Prosimetron

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sexta-feira, 27 de julho de 2012

London, the city of 2012: Jogos Olímpicos, 2012

Das imagens do passado aos acontecimentos do presente: a abertura dos Jogos Olímpicos em Londres, hoje a partir das 21h, justifica naturalmente uma nova vinheta. O logótipo oficial, ainda que de gosto discutível em meu entender, preencherá a vinheta até ao final do mês.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Boa noite!

O compositor português Armando José Fernandes nasceu em 26 de julho de 1906 e faleceu em 3 de maio de 1983.

O livro de Joel Santos na bagagem para férias

O livro de Joel Santos sobre fotografia é uma beleza.
É com ele que venho desejar a todos boas férias!
Ofereceram-me este livro que levo na bagagem. 



«O objectivo da arte não é representar a aparência exterior das coisas, mas o seu significado interior.»
Aristóteles, 
Joel Santos, Foto/Grafia, Luz, Exposição, Composição, Equipamento, Lisboa: Centro Atlântico, 2012 (5ª edição), p.17.


Obrigada E.R.

Pez

Pez, detalhe rapinado no google
Um presente extraordinário com um saboroso regresso à infância. 
Quem não teve um distribuidor de Pez, uns rebuçados fabulosos? 
Encontrei-os no livro A Delicadeza,de David Foenkinos, que me está a surpreender pela positiva, Está quase no fim. Tenho pena de não ter visto o filme.
Dele deixo os seguintes trechos:

« A vida é sobretudo feita de esboços, rasuras e espaços em branco», p.120.

«O Beijo [uma interpretação sobre a tela de Gustave Klimt] a consumação última da procura humana da felicidade», p.84

David Foenkinos, A Delicadeza, Lisboa: Editorial Presença, 2011, p. 120 3 84.


Pacotes de açúcar - 37


Um quadro por dia


Meus avós, meus pais, e eu em 1936, de Frida Kahlo neste Dia dos Avós.

Citações


Votre esprit est d'une espèce qui donne de l'élan à celui d'un autre.


- Escreveu Casanova, que não era propriamente modesto, ao Príncipe de Ligne. Um elogio merecido por Charles-Joseph de Ligne, um dos europeus mais irrequietos do século XVIII.

Bom dia !

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Boa noite!

Lya De Barberis no pianoforte 

Em língua portuguesa (IV)

CANTATA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
A MUI LEAL E HERÓICA CIDADE DE SÃO SEBASTIÃO

IV/ O SÉCULO XIX
Levantámos a Cidade: de águas pantanosas nasceram jardins.
Tempo de Vice-Reis. O palácio, a estátua, a fonte, o chafariz...

Brancos, mamelucos, negros, todos juntos a Cidade construíram.
Nela os poetas cantaram, os mártires morreram.
Mas a cidade vivia!

(Lá vem a nau da Rainha
que venceu o temporal:
vêm príncipes, vêm princesas.
- a Côrte de Portugal)

Levantamos a Cidade: sobrados, museus, chácaras, carruagens...
Casamentos reais, festas, luminárias, mucamas e pagens.

(Ai, quem é que canta num sôpro tão manso?
É a negra embalando o menino branco.

Que barulho é êste, de música surda?
É o negro dançando pela noite escura...)

Levantamos a Cidade. Navios que trazem sábios e artistas.
Navios que partem com o Rei e a Côrte. E o Príncipe que fica.
Levantamos a Cidade. Hinos, modinhas, proclamações imperiais.
Cidade de S. Sebastião, Heróica e Mui Leal.

Os teatros que surgem. Os livros que se abrem. Cidade de ciências, de artes e ofícios.
Mil vozes  cantando missas, ladainhas, óperas e hinos...

Fogo de artifício. Máscaras. Carnavais. Inaugurações.
Levantamos a Cidade sôbre esperanças de independência e libertação...

Pianos, árias, sermões, orações cívicas, aerostatos.
Ruas e ruas novas, e as sinhàzinhas que se separam de seus escravos.

 (Pisei na pedra,
a pedra balanceou:
o mundo estava torto.
Princesa endireitou...)

(Quem canta com todo êsse contentamento?
É o negro qie já fico livre do cativeiro!)

"... LEVANTAMOS A CIDADE PARA SER A RAINHA DAS PROVÍNCIAS..."


Cecília Meireles, Obra Poética, Rio de Janeiro:Cia. José Aguilar Editôra, 1967 (2ª edição), p. 857-858.


O poema (inédito) de Cecília Meireles sobre o Rio de Janeiro está quase a chegar ao fim. Por ser longo optei por escrever por partes.

Boa tarde!

Humor pela manhã...


Quando?


É que o Prosimetron faz um piquenique? De preferência num pinhal onde se apanhem pinhas tranquilamente, sem interrupções de " quem trabalha " :)

Espaço Açores

Rua de S. Julião, 58

Av. Elias Garcia, 57

Nestas lojas encontram-se produtos açorianos muito bons: iogurtes, queijos, conservas, compotas, bolachinhas e biscoitos, para além da carne açoriana, do ananás e de vinhos. E também algum artesanato.
Só tenho comprado «coisas boas» (expressão de um amigo depois de comer - e se ele gostava de comer...) nestas lojas. O ananás não tem nada a ver com o comprado noutras lojas de Lisboa.
Um dia destes vou ver se lá há o atum de Santa Catarina.

Para HMJ que é fã da loja da rua de S. Julião.

Dois livros de Jean Ziegler

Lisboa: Terramar, 1999 
Lisboa: Terramar, 2003

Quando li estes livros até fiquei arrepiada.
Em geminação com o Arpose, a propósito do seu post «Os Tempos que passam».

Auto-retrato(s) - 162

Vários auto-retratos de Otto Dix que morreu há 43 anos.

Em 1912 com um cravo
Em 1913
Em 1915

Em 1942

Adão e Eva

Eduardo Malta,  Lisboa, 1936                      © Jad, 2012

Não, o objectivo não foi fazer uma fotografia sui generis nem surrealista. O objectivo era somente tirar uma foto a um quadro pelo qual me apaixonei. Estive quase, quase, quase, a fazer a minha loucura do ano. Entrar e dizer, posso levar e ficar a pagar em prestações? Mas, sinceramente, tive medo que dissessem que sim!
A luz de Lisboa, que é muita, foi a culpada deste ensaio fotográfico.

Post para MR que também adora fazer fotografia.

Emilie Simon

Emilie Simon, depois de comprar um livro improvável: "A delicadeza" de David Foenkinos

Boa noite!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Boa noite!

Carla Fraci e Erik Bruhn, 1969

Leituras de Verão

E quais são (ou vão ser) as vossas leituras?

A arte do retrato


Tal como prometido, mais um dos monomaníacos retratados por Géricault. Este Retrato de um cleptomaníaco é de 1820-24, óleo sobre tela, e está no Museu de Belas-Artes de Gand/Ghent.

Pacotes de açúcar - 36



Auto-retrato(s) - 161

 - 1870, 21 anos.
 - 1886, Gersau, Suiça.
 - 1886, auto-retrato com as duas filhas, Gersau, Suiça.
 - 1892-93

- 1891, em Värmdö-Brevik


Dramaturgo, poeta, pintor, mas também um fotógrafo muito interessante o sueco August Strindberg. Fiquei fascinado com estes auto-retratos.

Números


4000...


... mulheres e alguns homens, o número de amantes de Mick Jagger, a fazer fé nesta recente biografia do mais célebre Rolling Stone. Quanto a nomes conhecidos, eu já sabia de Madonna, Angelina Jolie ou Carla Bruni. Mas fiquei espantado com a princesa Margarida e Jackie Onassis...

Humor pela manhã...


Bom dia !



Menos conhecido talvez que outros grandes pianistas do século XX, Earl Wild interpreta aqui Un sospiro de Franz Liszt.

Maré Cheia

Foi o filme que vi esta noite. Já há muito que não via Jean Gabin, aqui na sua primeira participação num filme americano. Realizado por Archie Mayo em 1942.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Boa noite!

Amanhã no Bar do Século


Vamo-nos refrescar - 13

Steve Lupton - Close-up of cider on ice

Cheers!

Gourmet: o que é nosso é bom!

Encontrei no mercado uma conserva que gostei de experimentar: atum com batata doce. A marca é açoriana, como não podia deixar de ser. Aconselho aos que gostam de atum.O contraste doce da batata liga muito bem. A favor da fábrica de conservas com a marca Santa Catarina, a laborar em S. Jorge, está a forma como se processa a pesca do atum.

«O atum é pescado com linha e anzol através de uma arte de pesca tradicional e centenária, conhecida  como "salto e vara", um método selectivo para uma qualidade superior de pescado e pela própria preservação da espécie.»
(Retirado do folheto).





A Madame Bovary

Público, 22 jul. 2012

Este recorte vai já para dentro deste livro, a edição que tenho de Madame Bovary.

Elegâncias - 78

Visão, 5 jul. 2012
Hoje não são sapatos, é esta mala de plástico (o petróleo está caro, mas não exageremos) de que pode usufruir, tendo 1600,00 e querendo-os gastar desse modo. Louis Vuitton, como não podia deixar de ser.
lembro-me de umas malas semelhantes a esta, em várias cores, com um preço modesto, e que se usavam para ir para a praia. :)

O guru do vinho

Grenoble: Grénat, 2012
€20,00

Michel Rolland, 63 anos dos quais 40 como enólogo, aconselha mais de 100 propriedades em treze países. Não sei se Portugal é um destes países. Diz que tem três pátrias: a França, a Argentina e a Califórnia. Se tivesse 25 anos estaria na China.

Para APS.

Lá fora



400 obras ( pintura, desenho,escultura,filme ) provenientes de todo o mundo, na Fondation Cartier em Paris, com o título de Histoires de voir, Show and Tell. A arte naif ou primitiva à escala global.

London, the city of 2012: Jean Shrimpton, 1963

Jean Shrimpton ou simplesmente “The Shrimp” , tornou-se num dos mais célebres e mais requisitados modelos de moda, numa época em que a notoriedade das supermodels em nada se equiparava ao glamour à volta dos modelos mais recentes como Schiffer ou Campbell.
Muito antes de Twiggy ou Veruschka, a bela e elegante Jean foi capa da Vogue e Harper’s Bazaar (e até da Newsweek) e trabalhou com todos os estilistas e fotógrafos de renome. Foi símbolo, quer da elegância da H-line francesa até meados dos anos sessenta, quer do look mais audacioso dos Swinging Sixties londrinos.
A Jean Shrimpton, considerada “The most beautiful girl in the world" pela revista Elle, é dedicada a nova vinheta através de uma fotografia de John French de 1963.

Bom dia !



Ainda o centenário do nascimento da grande Kathleen Ferrier ( 1912-1953 ), agora com Mahler e o protegido deste, o grande maestro Bruno Walter. Maestro este que aceitou, céptico, Ferrier como contralto solista no Festival de Edimburgo de 1947 e depois declarou: I recognised with delight that here potentially was one of the greatest singers of our time. E no ano seguinte repetiram A Canção da Terra em Nova Iorque.

Boa-noite


Azulejo
Roubei esta imagem numa casa em que estive este fim de semana. Vejo muita semelhança no étimo da palavra com a do nosso penico? Muitas línguas, mas pouca imaginação!
Boa noite e bom uso... 

domingo, 22 de julho de 2012

Boa noite!

Um belo disco.

London, the city of 2012: The Beatles, 1963/1969


Seis anos separam estas duas imagens.
A primeira, captada em 1963, data do início de uma carreira única. A segunda fotografia mostra-nos os Fab Four na derradeira apresentação em público, no topo do Apple Building em Savile Row, a 30 de Janeiro de 1969, interpretando Let it Be para o documentário homónimo da autoria de Michael Lindsey-Hogg. Nessa aparição invulgar, os Beatles cantaram ainda canções, como Don't Let Me Down, ou Get Back. Um ano depois, separaram-se para sempre. 


Segunda fotografia da autoria de Express/Hulton Archive