Casta de que se faz, nos Açores,o chamado Vinho da Ilha do Pico e que era muito apreciado à mesa dos Czares. É um pouco seco demais para o meu gosto, mas é único. Os açorianos podiam tentar retomar a exportação enviando e oferecendo umas garrafitas ao Putin...é assim que se começa. Há histórias parecidas com o "Mateus Rosé" e com o "Vinho de Carcavelos".
Sabendo agora que é o vinho do Pico, também não aprecio. Mas bebi, em tempos, vinho da Graciosa... muito bom! Mateus Rosé... é quase como aquela máxima que atribuem ao Abel Pereira da Fonseca: «De tudo se faz vinho, até de uvas.»
Casta de que se faz, nos Açores,o chamado Vinho da Ilha do Pico e que era muito apreciado à mesa dos Czares. É um pouco seco demais para o meu gosto, mas é único. Os açorianos podiam tentar retomar a exportação enviando e oferecendo umas garrafitas ao Putin...é assim que se começa. Há histórias parecidas com o "Mateus Rosé" e com o "Vinho de Carcavelos".
ResponderEliminarSabendo agora que é o vinho do Pico, também não aprecio.
ResponderEliminarMas bebi, em tempos, vinho da Graciosa... muito bom!
Mateus Rosé... é quase como aquela máxima que atribuem ao Abel Pereira da Fonseca: «De tudo se faz vinho, até de uvas.»
A foto é engraçada, com os vinhedos dentro duns muradozinhos.
ResponderEliminarFoto de curraletas, com a casta Verdelho dos Açores, na região dos Biscoitos, Ilha Terceira. Nem tudo que é branco ...é Verdelho!
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