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segunda-feira, 13 de março de 2017

Détective, fábrica de crimes


Em outubro de 1928, o editor Gaston Gallimard lança com a ajuda dos irmãos Kessel um hebdomadário de faits divers. Détective, assim se chamou o jornal, tinha uma redação de grandes repórteres (Larique, Roubaud, Danjou, Bringuier) e nele também colaboravam grandes autores da editora Gallimard (Kessel, Carco, Mac Orlan). Durante doze anos, Détective, apesar de críticas que vinham dos surrealistas à direita católica, publicou reportagens sobre os grandes crimes da época, como os casos das irmãs Papin, Nozière ou Weidmann… Por vezes o jornal foi retirado de venda por páginas que saíram grandes reportagens sobre ciganos da Europa de Leste. Détective é considerada um marco nas revistas francesas.
A BILIPO (Paris) tem uma exposição sobre este jornal até 1 de abril.


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Simenon faleceu há 25 anos

O Le Monde dedicou um n.º especial a Simenon, por ocasião dos 25 anos da sua morte (o Arpose já publicou esta capa). Através dele fiquei a saber que está na BILIPO uma exposição de ilustrações de Loustal.

A exposição apresenta 70 desenhos de Loustal, a p&b e a cores, sobre o universo de Simenon, quer dos diversos livros que ele ilustrou, quer desenhos sobre o próprio Simenon, como este, em que ele está a escrever. Uma ocasião para descobrir Loustal, um admirador do escritor francófono que mais vende no mundo. 
A exposição da BILIPO mostra ainda algumas edições raras de Simenon, quer em livro, quer em jornais e revistas. Até 28 de fevereiro de 2015.


Há na revista umas páginas de Dictinnaire Simenon, de Pierre Assouline, aqui apresentando o seu Autodictionnaire:

 

sexta-feira, 26 de junho de 2009

BILIPO

Bibliothèque des littératures policières


É a única biblioteca francesa dedicada à conservação e promoção da literatura policial. Neste espaço podemos encontrar a quase totalidade da edição francesa no respeitante aos géneros policial e criminal. Aberta em 1995, recebeu os fundos de literatura policial da biblioteca do Arsenal, dispondo presentemente, para além de livros, de um importante fundo documental e iconográfico.
Visitei esta biblioteca em 2000 e foi nesse ano que me passeei pela zona da Contrescarpe.
48-50, rue du Cardinal Lemoine
Paris