sábado, 24 de abril de 2010

Barcelona: Tibidabo




«Começava a anoitecer quando emergi das escadas do Metro. Deserta, a Avenida Tibidabo desenhava uma fuga infinita de ciprestes e palácios sepultados numa claridade sepulcral. Vislumbrei a silhueta do eléctrico azul na paragem, a campainha do revisor ceifando o vento.»
Carlos Ruiz ZafónA sombra do vento


Lisboa: Dom Quixote, 2004

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