Fotos Cláudia.
PROSIMETRON
Prosimetron
sábado, 7 de fevereiro de 2026
Caixa do correio - 316
A banda desenhada Michel Vaillant saiu, pela primeira vez, na revista Tintin (n.º 433), em 7 fev. 1957. O seu autor foi Jean Graton (1923-2021). «A série Michel Vaillant decorre no mundo do automobilismo, da Fórmula 1 aos ralis. Michel Vaillant é o filho do construtor Henri Vaillant, proprietário de uma fábrica de automóveis dirigida pelo outro filho Jean-Pierre. Michel Vaillant torna-se campeão do mundo de F1 e vive múltiplas aventuras no grande circo do automobilismo. Mais tarde, o filho de Jean Graton, Philippe Graton assegura os argumentos da série. Em 2012, a série inicia um novo ciclo de aventuras, já sem Jean Graton.» (Daqui.)
Li alguns livros de Michel Vaillant, então editados pela Bertrand e depois pela Meribérica; atualmente a série é editada pela Asa.
Para Ph.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Marcadores de livros - 3622
Hoje, graças a Javier, é dia de puzzles:
Maravilhosos! Uns tiveram que ser levemente sobrepostos. Espero não ter estragado a visualização.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Boa noite!
Desta vez, foi Billy Bragg, um músico britânico, a levantar a sua voz contra os assassinatos de Alex Pretti e Renee Goog, em Minneapolis.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Richard Ramer (1942-2026)
Richard Ramer (1942-2026)
Custa sempre saber do desaparecimento físico de um amigo.
Quando eu comecei a gostar de livros antigos existiam muitos livreiros que eram referências. Aos pouco tenho visto partir a grande maioria. E vou perdendo amigos.
Richard Ramer foi um deles. Sabia apreciar, como poucos, o livro como livro, como objecto. Não só pelo seu conteúdo mas também pelo seu papel, pelo seu formato, pelo seu cuidado bibliográfico. O livro como Arte!
A notícia da sua morte ocorreu hoje dia 4 de fevereiro de 2026. Para além das suas livrarias físicas situadas em Nova York (USA) e em Lisboa (em ambas convivi com ele) tinha, como ele dizia, a melhor livraria em cada uma das cidades, vilas ou aldeias do mundo - a sua livraria na WWW, ou seja: na casa de cada um, aberta 24 horas por dia, todos os dias do ano.
Boa noite!
«Quando Morre o Amor», música de Renato Júnior e letra de Marina Ferraz.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
No meu sofá a ler... - 15
Barcarena: Manuscrito, 2024.
«No seu discurso de tomada de posse [como ministro das Finanças], no qual revelou que só aceitou o cargo com grande relutância e sacrifício, [Salazar] sublinhou: "Sei muito bem o que quero e para onde vou, mas não se me exija que chegue ao fim em poucos meses. No mais, o País estude, represente, reclame, discuta, mas que obedeça quando chegar à altura de mandar." Estava forjada a imagem do humilde professor universitário que não gostava de política, e que só aceitava o cargo por dever e á custa de todos os sacrifícios pessoais. No entanto, a realidade seria bem diferente e Salazar já tinha todo um projeto político e preparava-se para tomar o poder e o implantar.» (p. 22)
«Sob a égide do corporativismo, o Estado Novo irá acabar com o sindicalismo livre e o direito á greve, reprimindo as lutas operárias e perseguindo os seus dirigentes. São criados os Sindicatos Nacionais, de inscrição obrigatória e quase sempre de base regional e profissional, controlados pelo governo e sob tutela do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência (INTP), pertencente ao Subsecretariado de Estado das Corporações. As direções destes sindicatos estavam sujeitas a homologação governamental, que as podiam demitir. Estava esvaziada toda e qualquer capacidade reivindicativa do movimento operário. Além disso foram criados os grémios patronais da indústria, do comércio e da lavoura, uma forma de organização corporativa por parte dos patrões; e as Casas do Povo e dos Pescadores, dirigidas pelos grandes proprietários ou pelas autoridades portuárias, sob controlo do INTP, acabaram por servir como formas de enquadramento político-ideológico da população rural e piscatória.» (p. 25)
Ainda a procissão vai no adro...
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
domingo, 1 de fevereiro de 2026
Vinheta: Nada é eterno!
A 23 de Agosto de 2025 um grupo de queridos e fraternos amigos deram-me a conhecer um pequeno monumento na Mata Nacional dos Sete Montes, na cerca do convento de Cristo, em Tomar: a Charolinha.
A antiga casa de fresco, remontava ao século XVI, e teve como arquiteto João de Castilho. Foi destruída com a tempestade Kristin, na noite de 29 para 30 de janeiro de 2026.
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Nos tempos de hoje... evocando um amigo.
Raul Rêgo (15 de Abril de 1913 - 1 de Fevereiro de 2002)
Passam hoje 24 anos de silêncio! A 1 de fevereiro de 2002 um amigo que eu respeito passou ao Oriente Eterno. As suas palavras escritas e ditas (a sua vida) ficaram como exemplo em muitos momentos marcantes de Portugal. Enquanto lembrarmos o seu nome elas e ele continuam presentes.
De entre as muitas coisas que foi na vida também foi Soberano Grande Comendador do Rito Escocês Antigo e Aceito (para leigos, investido no 33.º grau e preside da organização do Rito [a forma com que a Maçonaria trabalha]) e Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano Unido.
Para muitos que não sabem o que é a Maçonaria deixo apenas apontamentos de uma via de trabalho:
O século XVIII foi para a Construção da Maçonaria; depois levou um século a criar/adotar o que é hoje o seu lema: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
O século seguinte foi para ajudar a afirmar o conceito de Liberdade - em especial a de respeitar a Liberdade do outro de pensar (quer individualmente, quer a nível de nação);
mais cem anos foram necessários para ajudar a afirmar o conceito de Igualdade (quer individualmente, quer a nível de nação);
estão a decorrer, mas ainda estamos no começo, os tempos (talvez venham a ser necessários mais de cem anos) em que a Maçonaria tenta ensaiar e fazer sentir os novos conceitos de Fraternidade (quer individualmente, quer a nível de família e estado/nação).
Mas o que é Fraternidade?
Com a ajuda da Liberdade e da Igualdade, a Maçonaria deve fazer sentir, deve ensaiar, deve aplicar o Lema, no seu todo.
Mas não é tirar as pessoas do seu meio. É ensinar as pessoas a sentir os três conceitos no seu país, na sua casa, na sua família e na sua vida individual. Só depois disso o cidadão pode trocar, pode amar, pode viver. Só depois disso a Democracia terá o seu valor, porque parte de premissas iguais, até lá encontra apenas: branco/preto; luz/trevas; partir/chegar e, assim, não existe o seu Lema.
O papel principal é o de educar! O cidadão, por medo e com ignorância busca e valoriza os extremos (de Esquerda e de Direita).
Integrar para não entregar.
sábado, 31 de janeiro de 2026
Boa noite!
Down Nicollet Avenue
A city aflame fought fire and ice
'Neath an occupier's boots
King Trump's private army from the DHS
Guns belted to their coats
Came to Minneapolis to enforce the law
Or so their story goes
Against smoke and rubber bullets
In the dawn's early light
Citizens stood for justice
Their voices ringin' through the night
And there were bloody footprints
Where mercy should have stood
And two dead, left to die on snow-filled streets
Alex Pretti and Renee Good
Oh, our Minneapolis, I hear your voice
Singing through the bloody mist
We'll take our stand for this land
And the stranger in our midst
Here in our home, they killed and roamed
In the winter of twenty-six
We'll remember the names of those who died
On the streets of Minneapolis
Trump's federal thugs beat up on
His face and his chest
Then we heard the gunshots
And Alex Pretti lay in the snow, dead
Their claim was self-defense, sir
Just don't believe your eyes
It's our blood and bones and these whistles and phones
Against Miller and Noem's dirty lies
Oh, our Minneapolis, I hear your voice
Crying through the bloody mist
We'll remember the names of those who died
On the streets of Minneapolis
Now they say they're here to uphold the law
But they trample on our rights
If your skin is black or brown, my friend
You can be questioned or deported on sight
In our chants of ICE out now
Our city's heart and soul persists
Through broken glass and bloody tears
On the streets of Minneapolis
Oh, our Minneapolis, I hear your voice
Singing through the bloody mist
Here in our home, they killed and roamed
In the winter of twenty-six
We'll take our stand for this land
And the stranger in our midst
We'll remember the names of those who died
On the streets of Minneapolis
We'll remember the names of those who died
On the streets of Minneapolis
ICE out (ICE out)
Bruce Springsteen
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Boa noite!
António Chaínho faleceu há dois dias, no dia em que cempletou 88 anos.
António Chaínho - «Escadinhas do Duque».
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