histórico ( e a descoberta de Sir Walter Scott foi outra "febre"), a História de França, Luís XIV e o seu século ( e a descoberta do duque-memorialista, Louis de Saint-Simon, foi um outro coup de foudre ). Paixões que levam quase três décadas de existência, e que tiveram altos e baixos como acontece com todas as paixões, mas permanecem.



sábado, 13 de novembro de 2010

E d'A Ilha do Tesouro viaja-se até Dumas


Ed. 1936
http://purl.pt/301/1/dumas-resumos/visconde-bragelone.html

«Mais qu'est-ce que l'attente, sinon une sorte de folie,
et que'est-ce que la folie, sinon un excès d'espoir?
»
Alexandre Dumas
In: Le Vicomte de Bragelonne

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Novidades - 147 : Dumas Pai

- Castelo de Monte-Cristo, Port-Marly, mandado edificar pelo genial escritor.

Já por várias vezes aqui falei desta fantástica colecção Dictionnaire amoureux, da Plon, à medida que vai sendo publicado cada volume. Desta vez, a escolha do tema recaiu sobre Alexandre Dumas, dicionarizado pelo grande historiador e dumasiano Alain Decaux.
E o lançamento foi celebrado com um jantar requintado no castelo de Monte-Cristo, a residência que a obra de Dumas pagou e que os seus admiradores têm ajudado a preservar, especialmente de interesses imobiliários...
Dictionnaire amoureux de Alexandre Dumas, Alain Decaux, Plon, 636p, €23.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Sabiam?


Alexandre Dumas - O Conde de Monte-Cristo. Lisboa : Guimarães, ca 1930

«Há um século, nas tabaqueiras cubanas onde se faziam os charutos, havia alguém que em vez de manipular as folhas de tabaco folheava um livro. Era o "lector de tabaquera", lendo em voz alta para os torcedores das folhas. Liam-se romances de aventuras (daí, um dos charutos mais conhecido ser "Montecristo", do conde de Dumas), e, sobretudo, o "Germinal" de Zola. Neste, a classe operária, nas minas de carvão do Norte de França, aprende a organizar-se e decide-se entre marxistas e anarquistas. Diz-se que esse passado de "ouvidor" de romances de consciência social fez dos cubanos revolucionários mais tarde. [...]»
Ferreira Fernandes
In «Victor e Soledad ainda se amam?», DN, Lisboa, 20 Set. 2010, p. 56http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1666588&seccao=Ferreira%20Fernandes&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco
Eu desconhecia.

domingo, 18 de julho de 2010

Escritores-fantasmas

A propósito do filme de Polanski, recentemente estreado, O Escritor Fantasma, o último JL dedicou algumas das suas páginas a este tema. Os escritores-fantasmas para quem não saiba são escritores que escrevem livros na primeira pessoa em nome de outros, especialmente personalidades do mundo do desporto e do espectáculo. Fiquei a saber que hoje também já se escrevem romances nos mesmos moldes.
O JL entrevista alguns escritores-fantasmas, como João Pedro George e Sara Rodrigues e refere «o célebre caso do francês Paul-Loup Sulitzer, que depois de ter ganho prémios e tudo, viu a sua autoria a descoberto, quando se suspeitou, em directo, no programa televisivo Apostrophes, de Bernard Pivot, que os seus aclamados livros tinham saído da pena de um ghost writer(14 Jul. 2010, p. 10) Desconhecia este caso. Mas o artigo não fala, por exemplo, de dois escritores conhecidíssimos: Enid Blyton e Alexandre Dumas.
Segundo se diz, Enid Blyton teria uma ou mais pessoas que teriam escrito alguns dos seus livros, mas que nunca deram a cara.

Auguste Maquet, litografia de C. Faber, 1847
Quanto a Alexandre Dumas, há dúvidas se Auguste Maquet seria apenas seu colaborador ou se teria sido um ghost writer.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Novidades - 137


Os 40 anos de investigações dumasianas de Claude Schopp, sem exagero o maior especialista vivo sobre Dumas Pai, não cabem neste volume apesar das 660 páginas do mesmo. Li que já está a ser preparado um segundo volume...
Dictionnaire Dumas, Claude Schopp, CNRS Éditions, 2010, 660p, €35.

domingo, 16 de maio de 2010

Clássicos 3 1/2

Lisboa: Portugália, s.d. (Biblioteca dos rapazes)

«Numa divertidíssima conversa publicada há umas semanas no El País, os escritores Mario Vargas Llosa e Arturo Pérez-Reverte entretêm-se a discorrer sobre as suas relações com a literatura infanto-juvenil. O pretexto é a estreia literária de ambos no género, e o que um e o outro, separados no tempo por uns doze anos bem medidos, têm a dizer evoca recordações em quem tenha nascido em meados do século passado. Pérez-Reverte, por exemplo, revela-se um defensor das adaptações de clássicos para o público juvenil: "É graças a elas que muitos de nós chegámos aos grandes autores. Uma boa adaptação leva-te ao clássico integral."
«Aconteceu comigo, sobretudo em relação a A Ilha do Tesouro, de Stevenson, que havia de tornar-se um dos livros da minha vida (mas também com Peregrinação e a Odisseia, adaptados por João de Barros). Ao texto integral de Stevenson só cheguei por volta dos 20 anos; antes, tinha conhecido o livro em versão abreviada, numa colecção infanto-juvenil, a Colecção Histórias da Editorial Ibis, que alternava pedaços seleccionados com ilustrações. Nesta série, lembro-me ainda do Rob Roy e do Ivanhoe, mas Walter Scott nunca foi autor da minha preferência (estas foram, curiosamente, as primeiras leituras de Vargas Llosa). [...]
«Os dois autores coincidem na exaltação de Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas. "O livro, diz Pérez-Reverte, levava-te à História, às paixões, à amizade, havia de tudo, sem excluir a traição e a deslealdade..." Reverte leu-o aos 7 anos; eu, aos 10. Sei-o bem, porque conservo o exemplar da edição da Portugália, datado numa caligrafia ainda pouco segura: 24/12/59. Um presente de Natal, evidentemente. E o trigésimo livro a entrar na minha pequena biblioteca pessoal, porque é esse o número com que o classifiquei, no único esforço palpável que fiz para ordenar os livros que ia coleccionando. Tenho, em relação a Os Três Mosqueteiros, a mesma reserva que Vargas Llosa: impressionou-me tanto que nunca o quis reler. [...]»
António Mega Ferreira
In: Notícias Sábado, 15 Maio 2010, p. 61


Pode ler a conversa de Vargas Llosa e Pérez-Reverte, «Como dos niños com libro nuevo», em: http://www.elpais.com/articulo/cultura/ninos/libro/nuevo/elpepicul/20100430elpepicul_1/Tes
E, se puder, leia também a crónica de Mega Ferreira. Ficará a saber porque se intitula «Clássicos 3 1/2»!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Cinenovidades - 110 : O outro Dumas

Este L' Autre Dumas estreou-se nas salas francesas no passado dia 10, e aborda as relações entre Alexandre Dumas e o seu principal colaborador, Auguste Maquet, relações marcadas por alguma tensão. Gérard Depardieu é Dumas, e Benoît Poelvoorde é Maquet. Espero que não demore muito a chegar até nós...

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Novidades - 114 : Dumas sempre!

Se Alexandre Dumas não inventou o romance histórico, paternidade atribuível a Sir Walter Scott, a verdade é que deu ao género um fôlego notável, desde logo com esta obra-prima, como consta do subtítulo, que fez as delícias de inúmeras gerações.
Simone Bertière, a grande biógrafa das rainhas de França, dedicou-se ao estudo desta obra, analisando as condições em que a mesma surgiu, a "paternidade" partilhada ( é inegável a mão de Auguste Maquet, o négre principal de Dumas, na sua escrita ) e o gigantesco sucesso, inesperado mesmo para o enorme ego de Dumas, obtido à época.
- Dumas et les Mousquetaires, Histoire d' un chef-d'oeuvre, Simone Bertière, Éditions de Fallois, Novembro de 2009.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Biografias, autobiografias e afins - 58

O meu primeiro contacto com Ana de Áustria foi seguramente através da leitura de Os Três Mosqueteiros na adolescência. Se bem se lembram, é a honra da sua rainha que os mosqueteiros visam salvar recuperando os diamantes que ela entregara ao duque de Buckingham, enquanto que o cardeal de Richelieu e Milady de Winter manobram para perder a rainha perante Luís XIII que havia oferecido a Ana os ditos diamantes.
Muito mais tarde, outras facetas da infanta espanhola rainha de França me haveriam de interessar, como por exemplo saber ela teria sido ou não amante de Mazarin, o segundo cardeal mais influente da história francesa, pormenor não despiciendo perante o "milagre" que foi o nascimento de Luís XIV...
Dizem as recensões que esta é a mais completa biografia já publicada sobre a mulher de Luís XIII e mãe de Luís XIV, abordando a sua infância e educação na corte espanhola, a sua casa, e o gosto pelo luxo e pela arte.

- Anne d' Autriche, infante d' Espagne et reine de France, Chantal Grell, Perrin, 450p, €56.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Novidades - 57 : Ainda e sempre Dumas

- La duchesse de Berry, Sir Thomas Lawrence, Palácio de Versalhes.
Sempre senti admiração por esta irrequieta e corajosa Maria-Carolina de Bourbon-Duas Sicílias ( 1798-1870 ) mais conhecida como duquesa de Berry, mas não fazia ideia sequer que Alexandre Dumas tinha escrito sobre ela. Mas a verdade é que foi descoberto mais um inédito de Dumas pai, precisamente dedicado a esta intrépida nora de Carlos X, mãe do último Bourbon directo e que tanto lutou pelos direitos do seu filho contra tudo e todos até ao limite.
- La Vendée et Madame, Alexandre Dumas, texto inédito descoberto, fixado e anotado por Claude Ribbe, Alphée, 270p. , 18,90€.


terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Poesia e prosa de Natal - 16



" À semelhança da aguardente, rum, kirsch, e vinho, o ponche é um desses licores aos quais se acrescentam açúcar e rodelas de limão, noz-moscada e canela; em seguida deita-se-lhes fogo, transformando-os num excelente composto. Os nossos vizinhos Ingleses apreciam particularmente o ponche; podemos constatá-lo pelo ponche que Sir Edward Russel, Comandante das Forças Britânicas, serviu em 25 de Outubro de 1694. Essa taça de ponche, a mais extraordinária de que alguma vez já se ouviu falar, foi preparada no grande tanque de mármore do jardim de sua casa (...) "

- Alexandre Dumas, Dicionário de Cozinha

quarta-feira, 7 de maio de 2008

ALEXANDRE DUMAS - LE SALUT DE L' EMPIRE

Alexandre Dumas morreu sem terminar o seu romance Chevalier de Sainte-Hermine, que veio a ser terminado há cerca de dois anos por Claude Schopp. No entanto, Dumas tinha já decidido que as aventuras de Sainte-Hermine teriam uma continuação, e foi a partir de um plano do romance, de uma carta resumindo a história, e de alguns capítulos avulsos entretanto encontrados que Claude Schopp escreveu este Le Salut de l ' Empire que é lançado hoje pela editora Phébus.