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quarta-feira, 14 de maio de 2025

Parabéns, Memórias e Imagens!


Desejamos à Margarida um dia muito feliz! E longa vida ao blogue!

Raoul Dufy - Anémonas e tulipas, 1942.

terça-feira, 29 de outubro de 2024

No Dia das Flores

Henri Manguin (1874-1949).
Max Peiffer Watenphul (1896-1976) - Natureza morta com rosas.
François-Emile Barraud (1899-1934) - Bouquet de chardons.
François-Emile Barraud (1899-1934) - Le Chardons a la bourse bleu, 1930.
François-Emile Barraud (1899-1934) - Bouquet de anémones.

sábado, 2 de março de 2024

Zorionak, Goretti!


Umas flores de François-Emile Barraud (1899-1934):

Três rosas, 1931
Anémonas, 1933
Natureza morta com lírios, 1934

Desejo-te um dia feliz!

domingo, 8 de março de 2015

Umas anémonas...

... para agradecer os parabéns!

Henri Lebasque - Natureza morta com anémonas e colares

«Cada novo amigo que ganhamos no decorrer da vida aperfeiçoa-nos e enriquece-nos, não tanto pelo que nos dá, mas pelo que nos revela de nós mesmos.» 
Miguel de Unamuno

«O amigo é a resposta aos teus desejos. Mas não o procures para matar o tempo! Procura-o sempre para as horas vivas. Porque ele deve preencher a tua necessidade, mas não o teu vazio.» 
Khalil Gibran

domingo, 27 de junho de 2010

domingo, 16 de maio de 2010

Flores da cidade

Não sei se existem flores da cidade. Mas para mim as Anémonas são-no. Pelos menos aquelas que mais gosto, como as que se encontram neste quadro da Rapariga de Vermelho com Anémonas.



Girl with Anemones c. 1932
Ottawa (Ontário), National Gallery of Canada (no. 15241)

Este quadro é também uma homenagem ao pintor canadiano Alfred Pellan, que nasceu a 16 de Maio de 1906 e morreu a 31 de Outubro de 1988.
Dedicado a tod@s que gostam de vermelho e de anémonas.

quinta-feira, 19 de março de 2009

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Anémonas



«Um ano o nosso jardim teve pela primeira vez anémonas. Lembro-me do jardineiro da Huerta del Cordero, que era quem tratava dele, a falar com a minha mãe e a dizer-lhe que nos trazia ali umas flores novas, as primeiras que se viam em Granada e que se chamavam anémonas. O nome fascinou-me e todos esperámos pela sua floração emocionados e impacientes, indo ver as plantas todos os dias, até que uma manhã o jardim se encheu de tons azuis, malva, arroxeados com essa delicadeza de seda que as anémonas têm. Federico nomeia-as várias vezes. Não sei porque se lhes deu uma conotação de morte. Eu sinto-as de outras maneira. Quando li, anos mais tarde, em Así que pasen cinco años:

Ay, cómo canta la noche, cómo canta!
Qué espessura de anémonas levanta!


Ai, como canta a noite, como canta!
Que espessura de anémonas levanta!

pensei nelas. Foram aquelas as primeiras anémonas da minha vida, agora para mim inseparáveis daqueles versos.»
Isabel García Lorca
In: As minhas recordações. Porto: Ambar, 2005, p. 30