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sábado, 21 de fevereiro de 2026

Marcadores de livros - 3635

Mais uns marcadores das livrarias Hugendubel:


Outros marcadores desta livraria aqui, aqui e aqui.

Para Paula G.

5 comentários:

Maria disse...

Sempre bonitos, os marcadores e postais desta livraria alemã.
Bom dia!🌞

Justa disse...

Me gusta esa idea de ser arropado/a o abrazado/a por un libro, sin embargo no entiendo la metáfora visual del segundo marcapáginas. Bonitos marcapáginas.

Abrazos de sábado.

MR disse...

Bom sábado para as duas. 📚

Fernando FIRMINO disse...

A propósito do (des)conhecido e desafiante "mercado bibliopólico" Germânico, importa assinalar o especial simbolismo deste Dia Internacional da Língua Materna, cujo profundo significado ultrapassa o próprio âmbito dos louváveis propósitos celebrativos da UNESCO. Como é óbvio, respeitar as línguas maternas implica, entre outras tarefas prioritárias, sensibilizar a opinião pública para a riqueza e a diversidade do património linguístico planetário...

Nesta ocasião, não posso esquecer JOSÉ PEDRO Machado, alguém que despertou as consciências de sucessivas gerações de Leitores atentos a "estas coisas". No 3.º volume de "Factos, Pessoas e Livros", título genérico do conjunto dos seus curiosíssimos "Comentários", publicados no memorável Boletim dos Serviços Bibliográficos da saudosa Livraria Portugal (Lisboa, 1981, p. 845), o Autor exprime o seu ponderado e judicioso testemunho:

"(...) No caso que mais nos interessa, bem sabemos que muitos estrangeiros falam a Língua Portuguesa corrente e correctamente, como não poucos até a escrevem com certa elegância. Poderia exemplificar com casos meus conhecidos de espanhóis, franceses, ingleses, holandeses, suíços, checos, italianos, noruegueses, suecos, romenos, russos, alemães. Guardo correspondência capaz de comprovar o que digo [em Maio de 1971], mas há quem disponha de mais elementos para o corroborar e enriquecer. (...)"

Curiosa coincidência! No "PÚBLICO" de hoje, uma interessante reportagem (da conceituada jornalista Teresa FIRMINO, inserida nas págs. 40 e 41) esclarece o tema, muito candente e actual, da "Guerra dos nomes, ou como a Nova SBE não gosta de ser Faculdade de Economia", na sequência da estranha "reacção contra a obrigação legal" de a referida Escola "ter um nome, além do inglês, em português". É particularmente sintomática e chocante a seguinte afirmação (p. 41, última coluna): "(...) A Nova SBE fez mais pela língua e cultura portuguesas a atrair alunos estrangeiros, e que hoje estão no nosso país, do que se tivesse o nome em português. Fez mais pela língua e cultura do que a Faculdade de Letras [de Lisboa]."

Sem mais comentários!!!...

Muito Boa Noite!

MR disse...

Não sabia que era o Dia Internacional da Língua Materna. Ontem não tive tempo de ler o jornal, mas vou fazê-lo hoje.
Bom domingo!