Estes buracões na Rua Prof. Mário Chicó, em Telheiras (Lisboa) estão abertos há quase um mês. Quando os fecharão e quando acabarão estas obras? É raro ver ali alguém a trabalhar.
Pois é, muito sintomáticos os "buracões", "abertos há quase um mês" na Rua MÁRIO CHICÓ, que não dignificam a simbólica e prestigiosa imagem de uma Figura célebre, cujo nome se encontra inscrito na Toponímia de Telheiras...
Lembrei-me agora, a propósito de situações anómalas que, com vergonhosa frequência, subsistem na Capital, da nossa recente deslocação à "Baixa" (onde a minha Mulher visitou uma histórica Retrosaria que, apesar de tudo sobrevive na Rua da Conceição). Quase não acreditávamos: no Rossio e na Rua Augusta, algumas esplanadas insistiam nas insólitas e apalermadas iluminações que, no "ambiente" canicular, chocavam frontalmente com a imagem global da "claridade" Lisboeta!!!...
E, no entanto, já vimos - e, até, mais de uma vez - que os responsáveis pela própria situação, deveras estranha, do inóspito "quadro" onde se integram as fontes SECAS da "Praça D. Pedro IV" são, tenho a certeza, adeptos do "moderno" municipalismo Ecológico, "típico" dos poluídos recantos turísticos da Capital... Para uma "cosmopolita" Cidade Europeia, não está mal - está péssimo!
P.S.: Aproveito, naturalmente, para saudar o regresso de François TRUFFAUT a um auditório (Cinema NIMAS) onde, hoje, decorreu a exibição do seu emblemático filme "L'Enfant Sauvage". Uma película (de 1970) que, como sabemos, teve especial impacto no Mundo inteiro.
Tenho aqui, à minha frente, uma cópia do inesquecível texto crítico que BÉNARD DA COSTA dedicou à complexa e fascinante temática, que nos convida a reflectir em torno do "fenómeno" das chamadas crianças-selvagens e da controversa concepção propalada por ROUSSEAU, subjacente à poderosa influência da Educação sobre o Homem, no "estado de Natureza"!...
3 comentários:
Cuidadinho quando andares por ai.
Talvez não trabalhem por causa do calor ?
Bom domingo
Um abraço
Quando o moedas se lembrar...
Bom dia.
Pois é, muito sintomáticos os "buracões", "abertos há quase um mês" na Rua MÁRIO CHICÓ, que não dignificam a simbólica e prestigiosa imagem de uma Figura célebre, cujo nome se encontra inscrito na Toponímia de Telheiras...
Lembrei-me agora, a propósito de situações anómalas que, com vergonhosa frequência, subsistem na Capital, da nossa recente deslocação à "Baixa" (onde a minha Mulher visitou uma histórica Retrosaria que, apesar de tudo sobrevive na Rua da Conceição). Quase não acreditávamos: no Rossio e na Rua Augusta, algumas esplanadas insistiam nas insólitas e apalermadas iluminações que, no "ambiente" canicular, chocavam frontalmente com a imagem global da "claridade" Lisboeta!!!...
E, no entanto, já vimos - e, até, mais de uma vez - que os responsáveis pela própria situação, deveras estranha, do inóspito "quadro" onde se integram as fontes SECAS da "Praça D. Pedro IV" são, tenho a certeza, adeptos do "moderno" municipalismo Ecológico, "típico" dos poluídos recantos turísticos da Capital... Para uma "cosmopolita" Cidade Europeia, não está mal - está péssimo!
P.S.: Aproveito, naturalmente, para saudar o regresso de François TRUFFAUT a um auditório (Cinema NIMAS) onde, hoje, decorreu a exibição do seu emblemático filme "L'Enfant Sauvage". Uma película (de 1970) que, como sabemos, teve especial impacto no Mundo inteiro.
Tenho aqui, à minha frente, uma cópia do inesquecível texto crítico que BÉNARD DA COSTA dedicou à complexa e fascinante temática, que nos convida a reflectir em torno do "fenómeno" das chamadas crianças-selvagens e da controversa concepção propalada por ROUSSEAU, subjacente à poderosa influência da Educação sobre o Homem, no "estado de Natureza"!...
Muito Boa Noite!
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