Michel Lafon, 2026.
Este livro é o resultado de uma conversa proveitosa entre Amin Maalouf e Éric Fottorino sobre a Fraternidade, um tema universal e que o papa Francisco trouxe para a atualidade, numa época em que o mundo não consegue conversar e tem comportamentos desumanos em relação ao outro.
Amin Maalouf e Éric Fottorino falam sobre a Fraternidade como uma necessidade vital. Através da história, da literatura, da política e, principalmente, das suas experiências pessoais, eles acreditam que a Fraternidade se constrói e tem que se defender.
Um livro que se lê com gosto e que é fruto da conversa havida no Festival Albert Camus, organizado em Lourmarin, pelos Rencontres Méditerranéennes Albert Camus. Durante três dias, são organizados espetáculos, leituras musicais, workshops, conferências, debates, projeções e exposições em torno de um tema. E o tema da edição de 2024 foi «A Fraternidade».

Deve ser um livro bem interessante. Gosto muito de Amin Maalouf.
ResponderEliminarBom feriado!
Maria📚
Eu tb. E esta conversa é proveitosa.
EliminarBom dia! Boa semana!
Vale a pena regressar, ainda que por breves momentos, à merecida referência, feita por MR (anteontem, segunda-feira), aos interessantes "Diálogos" entre Amin MAALOUF e Éric FOTTORINO em torno da temática da Fraternidade, um dos três conceitos primordiais da República Francesa.
ResponderEliminarDepois de me ter deparado, vezes sem conta (inclusive, esta noite), com diversas apreciações em torno dos respectivos escritores (o primeiro, da Academia Francesa, é de facto um nome referencial; e o segundo, ex-Director do prestigioso "Le Monde", é Autor de uma Obra onde sobressai, entre outros títulos, "Baisers de Cinéma", editado em 2007 pela Gallimard), acabo de, entretanto, recordar a inesquecível ocasião em que tivemos o gosto de cumprimentar, pessoalmente, FOTTORINO, no agradável contexto de uma edição do Salão do Livro da LICRA (Liga Internacional Contra o Racismo e o Anti-Semitismo), que decorreu, em Junho de 2014, na "Mairie" do 6.º "Arrondissement" de Paris.
A propósito: no dia em que decorrem três anos sobre o terrível ataque do Hamas, cujos MÉTODOS são, evidentemente, muitíssimo controversos, é, contudo, imperiosa uma séria reflexão sobre as causas profundas do permanente extermínio e GENOCÍDIO de Gaza. A este respeito, importa clarificar a diferença entre os conceitos (distintos) de SEMITISMO e SIONISMO. (O problema não é o Judaísmo, é o Sionismo, mas certos "comentadores" ignoram-no)!!!...
De notar que, desde o seu "estabelecimento" (em 1948, sob a decisiva influência do "proeminente líder sionista" e sinistro "estadista" David BEN-GURION), o Estado SIONISTA de Israel vem impondo sucessivas carnificinas ao heróico POVO Palestiniano...
[Seja-me permitido sugerir a "proveitosa" consulta de (apenas) quatro oportunos trabalhos: 1) João COSTA PINTO, "História e Ideologia do Sionismo na Formação de Israel (1948)", in "FÉNIX, Revista de História e Estudos Culturais" (disponível "online"), Vol. 22, n.º 1, Janeiro/Junho de 2025; 2) Isabel ROQUE, "GAZA, Paisagem e Escombros", publicado em 10 de Agosto último no indispensável Blogue "A.MUSE.ARTE"; 3) Yuval ABRAHAM e Rachel SZOR, "NAZA", um filme-documentário imprescindível (cf. Hugo DINIS, "Tribuna do Cinema", 2 de Outubro); 4) Augusto ISAAC D'ESAGUY (respeitado médico, publicista e cidadão, que viveu de 1899 a 1961), "Grandezas e MISÉRIAS de Israel", uma raríssima edição, "de Alfarrabista" (Livraria Portugália, 1939).]
Muito Boa Noite!
Baisers de cinéma foi traduzido há muitos anos pela defunta Teorema como Beijos de luz que tentarei ler em breve.
EliminarTenho estado a ler umas obras sobre Marc Bloch. E tenho lido bastante sobre o antissemistimo em França. Incrível para mim. E a xenofobia também.
Bom dia!