«[...] antes de sair Gamache foi falar com a sua equipa. Era a hora do chá e eles estavam sentados a equilibrar nas mãos chávenas e pires da mais fina porcelana, e pratinhos com delicados naperons rendados. Na mesa à sua frente havia apontamentos sobre o homicídio e pequenas sanduíches de pepino aparadas. Listas de suspeitos e éclairs. Provas e petits fours.»
Louise Penny - A estátua assassina. Lisboa: Relógio d'Água, 2014, p. 240.

















































