No Dia Internacional do Livro Infantil, com um agradecimento à Goretti.
PROSIMETRON
Prosimetron
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Caixa do correio - 323
Um envelope com muitos selos lindos.
Faz este mês 83 anos que Le Petit Prince teve s sua 1.ª edição, o que aconteceu fora de França: foi impresso, pela primeira vez, nos Estados Unidos.
Há também um selo com o Castelo de Koenigsbourg, na Alsácia.
Para Ph.
Constituição 1976: 50 anos
«No dia em que se assinalam os 50 anos da aprovação da Constituição da República Portuguesa, o ANTT apresenta uma mostra documental, na qual é possível ver algumas fotografias das eleições para a Assembleia Constituinte, das sessões de trabalho e de alguns deputados da referida Assembleia Constituinte e, ainda, o primeiro e o último número do Diário da Assembleia Constituinte, documento que transcreve as reuniões plenárias dos trabalhos. São 132 diários pertencentes a este período histórico e no último número é possível ver a transcrição da leitura do decreto que aprova a Constituição da República.» A mostra pode ser vista até 15 de maio.
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Boa noite!
A propósito do Dia das mentiras, ouvi hoje esta canção no apontamento que João Gobern tem diariamente na Antena 1. Saudades das Hermanias e do Carlos Paião.
Van der Weyden - a nossa nova vinheta
Este pormenor da Descida da Cruz, obra prima de Rogier van der Weyden (1400 - 1464), que se encontra no Museu do Prado, preenche a primeira vinheta de Abril.
Marcadores de livros - 3677
As publicações Dom Quixote festejam hoje 61 anos. Alguns dos marcadores que editaram por ocasião dos seus 60 anos:
Ver outros marcadores aqui.
terça-feira, 31 de março de 2026
segunda-feira, 30 de março de 2026
Leituras no Metro - 2986
Lisboa: Cultura, 2018.
Leonardo da Vinci - A Última Ceia, 1495-1498.
Milão, Refeitório de Santa Maria delle Grazie.
Quem roubou estes dois quadros, cópias do fresco de Leonardo da Vinci, em dois dias seguidos?
Ponte Capriasca, Igreja de Santo Ambrósio.
É considerada uma das melhores cópias antigas do trabalho de Da Vinci, datando provavelmente do século XVI. Talvez seja...
Antuérpia, Abadia de Tongerlo.
Pensa-se que a pintura tenha sido realizada entre 1506 e 1509, possivelmente no atelier de Leonardo da Vinci em Milão. Encontra-se na Abadia de Tongerlo desde 1545.
Um ano mais tarde, outra cópia é roubada:
Giampietrino (fl. 1495-1549) - A Última Ceia, ca 1520.
Londres, The Royal Academy of Arts
O final do livro é bastante atabalhoado.
Marcadores de livros deste autor aqui.
Para a Ana.
domingo, 29 de março de 2026
Marcadores de livros - 3674
Cadeiras, poltronas, bancos, com e sem gente sentada.
Um postal: «Totem # 7», 2010. Foto de Alain Delorme.
Contribuições de outros blogues para o tema do mês: Algo más que papel; Arte entre páginas; Desde mi orilla del Tajo; En la página 37; Marcapáginas de mi colección; Marcapáxinas da Cairesa; Mondopunts: I e II; Monton de Marcapaginas e Viajando con los Marcapáginas
«A cadeira amarela de Van Gogh»
Cadeira com cachimbo, 1888
Londres, National Gallery
rusticamente empalhada, e amarela sobre
a tijoleira recozida e gasta.
No assento da cadeira, um pouco de tabaco num papel
ou num lenço (tabaco ou não?) e um cachimbo.
Perto do canto, num caixote baixo,
a assinatura. A mais do que isto, a porta,
uma azulada e desbotada porta.
Vincent, como assinava, e da matéria espessa,
em que os pincéis se empastelaram suaves,
se forma o torneado, se avolumam as
travessas da cadeira como a gorda argila
das tijoleiras mal assentes, carcomidas, sujas.
Depois das deusas, dos coelhos mortos,
e das batalhas, príncipes, florestas,
flores em jarras, rios deslizantes,
sereno lusco-fusco de interiores de Holanda,
faltava esta humildade, a palha de um assento,
em que um vício modesto – o fumo – foi esquecido,
ou foi pousado expressamente como sinal de que
o pouco já contenta quem deseja tudo.
Não é no entanto uma cadeira aquilo
que era mobília pobre de um vazio quarto
onde a loucura foi piedade em excesso
por conta dos humanos que lá fora passam,
lá fora riem, mas de orelhas que ouçam
não querem mesmo numa salva rica
um lóbulo cortado, palpitante ainda,
banhado em algum sangue, o quantum satis
de lealdade, amor, dedicação, angústia,
inquietação, vigílias pensativas,
e sobretudo penetrante olhar
da solidão embriagadora e pura.
Não é, não foi, nem mais será cadeira:
Apenas o retrato concentrado e claro
de ter lá estado e de ter lá sido quem
a conheceu de olhá-la, como de assentar-se
no quarto exíguo que é só cor sem luz
e um caixote ao canto, onde assinou Vincent.
Um nome próprio, um cachimbo, uma fechada porta,
um chão que se esgueira debaixo dos pés
de quem fita a cadeira num exíguo espaço,
uma cadeira humilde a ser essa humildade
que lhe rói de dentro o dentro que não há
senão no nome próprio em que as crianças têm
uma fé sem limites por que vão crescendo
à beira da loucura. Há quem assine,
a um canto, num caixote, o seu nome de corvo.
E há cantos em pintura? Há nomes que resistam?
Que cadeira, mesmo não-cadeira, é humildade?
Todas, ou só esta? Ao fim de tudo,
são só cadeiras o que fica, e um modesto vício
pousado sobre o assento enquanto as cores se empastam?
Jorge de Sena
sábado, 28 de março de 2026
Marcadores de livros - 3673
Na próxima madrugada, entramos na hora de verão, pelo que à 01h00 os relógios deverão ser adiantados para as 02h00.
Verso e reverso.
Esta imagem de relógio não é um marcador; devia servir para embelezar uma embalagem de relógios da loja Diarsa (Lisboa), fazendo o serviço de uma fita.
Com um agradecimento à Cláudia.
sexta-feira, 27 de março de 2026
No Dia Mundial do Teatro
Sugestões da Maria sobre Shakespeare: um filme e dois livros:
Il. de Hamnet.
Não li o livro, mas vi o filme - muito bom.
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