Andrea Laszlo De Simone - «Quando»
Prosimetron
sábado, 20 de dezembro de 2025
Pacotes de açúcar - 270
sexta-feira, 19 de dezembro de 2025
Marcadores de livros - 3581
Estes marcadores estavam prometidos desde o final do ano passado.
Ver os outros oito da coleção de 30, aqui.
Boas Festas!
All About Love
«O Grand Palais homenageia a artista afro-americana Mickalene Thomas com All About Love: uma retrospectiva vibrante que explora a visibilidade e a representação das mulheres negras e celebra o amor como força de libertação, autoafirmação e alegria.» A exposição pode ser vista até 5 de abril de 2026.
Ler mais aqui.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
Leituras no Metro - 2979
Lisboa: Balzac,2024.
Nunca tinha lido este livro de Stefan Zweig e vi que a Feitoria dos Livros já o havia publicado. O autor dedica uma grande parte do livro à história do Brasil. O último terço do livro já são as impressões do escritor sobre os habitantes e a vida no país que ele escolheu para se exilar e onde se veio a suicidar.
«As grandes avenidas constituem tudo o que é novo, o que é grandioso no Rio; poucas avenidas do mundo se podem comparar com elas, na grandiosidade do traçado e na beleza de aspeto. São ruas para veículos, ruas para paradas, ruas modernas. Mais do que que da sua deslumbrante magnificência, poré, gosto das ruas pequenas, de importância secundária que me me fazem andar sem saber para onde, que me seduzem com encantos pequenos, naturais, meridionais, e dão uma impressão tanto mais romântica quanto são mais pobres, mais primitivas, mais despretensiosas. Também as mais pobres - e precisamente estas - estão cheias de cor, de vida e de aspetos variados. Não posso fartar-me de as ver. Nada nelas é preparado, disposto para atrair a atenção dos estrangeiros, nada nelas é pitoresco, e o seu encanto não está na aqruitetura, mas sim precisamente no contrário: na barafunda, no casual que tornam atraentes todas essas ruas, e cada uma delas, noutro ponto de vista. O passear a pé, que para mim é um velho prazer, tornou-se no Rio, um vício pessoas; qantas vezes saí para dar um passeio por um quarto de hora e, conduzido pela curiosidade, de uma rua para a outra, regressei após quatro horas [...].» (p. 228-229)
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
terça-feira, 16 de dezembro de 2025
Hanukkah - a nossa nova vinheta
A festa judaica marca a nossa nova vinheta. Apesar dos tristes acontecimentos recentes, um Happy Hanukkah!
Marcadores de livros - 3578
Versos e reversos.
Nos 250 anos do nascimento de Jane Austen, com agradecimentos a Goretti, Ph. e Pini.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2025
Uma pergunta ao Governo...
Aspeto do aeroporto de Lisboa, ao final da tarde de hoje. Esta situação é o resultado de uma greve minoritária? Uma greve (que ocorreu na quinta-feira) que afetou o país «entre 0% a 10%», segundo o ministro Leitão Amaro, deixaria o aeroporto neste caos?
domingo, 14 de dezembro de 2025
Boa noite!
Não percam este filme, atualíssimo. O filme adapta o livro The Nazi And The Psychiatrist, de Jack El-Hai. O nazi é Göring e o psiquiatra Douglas Kelley.
«1945. Hitler está morto e a Segunda Guerra Mundial aproxima-se do seu fim. Os Aliados têm a tarefa de garantir que o regime nazi seja responsabilizado pelos horrores da Guerra, ajudando a garantir que tais atrocidades nunca se repitam. O psiquiatra americano Douglas Kelley (Rami Malek), encarregado de determinar se os prisioneiros nazis estão aptos para serem julgados pelos seus crimes de guerra, vê-se envolvido numa complexo e perigoso duelo psicológico com o braço direito de Hitler, Hermann Goring (Russell Crowe).» (Sinopse do filme) Duas interpretações extraordinárias.
Douglas Kelley, psiquiatra do Exército dos EUA que foi destacado para a prisão de Nuremberga, com vista a avaliar os perfis psicológicos dos chefes nazis (entre os quais estavam Göring e Hesse) que iam ser julgados. O psiquiatra, através de conversas e testes de Rorschach, tentava compreender a natureza do mal, uma matéria de que Hannah Arendt se ocupou mais no julgamento de Eichmann. Douglas Kelley compilou material com que viria a escrever este livro.
No final do filme, vê-se como o livro foi recebido nos EUA. E como muitas das situações analisadas no filme são pungentemente atuais.
Os dois livros mereciam uma tradução portuguesa.
Marcadores de livros - 3576
Versos e reversos de três marcadores de livros da editora Seghers, criada em 1944 por Pierre Seghers (1906-1987).
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