Duas caixas de tabaco do século VXIII, roubadas em 2024 em Paris e recuperadas quase um ano depois, pertencentes à coleção Rosalinde e Arthur Gilbert, foram restauradas e estão novamente expostas no Victoria & Albert Museum.
De uns dois dias para cá que substitui o Earl Grey sem teína por Printemps à Kyoto. Acho que vou passar a variar entre estes dois e um de gengibre, a minha bebida em casa a partir das 15h00.
Deixou-nos hoje, este grande cantautor de Génova, aos 91 anos... Il cielo in una stanza,La gatta, Senza fine e, claro, Sapore di sale, foram alguns dos seus grandes sucessos... RIP
«Se alguém tiver de meter toda a sua vida numa mala — não só as coisas práticas, mas também as recordações das pessoas que perdeu e a rapariga que em tempos foi — o que levaria? A última fotografia da mãe? Um presente de aniversário da melhor amiga — um marcador de livro bordado por ela? Um bilhete do circo ambulante que passou pela cidade há dois anos [...]?»
Jodi Picoult – A contadora de histórias. Lisboa: Bertrand, 2015, p. 307.
Não tenho o marcador deste livro, mas tenho de outros de Jodi Picoult:
Não percam este documentário sobre Orwell e o seu livro 1984. Como ele foi visionário e o filme chega a 2024, só falta a «excursão» que os EUA estão a fazer no Irão, segundo palavras de Trump.
«Pende sobre a calçada, na minha rua, o primeiro cacho de ouro de uma acácia. [...]
«Oh, Deusa das Árvores, eu te agradeço pela tua força invencível que faz renascer a tímida alegria verde das folhas nos troncos mutilados e por essas flores que se despencam sobre a rua.»
Rubem Braga - Desculpem tocar no assunto. Lisboa: Tinta da China, 2023, p. 65-66.
«O escritor fascina tanto quanto incomoda. Philip Roth, um dos gigantes da literatura americana da segunda metade do século XX, é conhecido tanto pela sua capacidade introspectiva quanto pela sua densidade intelectual.
«O jornal Le Monde dedica uma edição especial a este romancista obcecado pela identidade judaica, implacável com os Estados Unidos e sempre no controle de suas narrativas, mesmo quando exibe os seus excessos, sujeitos a controvérsias. É "uma história improvável", escreve a jornalista Josyane Savigneau, num texto inédito sobre o seu encontro com o autor de Operação Shylock, cujo estilo se divide entre experiência e ficção, ironia e ferocidade.» (Sinopse.)
Um número muito bom que aconselho aos leitores de Philip Roth.