Vivemos na irrealidade nos últimos 30 anos, pensando que o crescimento era ilimitado, e agora estamos em choque porque percebemos que não é.
Estamos unidos no descontentamento, mas ainda é um protesto emocional a que falta um pensamento e um propósito minimamente consensual
Cada um tende a refugiar-se no seu nicho profissional - os cirurgiões defendendo os hospitais, os académicos as universidades, os artistas as galerias - e há poucos a preocuparem-se com temas que não digam respeito aos seus interesses particulares.
- Zygmunt Bauman, e as "gordas" duma entrevista notável publicada no
PÚBLICO da passada sexta-feira.
Verdade. Se quiser um exemplo prosaico, imagine uma dessas "almas maniqueístas" que considera iníqua a actual lei das rendas. Experimente pedir-lhe uma contribuição mensal para ajudar o inquilino! Observe a coerência da resposta.
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