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domingo, 26 de maio de 2019

Em dia de eleições europeias


No catálogo da exposição que a BnF dedicou a Victor Hugo em 2002, li que o autor de Os Miseráveis redigiu o seguinte no seu testamento datado de 31 de agosto de 1881: «Je donne à la bibliothèque nationale de Paris qui sera un jour la Biblithèque nationale des États-Unis d'Europe tout ce qui sera trouvé écrit et dessiné par moi.» No tempo em que a França era o mundo. :) 
Mais um que sonhava com a Europa unida e que se visse o caminho que o nosso continente está a tomar perguntaria para que tinha lutado tanto...

Em geminação com um post do Arpose.
Uma nota: APS, a aguarela da Notre-Dame de Paris que reproduziu não está no catálogo, de modo que não consigo saber se é de 1831. É capaz de pertencer a algum particular.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Na biblioteca de Jérôme e Annette Lindon



Jérôme Lindon dirigiu as Éditions de Minuit de 1948 até sua morte em 2001. Com a sua mulher Annette, ele construiu um catálogo unanimemente elogiado. Os seus três filhos - Irene, André e Mathieu - doaram os livros dedicados a seus pais à Bibliothèque nationale de France. Esses livros contam a aventura humana experimentada pelas Éditions de Minuit, de acordo com seus compromissos estéticos e políticos. A luta de Jerôme e Annette Lindon para dar vida a esta editora foi ao mesmo movimento uma luta ao serviço da literatura, da justiça e da liberdade. Esta exposição é uma homenagem à ambição e à exigência do trabalho de uma editora que marcou a vida intelectual da segunda metade do século XX com uma marca profunda.
A exposição termina depois de amanhã.


segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Os Nadar, uma lenda da fotografia


Os Nadar: uma tribo que vive a fotografia desde o início da sua modernidade até ao final do século XX. O genial Félix Nadal com o seu irmão Adrien, artista boémio e fotógrafo inspirado, e o seu filho Paul, patrão moderno de empresa e propagador da Kodak em França. 
Uma exposição virtual que pode ser vista no site da BnF.

quinta-feira, 1 de março de 2018

Patrice Chéreau, mettre en scène l'Opéra


Diretor, cineasta e ator, Patrice Chéreau (1944-2013) influenciou profundamente o cenário artístico das últimas décadas. Por ocasião do regresso da Casa dos Mortos de Leoš Janáček à Opéra Bastille, a Ópera de Paris e a BnF uniram esforços para apresentar a primeira exposição dedicada exclusivamente à sua carreira na ópera. 
Através das onze produções que produziu, Patrice Chéreau trouxe uma nova vida ao cenário da ópera, colocando o seu talento como diretor de atores ao serviço de papéis cantados. 
A exposição - que pode ser vista até dia 3 de março na Ópera Garnier - convida-nos a descobrir as escolhas formais ou conceptuais feitas por Chéreau para cada uma das óperas, e mostra-nos o universo que influencioi, bem como o cenógrafo Richard Peduzzi. Também nos permite explorar a especificidade dos processos criativos de Chéreau na ópera: Como dirigir cantores como atores? Como trabalhar com os maestros?


domingo, 11 de fevereiro de 2018

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Mozart: Uma paixão francesa

 Johann Nepomuk della Croce - Wolfgang Amadeus Mozart, ca 1780
Paris, Bilbiothèque-Musée de l'Opéra

Da primeira viagem de Mozart a França até à fama póstuma das suas óperas em diversos teatros, esta exposição revela a riqueza e variedade das coleções preservadas na BnF e na Ópera de Paris. Em torno do manuscrito autógrafo de Don Giovanni, apresentam-se alguns dos mais importantes manuscritos musicais de Mozart, bem como esboços para figurinos e maquetas de cenografia. Mozart é hoje o compositor mais representado na ópera de Paris. A exposição traça ainda o reconhecimento que Mozart goza por parte do público francês, desde o fascínio pelo menino prodígio.


A exposição pode ser vista na Opera Garnier até 24 de setembro.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

La biblitohèque, la nuit


A BnF apresenta uma exposição, até 13 de agosto, realizada pelo cenógrafo Robert Lepage e pela Ex Machina, a partir de uma ideia original da biblioteca e dos arquivos nacionais do Québec. Inspirada na obra de Alberto Manguel, a exposição foi enriquecida com uma introdução sobre o imaginário das bibliotecas, concebida pela BnF a partir das suas coleções. 


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Eduardo Solá Franco: «Le journal de mes plaisirs» (1938 -1980)

Eduardo Solá Franco - My Book of Pleasure, caderno de desenhos e fotografia, 1942 

Em 2015 a BnF recebeu em doação os cadernos do artista equatoriano Eduardo Solá Franco que se encontram em exposição até 17 de maio. Os cadernos contém aguarelas e fotografias, realizadas no decurso de viagens que o artista fez pela Europa e pela América.
Eduardo Solá Franco preencheu, durante mais de 50 anos, espessos cadernos que permitem traçar o seu percurso e as suas numerosas viagens. Ao longo das páginas desses cadernos, o artista esboça o retrato dos seus contemporâneos e das grandes convulsões sociais que marcaram a sua época. 
Eduardo Solá Franco interessa-se por vários domínios da criação, como o cinema, a dança, o teatro e a literatura. Em Nova Iorque, Paris, Roma ou Madrid, que ele visita frequentemente, ele convive com as elites intelectuais e socais, que representa com humor. Encontramos assim no decurso de soirées, em concertos, casas particulares, ou no teatro, Joséphine Baker, Louis Armstrong, Jean Cocteau, Madeleine Renaud, André Maurois ou François Mauriac.
Os grandes acontecimentos históricos do século XX marcam presença nos seus cadernos, como a Guerra Civil Espanhola, a ascensão do nazismo e do poderio alemão na Europa, os bombardeamentos da II Guerra Mundial, assim como a guerra do Vietname e os movimentos pelos direitos civis nos Estados Unidos. 
os seus pensamentos íntimos e vida pessoal também estão registados. 


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Le corps et les enjeux de l'apparence


« Le corps représente un sujet très vaste qui mêle l’esthétisation, l’art, l’histoire... Il implique aujourd’hui des enjeux de plus en plus centraux dans nos sociétés… » Começa hoje, na BnF, às 18h30 (de lá), o ciclo de conferências concebido por Georges Vigarello, historiador especialista em higiene, saúde, práticas corporais e representações do corpo.
Li há bastantes anos O limpo e o sujo, de Vigarello, e gostei bastante. Ele tem outros livros traduzidos em português.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

La France d’Avedon: Vieux Monde, New Look

Audrey Hepburn

Os laços do fotógrafo americano Richard Avedon com a França são tema para uma exposição na Bibliothèque nationale de France que apresenta mais de 200 obras. Conhecido no mundo inteiro tanto como fotógrafo de moda como pelos seus retratos de celebridades, Avedon teve com a França uma relação intensa. 
A exposição, que pode ser visitada até 26 de fevereiro de 2017, explora estas ligações que percorrem a sua obra desde os anos 1940 até 1985. 

Jean Cocteau, 1958
Coco Chanel
Jeanne Moreau
Catherine Deneuve

domingo, 10 de julho de 2016

A Maçonaria em exposição na BnF

Tenho pena de não ter podido ver esta exposição, que ainda pode ser visitada até dia 24 de julho. Por esta amostra deve ser supimpa.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Georges Lemoine: cadernos de um ilustrador


Tipógrafo de formação, Georges Lemoine (Rouen, 1935) inicia uma carreira de gráfico e de diretor artísticp e colabora com Robert Delpire e Massin, que o convidam a realizar capas para a nova coleção Folio junior. Ilustrou mais de 100 livros, de que destacamos L’Enfant et la rivière deHenri Bosco, Lullaby de J.M.G. Le Clezio, Comment Wang Fô fut sauvé de Marguerite Yourcenar. 


Lisboa: Contexto, 1983

Em  2014, doou à BnF a totalidade dos seus 230 cadernos (desenhos, viagens, íntimos), executados desde 1956 e que são uma fonte para conhecer a sua obra.

Para além do livro de Yourcenar atrás referido, Georges Lemoine tem mais obras editadas em Portugal:

Lisboa: Contexto, 1985
Lisboa: Contexto, 1986
Porto: Edinter, 1989

A exposição na BnF abre hoje e pode ser vista até 5 de junho.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

A Maçonaria em exposição na BnF

K. F. Schinkel - cenário para A Flauta Mágica, de Mozart, 1819 
BnF, Bibliothèque-musée de l’Opéra

A Biblioteca National de França, que conserva um dos mais importantes fundos maçónicos do mundo, abriu no passado dia 12, Uma grande exposição dedicada à maçonaria francesa. 
Em colaboração com o Musée de la franc-maçonnerie, a exposição apresenta mais de 450 peças, algumas nunca expostas, que pertencem a BnF, às principais obediências maçónicas francesas e a colecões estrangeiras. 
O percurso foca as origens da maçonaria, a história da sua implementação em França, os símbolos e rituais e a sua contribuição nos vários domínios, como o político, religioso, artístico ou filosófico.
A exposição pretende dar a conhecer e a compreender, de um modo didático, o que é a maçonaria.

http://www.liberation.fr/france/2016/04/10/la-franc-maconnerie-s-expose-au-regard-du-profane-a-la-bnf_1445185


O catálogo da exposição:
Paris: BnF, 2016
€45,00


sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Deixei meu sapatinho na janela do quintal...


La Bible moralisée, chamada de Filipe, o Temerário, data de 1402-1404. É uma obra dos Irmãos Limbourg e encontra-se na Bibliothèque nationale de France.

Para o Jad, com desejos que o Pai Natal lá tenha deixado algo.

domingo, 13 de setembro de 2015

Marcadores de livros - 254

Bertrand de la Broquière - «Vista de Jerusalém»; «O cerco de Constantinopla»
In: Le voygae d'oute-mer, 3.º quartel do século XV, fol. 85v, 207v
BnF


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

As fábulas de Kalila e Dimna

Ibn al-Muqaffa’, Kalila wa Dimna, Égypte ou Syrie, XIVe siècle : Les chacals Kalila et Dimna en train de converser © BNF

Abre hoje, no Instituto do Mundo Árabe, em Paris, e pode ser vista até 3 de janeiro de 2016, uma exposição sobre esta obra de sabedoria, inicialmente destinada à educação de príncipes. O livro de Kalila wa Dimna tem origem numa recolha de fábulas composta na Índia, à volta do século IV.

 

sábado, 4 de julho de 2015

Tesouros reais. A Biblioteca de Francisco I

Livro de Horas de Ana da Bretanha

Abre hoje no Castelo de Blois a exposição Trésors royaux. La bibliothèque de François 1er, dedicada à biblioteca de Francisco I de França,  no ano em que se comemoram 500 anos sobre a subida ao trono deste rei.
Pela primeira vez foram reunidos os livros mais preciosos da biblioteca de Francisco I, acompanhados de alguns objetos provenientes de coleções reais. A exposição, que pode ser visitada até 18 de outubro, compõe-se de 140 peças, 130 das quais pertencem à Bibliothèque nationale de France: livros manuscritos e impressos, gravuras e desenhos, moedas e medalhas, objetos de arte e jóias.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Os meus franceses - 389




Celebra-se este ano o centenário do nascimento de Édith Piaf. A BnF dedica-lhe uma exposição que reúne centenas de documentos muito variados - muitos dos quais inéditos - que a evoca de cantora de rua a ídolo popular e ícone internacional. 
A exposição permite ao visitante equipado de um audio-guia, inserir-se no monde Piaf, através de uma cenografia espetacular. 
A BnF propõe ao público descobrir ou redescobrir as canções, imagens e textos que tornaram Édith Piaf uma lenda.
Postal publicitário, 1925 
Cartaz publicitário de Gaston Girbal
Cartaz publicitário de Gaston Girbal, 1951
A avaliar pelas exposições que já vi na BnF, esta deve ser espetacular.