PROSIMETRON
Prosimetron
terça-feira, 16 de junho de 2026
segunda-feira, 15 de junho de 2026
domingo, 14 de junho de 2026
Livro e marcador - 244
Fotos Maria.
Kawabata é o meu escritor japonês preferido. E quase único, já que não sou apreciadora da literatura japonesa. Terra de neve foi o primeiro livro que li dele; tenho-o noutra edição.
sábado, 13 de junho de 2026
Jacarandás
Telheiras, 11 jun. 2026.
Não sei doutra glória,
doutro paraíso:
à sua entrada os jacarandás
estão em flor,
um de cada lado.
E um sorriso,
tranquila morada,
à minha espera.
O espaço a toda a roda
multiplica os seus espelhos,
abre varandas para o mar.
É como nos sonhos mais pueris:
posso voar quase rente
às nuvens altas –
irmão dos pássaros –,
perder-me no ar.
Eugénio de Andrade
sexta-feira, 12 de junho de 2026
quinta-feira, 11 de junho de 2026
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Marcadores de livros - 3743
Ticiano - Diana e Actaeon, ca 1556-1569.
Galerias Nacionais da Escócia.
António Casalinho & Margarita Fernandes em Diana e Actaeon, música de Cesare Pugni (1802-1870).
Para o Jad.
terça-feira, 9 de junho de 2026
Marcadores de livros - 3742
Gracias, Pini!
Dois conjuntos de quatro marcadores, cujos versos são o último de cada grupo. Devia ter posto os versos no início e depois os reversos.
Ver outros marcados do Arquivo Histórico da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa aqui.
No Dia Internacional dos Arquivos.
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Marjane Satrapi (1969-2026)
Soube pela Maria que Marjane Satrapi faleceu na sexta-feira, com 56 anos.
A Maria gostava muito dela e enviou um filme e uma novela gráfica para assinalar a triste notícia.
domingo, 7 de junho de 2026
Quatro revistas
Ontem, na minha visita ao escaparate de revistas, selecionei estas, embora não tenha comprado nenhuma. Talvez ainda vá buscar Diapason.
No centenário da morte de Gaudí:
Nos 150 anos da morte de George Sand, que se completam amanhã:
E a Diapason com um caderno dedicado a Leonard Bernstein:
sábado, 6 de junho de 2026
Boa noite!
Cecilia Bartoli - «Agitata da due venti» da ópera Griselda de Vivaldi.
Cecilia Bartoli fez 60 anos há dois dias.
Para Fernando Firmino.
sexta-feira, 5 de junho de 2026
Marcadores de livros - 3738
Marcadores português, castelhano e francês de um livro de Ken Follett; e outros em português e castelhana de Sarah A. Parker.
Verso e reverso.
Reverso do marcador castelhano.
Leituras no Metro - 3729
Ryszard Kapuściński (1932–2007) foi um jornalista e repórter polaco. Conhecido pelo seu «jornalismo mágico», foi correspondente internacional da Agência Polaca de Imprensa (PAP) e foi neste papel que esteve em Angola em 1975, depois da saída dos portugueses e antes de ser proclamada a independência do país.
Há muito que eu queria ler este livro. Proporcionou-se agora quando uma amiga o estava a devolvê-lo a outra. Emprestou-mo e comecei a lê-lo, quase compulsivamente.
Dá-nos um retrato da ponte aérea que Portugal criou para retirar os portugueses de Angola e da «cidade de madeira» (como ele chama aos caixotes com os pertences dos evacuados), transportada por mar e que ele mais tarde vê ao longo do cais do Tejo.
Quando a «cidade de pedra», Luanda, ficou inabitável, Kapuściński foi para a frente de guerra, juntando-se a um batalhão do MPLA, comandado por Ndozi.
«Ju-Ju é um angolano branco, o que significa que a sua família é de Portugal, mas que ele nasceu em angola, a sua terra natal. Há centenas como ele no MPLA. Lutam nas linhas da frente ou trabalham no estado-maior ou na administração. Todos usam barba. Aqui, é um sinal distintivo: um branco de barba é de Angola e ninguém lhe pede documentos ou o detém para interrogatório.» (p. 58)
«Os prisioneiros [FNLA] e os guardas [MPLA] estavam embrenhados numa conversa animada, a discutir os resultados do desafio de futebol do dia anterior. Ontem, o Benfica tinha derrotado o Ferroviário por 2-1 no estádio em Luanda. O Ferroviário, que já não perdia há dois anos, saiu de campo vaiado pelos seus próprios adeptos. A equipa perdeu porque o seu principal goleador, Chico Gordo, deixara o seu clube para ir jogar para o Sporting de Braga, em Portugal.» (p. 62)
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Lixo na rua
Telheiras, 4 jun. 2026.
Não é a primeira vez e, provavelmente, não será a última que há mones de lixo fora de caixotes junto ao Centro de Dia da Misericórdia de Telheiras. Normalmente são sacos com lixo que não cabem dentro do caixote (não sabem pedir mais um caixote à CML?) ou trastes (cadeiras velhas, eletrodomésticos, etc.) para o que deviam pedir o transporte para recolha de lixos volumosos da CML e que até funciona bem. Mas não: é sempre uma lixeira no passeio. Uma vergonha!...
Marcadores de livros - 3737
O último é o reverso que é igual em todos os marcadores.
Uma boa ideia para quem vai à missa em Évora.
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