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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Os meus franceses - 736


Le monde nouveau de Charlotte Perriand

A Fundação Louis Vuitton apresenta até 25 de fevereiro de 2020 uma exposição sobre a arquiteta Charlotte Perriand. Desconhecia o seu nome até ter visto o anúncio a esta exposição e dias depois um documentário no ARTE. Mas conhecia muito do mobiliário que ela desenhou. 
Charlotte Perriand, uma mulher livre, pioneira da modernidade, uma das personalidades chaves do mundo do design do século XX que contribuiu para definir uma arte de viver.

Não me importava de ter esta cadeira. :)


quarta-feira, 17 de abril de 2019

Boa noite!


Amanhã, Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, visite a Biblioteca Nacional que abriu portas no seu novo edifício do Campo Grande há 50 anos, mais precisamente a 10 de abril de 1969.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Onde me apetecia estar - 170



Em Doha, para visitar o recém-inaugurado Museu Nacional do Qatar, com desenho do arquitecto Jean Nouvel e albergando as colecções nacionais de arte islâmica, numismática, joalharia e etnografia.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Novidades



Um álbum magnífico sobre as mais belas igrejas da Europa, coisa que não é fácil escolher .

Uma edição da La Martinière, € 45.

domingo, 18 de março de 2018

Leituras no Metro - 968

Este não tem sido lido no Metro, mas no sofá, aos poucos:

Qual tem sido, em Portugal, o lugar dos ricos e dos pobres no cinema e na arquitetura? Como é que o cinema pensa e olha essa arquitetura? Pode a arquitectura pensar e construir-se também a partir desse cinema? Foram estas questões que levaram à realização de um ciclo de doze filmes promovido pelo Núcleo de Cinema da Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa com a coordenação do arquiteto José Neves, e que teve lugar entre outubro de 2007 e março de 2008 na Cinemateca Portuguesa.
Depois da projeção de cada filme seguiu-se uma conversa, na maior parte dos casos entre o realizador do filme, um arquiteto convidado e um moderador. São essas conversas que estão transcritas neste livro.


terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Raul Hestnes Ferreira (1931-2018)


Vejam este programa da RTP:
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/raul-hestnes-ferreira/#sthash.lVigSkk5.dpbs

sábado, 21 de outubro de 2017

Humor pela manhã





É claro que o famoso " desenrascanço " português também não podia ser alheio aos arranjos arquitectónicos, como se vê neste exemplo da Amadora. Na Amadora, mas podia ser noutra cidade qualquer ...

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Lá fora - 318





A nossa época é a dos arquitectos-estrela, mas a verdade é que a aura da profissão vem de longe como esta exposição patente no Palais de Chaillot demonstra.

L'Architecte - Portraits et clichés, até 4 de Setembro na Cité de l'architecture et du patrimoine, Palais de Chaillotcitedelaarchitecture.fr

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Novidades


Mais um novo volume de uma colecção fantástica, este tomo a cargo do mais discreto dos grandes arquitectos contemporâneos .

Éditions Plon, 800p, €25.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Onde me apetecia estar - 120


O lago artificial da Pampulha , Belo Horizonte, que deu ao nome a um conjunto arquitectónico planeado por Niemeyer e outros , agora Património Cultural da Humanidade conforme decisão da UNESCO de Julho passado . Ao centro, a Igreja de S.Francisco de Assis, só consagrada em 1959, ou seja 17 anos depois da inauguração, dada a relutância da Arquidiocese ...


- O Museu de Arte da Pampulha .

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Onde me apetecia estar


Estou " apaixonado " pela Villa Cavrois , este resultado genial do encontro entre no início dos anos 30 entre o milionário francês do têxtil, Paul Cavrois , e o arquitecto Robert Mallet-Stevens . Tinha de ser uma casa grande, não apenas por ostentação mas desde logo pelos 9 filhos do proprietário, e chegou-se a 1800 metros quadrados, com uma fachada de 60 metros ...

Mallet-Stevens desenhou tudo, até os móveis , com uma modernidade que ainda hoje impressiona como se vê na cozinha e na casa de banho principal . Contra partilhas ( chegou a estar dividida em apartamentos pelos vários filhos de Paul Cavrois ) , especulação imobiliária ( pelo valor do terreno ) e a negligência de sucessivos proprietários, sobreviveu até aos anos 90 quando uma associação de amigos a conseguiu classificar . O futuro ficou definido quando o Estado a comprou em meados dos anos 90 e a confiou ao Centre des monuments nationaux , e após 12 de restauro que custaram 23 milhões de euros foi restituída ao seu esplendor original . Visitável todos os dias, menos à terça-feira .







Villa Cavrois, 60 , Av. du Président Kennedy, Croix ( Lille ) . villa-cavrois.fr

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Números


7 000 000

de euros , é por quanto está à venda o outro palácio Foz . Situado na Quinta do Marquês, com 60 hectares , em Torres Novas, foi reconstruído com desenho de Luigi Manini para os condes da Foz no final do século XIX, e depois de ter escapado a um projecto megalómano do grupo BPN / Soc.Lusa de Negócios está à venda . Não deve escapar a um destino hoteleiro de luxo, a menos que algum visto Gold intervenha e faça dele novamente residência particular ...

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

sábado, 7 de maio de 2016

Dores de alma



Uma pessoa vê isto e , por mais pacífico que se seja, apetece pegar num bulldozer ... É claro que a responsabilidade principal é sobretudo dos autarcas, de quem licencia estas construções . Este país até nisto é " esquizofrénico " porque nas grandes cidades qualquer alteraçãozinha a obra construída ou um projecto novo implica anos a partir pedra com a autarquia , ao passo que em cidades médias ou vilas é tudo a eito ...

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Números





275

milhões de euros : a casa mais cara do mundo .

Vendida em Dezembro, e só o estilo é do séc.XVII : foi construída em 2011 com as mais modernas tecnologias, sala de cinema, piscinas aquecidas etc , com a mais valia de estar implantada numa propriedade de 23 hectares perto de Versalhes .
A Christie's International Real Estate apenas diz que foi comprada por um cliente do Médio Oriente ...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Igreja do Sagrado Coração de Jesus

http://www.pbase.com/diasdosreis/image/131268627
http://www.snpcultura.org/desertos_de_betao.html
http://2015.openhouselisboa.com/places/igreja-do-sagrado-coracao-de-jesus-3/

Foi para mim surpreendente a construção desta igreja no Portugal de então. Foi um dos três prémios Valmor que foram atribuídos a Nuno Teotónio Pereira ao longo da sua vida de arquiteto.



sexta-feira, 1 de maio de 2015

"Para onde foi a melancolia?"


Li o artigo de Jorge Ferreira sobre o livro Melancholy and Architecture, tese de doutoramento de Diogo Seixas Lopes, deixo aqui um excerto.

A estrutura e a escrita deste livro, em inglês, são claras e comunicantes. Não há qualquer hesitação neste domínio. O autor percebe muito bem que quanto mais complexo é o tema, maior legibilidade é devida. Só deste modo entramos com segurança num conceito como o de melancolia, aqui tratado com referência a Aristóteles, Dürer, Burke, Baudelaire, Benjamim, entre outros. E também só desse modo podemos deambular com pertinência no universo fantasmático de Rossi, aqui representado por Arquitectura da Cidade e Autobiografia Científica, livros que descrevem, aliás, o itinerário da cultura arquitectónica da época: do voluntarismo e sentido público dos anos 1960 para um programa de um “eu” algo apocalíptico nos anos 1980. O caso de estudo apresentado — o Cemitério de San Cataldo, em Modena — era praticamente obrigatório porque é onde a arquitectura, a melancolia e Aldo Rossi confluem, quase a um modo tautológico.

(...)
O que resulta deste livro é ainda um elogio à melancolia, como dispositivo de percepção aguda do mundo. O que é talvez mais estranho à cultura actual do que as formas da arquitectura de Rossi. Toda a arquitectura contemporânea se move no quadro da performance visual ou do activismo entendido como crítica a esse domínio da visualidade. Mas há pouca dúvida, nenhuma metafísica, como aquela que acompanhava Rossi por reflexo dos “enigmas” de Giorgio de Chirico. A arquitectura move-se ocupando os idiomas actuais — a imagem ou o que é entendido como o seu oposto, a sustentabilidade e a programação — em última análise sem nenhuma melancolia; como registos de uma tecnocracia que já está profundamente assimilada.

«O lançamento do livro em Portugal será feito na Livraria A+A, na sede da Trienal de Arquitectura de Lisboa (Campo de Santa Clara, 145), dia 15 de Maio, às 19h, com uma conversa entre Diogo Seixas Lopes, Bruno Gil e Filomena Molder.»

Jorge Figueira no Público 01-05-15

Para representar Rossi a minha escolha recai no edifício do Bonnefanten Museum, Maastricht.