Prosimetron

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sábado, 1 de agosto de 2026

Boa noite!


Uma viagem ao coração da contracultura dos anos 70. Com imagens em 16 mm restauradas, este documentário de Rodrigo Areias e Aaron Brookner revive a icónica Convenção Nova de 1978 no bairro de East Village (NY). «O documentário assenta num eletrizante arquivo histórico da Convenção Nova de 1978, há muito considerado perdido e posteriormente recuperado por Aaron Brookner. A Convenção Nova foi um evento de três dias que reuniu nomes como Patti Smith, William S. Burroughs, Frank Zappa, Laurie Anderson, Philip Glass, Allen Ginsberg, John Cage e muitos outros.» O filme tem música original composta por The Legendary Tigerman.


Marcadores de livros - 3790

Versos e reversos de quatro marcadores em armónio. Devido à digitalização, o reverso do primeiro marcador (em cima) é o quarto marcador (em baixo).
Para a Justa.

Parabéns, Marcapáginas de mi colección!

Justa, desejo-te um ano com felicidades e boas entradas no blogue.
E boas férias!

António Maria Lisboa - a nossa vinheta

«O Surreal é do Poeta de todos os tempos, de todos os grandes poetas.» 

António Maria Lisboa carta a Mário Cesariny, reproduzida em Poesia
org. de Mário Cesariny, Assírio & Alvim, 2022. 
 (A edição inclui um conjunto de cartas de António Maria Lisboa dirigidas a Mário Cesariny.)

https://www.assirio.pt/produtos/ficha/poesia/25877717
(António Maria Lisboa fotografado por Artur Cruzeiro Seixas, nos anos 50)

IN MEMORIAM

António Maria Lisboa foi uma das figuras marcantes do surrealismo português. Nasceu em Lisboa a 1 de agosto de 1928, integrou, no final da década de 1940, o grupo de jovens escritores que procurava renovar profundamente a literatura portuguesa. Para António Maria Lisboa, a poesia era uma forma de liberdade. Tal como os surrealistas, acreditava que a criação artística devia romper com as regras e revelar a dimensão mais profunda do ser humano. No entanto, recusava limitar a poesia a um movimento ou a uma escola. Defendia que o «surreal» pertence a todos os grandes poetas, independentemente da época em que viveram, porque nasce da liberdade criadora e da capacidade de ultrapassar os limites da realidade. Apesar de ter vivido apenas 25 anos (m.1953), deixou uma obra original que continua a despertar o interesse de leitores e estudiosos.

Conjugação

Para o A. Cruzeiro Seixas

A construção dos poemas é uma vela aberta ao meio
e coberta de bolor
é a suspensão momentânea dum arrepio num dente
fino
Como Uma Agulha

A construção dos poemas
A CONS
TRU
ÇÃO DOS
POEMAS

é como matar muitas pulgas com unhas de oiro azul
é como amar formigas brancas obsessivamente junto
ao peito
olhar uma paisagem em frente e ver um abismo
ver o abismo e sentir uma pedrada nas costas
sentir a pedrada e imaginar-se sem pensar de repente

NUM TÚMULO EXAUSTIVO.

António Maria Lisboa, in "Ossóptico e Outros Poemas",
 https://www.citador.pt/poemas/conjugacao-antonio-maria-lisboa


terça-feira, 28 de julho de 2026

Boa noite!

Hoje ante-estreia de Playback, filme de Sérgio Graciano sobre Carlos Paião (1957-1988).

Marcadores de livros - 3786

O tema do mês é gente sentada em bancos. Não reparei e pus alguns que deviam estar aqui no tema de março. Volto a repetir três deles.  Há bancos de jardim, um banco de piano e outro de bar; por fim uma cadeira de jardim.



Filipe Vargas e Sandra Faleiro.


Séverine - «Un Banc, un arbre, une rue» (1971), música de Jean-Pierre Bourtayre e letra de Yves Dessca. 

segunda-feira, 27 de julho de 2026

domingo, 26 de julho de 2026

Eduardo Viano no MACAM - a nossa vinheta

Consegui finalmente ir ao Museu de Arte Contemporânea Armando Martins. Gostei muito: quer do acervo, quer do espaço arquitectónico.

O conhecido Homem das Louças de 1919 da autoria de Eduardo Viana (1881 - 1967) que se encontra na Galeria 1 do MACAM preenche a nossa nova vinheta.



Marcadores de livros - 3785


Verso e reverso.


Verso e reverso.

Quando acabarão estas obras?

Telheiras, 25 jul. 2026

Estes buracões na Rua Prof. Mário Chicó, em Telheiras (Lisboa) estão abertos há quase um mês. Quando os fecharão e quando acabarão estas obras? É raro ver ali alguém a trabalhar.

Maria José Oliveira no MNAC

Ultimamente tenho visto exposições com peças mal legendadas. 


Ontem fui ver esta expo de Maria José Oliveira e qual não foi o meu espanto quando vi esta série de fotos «No Princípio Era a Concha da Mão» da autoria de Sérgio Pombo (1947-2022).

Com uma legenda que indica que as fotos foram tiradas  entre 1978 e 2026. 
Sérgio Pombo faleceu em 2022. Só se enviou algumas fotos do Além. Não me parece...