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sábado, 26 de outubro de 2019

Boa noite!

Le Joli Mai é um documentário de 1963. Começando na primavera de 1962, logo após o fim da guerra da Argélia, Marker e o seu diretor de fotografia Pierre Lhomme filmaram 55 horas, entrevistando pessoas nas ruas de Paris.

sábado, 10 de agosto de 2019

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

domingo, 4 de novembro de 2018

À Procura de Vivian Maier


À Procura de Vivian Maier de John Maloof e Charlie Siskel é o filme de hoje no Ideal. Em tempos vi um documentário sobre esta ama-fotógrafa e gostei imenso.


sábado, 3 de novembro de 2018

Robert Doisneau, o Rebelde do Maravilhoso


Hoje é dia de vermos Robert Doisneau, o Rebelde do Maravilhoso de Clémentine Deroudille no Cinema Ideal. Mas caso não o possam fazer, podem sempre recorrer ao DVD:

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Os meus franceses - 657

Passa esta noite, à 1h20 na TV5Monde, este documentário sobre Belmondo. Comecei a ler as memórias dele, mas interrompi para ler uns empréstimos. :) Mas estava a gostar... Em breve regressarei a esta leitura.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Marcadores de livros - 1124


Obrigada, Justa!


Este filme-documentário é a história de Aisholpan Nurgaiv, uma menina de treze anos que sonha tornar-se a maior domadora de águias da Mongólia. Esta profissão e arte é considerada imprópria para mulheres, pelo que Aisholpan terá de lutar para o conseguir. O filme tem belíssimas paisagens.


Narrada através de belas paisagens mongóis e de cenas intimistas, esta é a história de Aisholpan, uma menina de treze anos que sonha em tornar-se a maior domadora de águias da Mongólia. Esta profissão e arte, considerada imprópria para mulheres, é a barreira e o obstáculo que Aisholpan lutará para ultrapassar durante a sua trajetória e treino.

sábado, 7 de julho de 2018

Os meus franceses - 632

Só hoje soube que Claude Lanzmann faleceu no dia 5 de julho. Dedicou doze anos a realizar Shoah - não sei se viram, mas é preciso estômago para ver este filme de quase dez horas.


Claude Lanzmann nasceu em Paris a 27 de novembro de 1925, numa família judaica, que assistiu à chegada ao poder de Hitler. Segundo a biografia disponibilizada pela Enciclopédia Britânica, toda a sua família sobreviveu à Segunda Guerra Mundial.
Integrou a Resistência, assim como seu irmão Jacques. Em 1947 foi estudar filosofia para a Universidade de Tubinga e foi leitor na Universidade Livre de Berlim.
A publicação de Réflexions sur la question juive de Sartre (1947) foi para Lanzmann um acontecimento e o fundamento para a criação de um seminário sobre o antissemitismo, que ele organizou na Universidade a pedido dos estudantes. Achou que as teses de Sartre estavam ultrapassadas, o que o levou a Israel, pela primeira vez, em 1952.
Denunciando a fraqueza da desnazificação da Universidade, publicou dois artigos no Berliner Zeitung, da RDA, o que lhe valeu ter de deixar as funções que exercia na Universidade.
Foi colaborador da revista Les Temps modernes desde 1952. Após a morte, em 1986, de Simone Beauvoir (com quem viveu uma história de amor entre 1952 e 1957) passou a seu diretor, cargo que  até quinta-feira passada.
No dia 4, tinha estreado o seu ultimo filme, Les quatre soeurs. Esta obra é composta de quatro filmes (cada um com cerca de uma hora) sobre quatro pessoas que ele entrevistou durante as filmagens de Shoah: Ruth Elias, Paula Biren, Ada Lichtman e Hanna Marton. 


domingo, 1 de julho de 2018

Marcadores de livros - 1099

Visualização do filme sobre a New York Public Library na Orell Füssli, de Zurique.

Um belo documentário que vi no DocLisboa, que referi aqui no blogue.

domingo, 27 de maio de 2018

Os Invisíveis


Em junho de 1943, em Berlim, no ambiente de terror de caça aos judeus que se vivia, 7000 pessoas tornam-se «invisíveis», mantendo falsas identidades e vivendo na penumbra para que ninguém se aperceba da sua existência. Escondidas em caves, armazéns ou sótãos, sobrevivem graças à generosidade de alguns alemães. Alguns vivem e dormem de dia em casas e passam a noite na rua. Neste contexto, aparecem-nos quatro personagens judias: Hanni Lévy, uma órfã de dezassete anos que, graças a ter pintado o cabelo de loiro, passa por alemã; Cioma Schönhaus, um estudante de arte que passa a viver como falsificador de passaportes e cujos pais foram deportados e mortos; Eugen Friede, um jovem que acaba recolhido em casa de comunistas alemães e é envolvido na Resistência; e Ruth Arndt, uma rapariga cuja família se dividiu por várias casas e tornou toda «invisível». Todos eles - jovens, quase crianças - vivem ilegalmente em Berlim, num constante esforço para evitar a morte. 
No filme, a dramatização das 'aventuras' destes quatro sobreviventes é alternada com os seus testemunhos. O filme foi escrito e realizado por Claus Räfle, que tem aqui uma estreia auspiciosa.
Das 7000 pessoas que se tornaram «invisíveis» sobreviveram 1200.