Prosimetron

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sexta-feira, 5 de junho de 2026

Marcadores de livros - 3738

Marcadores português, castelhano e francês de um livro de Ken Follett; e outros em português e castelhana de Sarah A. Parker.
Verso e reverso.

Reverso do marcador castelhano.

Leituras no Metro - 3729

Lisboa: Tinta da China, 2013.

Ryszard Kapuściński (1932–2007) foi um jornalista e repórter polaco. Conhecido pelo seu «jornalismo mágico», foi correspondente internacional da Agência Polaca de Imprensa (PAP) e foi neste papel que esteve em Angola em 1975, depois da saída dos portugueses e antes de ser proclamada a independência do país. 
Há muito que eu queria ler este livro. Proporcionou-se agora quando uma amiga o estava a devolvê-lo a outra. Emprestou-mo e comecei a lê-lo, quase compulsivamente.
Dá-nos um retrato da ponte aérea que Portugal criou para retirar os portugueses de Angola e da «cidade de madeira» (como ele chama aos caixotes com os pertences dos evacuados), transportada por mar e que ele mais tarde vê ao longo do cais do Tejo.
Quando a «cidade de pedra», Luanda, ficou inabitável, Kapuściński foi para a frente de guerra, juntando -se a um batalhão do MPLA, do comandante Ndozi.
«Ju-Ju é um angolano branco, o que significa que a sua família é de Portugal, mas que ele nasceu em angola, a sua terra natal. Há centenas como ele no MPLA. Lutam nas linhas da frente ou trabalham no estado-maior ou na administração. Todos usam barba. Aqui, é um sinal distintivo: um branco de barba é de Angola e ninguém lhe pede documentos ou o detém para interrogatório.» (p. 58)
«Os prisioneiros [FNLA] e os guardas [MPLA] estavam embrenhados numa conversa animada, a discutir os resultados do desafio de futebol do dia anterior. Ontem, o Benfica tinha derrotado o Ferroviário por 2-1 no estádio em Luanda. O Ferroviário, que já não perdia há dois anos, saiu de campo vaiado pelos seus próprios adeptos. A equipa perdeu porque o seu principal goleador, Chico Gordo, deixara o seu clube para ir jogar para o Sporting de Braga, em Portugal.» (p. 62)

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Boa noite!


Lixo na rua

Telheiras, 4 jun. 2026.

Não é a primeira vez e, provavelmente, não será a última que há mones de lixo fora de caixotes junto ao Centro de Dia da Misericórdia de Telheiras. Normalmente são sacos com lixo que não cabem dentro do caixote (não sabem pedir mais um caixote à CML?) ou trastes (cadeiras velhas, eletrodomésticos, etc.) para o que deviam pedir o transporte para recolha de lixos volumosos da CML e que até funciona bem. Mas não: é sempre uma lixeira no passeio. Uma vergonha!...

Marcadores de livros - 3737

O último é o reverso que é igual em todos os marcadores.
Uma boa ideia para quem vai à missa em Évora.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Boa noite!

«Days We Left Behind», do novo disco de Paul McCartney que, no próximo dia 18, fará 84 anos.
O 20.º álbum da carreira a solo de Paul McCartney, inspirado nas suas memórias de infância em Liverpool.

Marcadores de livros - 3734

Foto de Philippe Halsman.

A Cinemathèque Française tem patente uma exposição sobre Marilyn até 26 de julho. 


Marcadores de livros - 3733

O Palais des enfants convida, para a sua primeira exposição, no Grand Palais: Transparence. Um percurso lúdico e sensorial para viver em família, onde obras artísticas e experiências científicas brincam com a luz para despertar a curiosidade e o encanto dos mais jovens. Até 29 ago. 2027.

À dir.: Ange des mers.
Agathe May - Portrait en pied, 1999.
Hans Opp De Beek - Tatiana (bola de sabão), 2017.


Marilyn Monroe - 100 anos


«Já estive em calendários, mas nunca cheguei a horas». 
Marilyn Monroe (1926-1962)


Por sugestão da Maria:

No Dia da Criança

Lucas Cranach - Tríptico da família de Maria, 1509
Frankfürt, Städel Museum.
No painel da esq., uma criança vê um livro; no central, crianças brincam...

sábado, 30 de maio de 2026

In memoriam Edgar Morin


«La musique est l'art qui m'importe le plus; elle console et désole tout à la fois». 
Edgar Morin

Mini-livros - 67

Um livrinho de Christopher Marlowe (1564-1593):

Madrid: Del Prado,2003. (The Miniature Classics Library).

Marcadores de livros - 3731

Dois marcadores Paperblank:

Primeiro pensei que os versos e reversos faziam puzzle, mas não.
À esq.: Natsu - Rinpa Flores. Rinpa é uma das escolas históricas mais importantes da pintura japonesa, instalada no século XVII em Kyoto. À dir.: Fiammetta. Este modelo inspirou-se numa encadernação (de 1725) do Decameron de Boccaccio. 

Para Maria Luisa.

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Boa noite!

Anna Maria Jopek- «Joszko Broda».

Mini-livros - 66

 
Uns mini-livros (Dracula, 47 mm x 30 mm, e com um frasco de sangue - presumo - encravado no interior do livro; os outros dois  livrinhos têm 38 mm x 25 mm): um marcador com 33 mm alt.; e um candeeiro, semelhante ao que uns amigos me ofereceram há uns anos. Tudo isto me foi dado por uma amiga e vinha numa bola:

Parabéns, Justa!


Desejo-te um bom dia!

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Boa noite!

Filme de Polanski baseado no livro de Władysław Szpilman.


A Casa de Bonecas de Petronella Oortman


Petronella Oortman (1656-1716) foi uma holandesa  que construiu uma casa de bonecas que faz parte da coleção permanente do Rijksmuseum em Amesterdão.


Eu adorava brincar com a minha casa de bonecas, feita num armário pela minha mãe e pelo meu tio. E com grandes contribuições da minha avó materna. Todos os miúdos deviam ter direito a brincar!
Para a Sandra, no Dia Internacional do Brincar.

Marcadores de livros - 3730

A Deusa das Serpentes é uma estatueta de faiança, encontrada em 1903 por Arthur Evans no Palácio de Knossos, Creta, datada de ca 1600 a.C.


Para J. e P., que mos trouxeram de Creta.

Peggy Zina - «Amanhecer».

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Boa noite!


Marcadores de livros - 3728


«Não falta, no século XX, literatura dedicada a atrocidades, mas é raro encontrar-se um relato escrito do ponto de vista de um cúmplice do crime. Regra geral, os autores envergonham-se desse papel. Mas, ao falarmos dos campos de concentração, o termo 'cúmplice' esvazia-se de sentido. A máquina é impessoal; a responsabilidade vai transitando de quem cumpre as ordens para quem lhas deu, sempre, até chegar ao topo.» (Czeslaw Milosz - A mente aprisionada. 2.ª ed. Amadora: Cavalo de Ferro, 2019, p. 159)
Esta é a introdução a um conto de um autor identificado como Beta sobre a chegada de um «transporte» a um campo de concentração. Páginas que devem ser lidas, mas com o estômago preparado.
Não tenho marcador deste livro.

Mais marcadores aqui, aqui, aqui e aqui.

Leituras o Metro - 2994

Amadora:Cavalo de Ferro, 2019.

Este foi o segundo livro de Czeslaw Milosz que li e gostei bastante, mais do que do primeiro. Um homem que «experienciou todos os infernos que o século XX foi capaz de produzir, mas também, por vezes, viveu o paraíso. E, como Dante, capturou-os para nós.» (The Sunday Times).