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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

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No Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

7 comentários:

Cláudia Ribeiro disse...

É muito importante este dia, para que não se esqueça o que aconteceu no passado e
continua a acontecer nos dias de hoje.

Mª Luisa disse...

Depois de ler o comentário da Cláudia, não fica mais que concordar.
Bom dia. Aqui nevando por vezes.
Abraços

Anónimo disse...

Hay días y días; este, para nunca olvidar.
Apertas, Justa.

Fernando FIRMINO disse...

Ao contrário de alguns Países da "outra Europa", onde a memória histórica da heróica resistência ao nazi-fascismo hitleriano constitui um tema em frequente análise, reflexão e debate, verificamos que, lamentavelmente, no que respeita aos "media" dominantes (e, até, aos auditórios académicos) do nosso País, a referida problemática muito pouco se discute!

Aproveitando a particular importância deste simbólico Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, permito-me recordar a o renovado interesse da versão portuguesa (Europa-América, 1970) do precioso "Álbum" documental, intitulado "A Deportação" (título original: "La Déportation"), uma Obra com impressionantes "imagens reais dos campos de concentração nazis", "realizada pela Federação Nacional [Francesa] dos Deportados, Internados, Resistentes e Patriotas" e "premiada pela Academia das Ciências Morais e Políticas".

Sem mais comentários (contudo, compreensíveis, no próprio momento em que um candidato neofascista, dito "presidencial", apologista de "três Salazares", não hesita em provocar o adversário, num debate televisivo, em directo!!!...), aqui fica, pois, a breve transcrição de algumas ponderadas palavras de Louis MARTIN-CHAUFFIER, no Prefácio (p. 24):

"Quem não vê, hoje, que a impunidade e o esquecimento fazem ainda fermentar certos espíritos nostálgicos de uma ditadura restaurada de que eles seriam os chefes todo-poderosos? E que, ao dirigirem-se de novo aos frustrados, aos descontentes, aos jovens mal informados do que aconteceu, eles encontram uma audiência iludida? E isto não apenas na Alemanha, mas por toda a parte onde o ódio troa ou a violência mina. (...) Mostrar-lhes o que foi essa realidade (...) é despertar a consciência e, com ela, o horror das mentiras recomeçadas, das promessas falaciosas e dos injustos e cruéis furores que desencadearam no mundo."

Muito Boa Noite!

MR disse...

Ouvi um professor dizer que há estudantes que veem filmes sobre o Holocausto e pensam que é ficção. Não percebo o que vai na cabeça destas criaturas...
Hoje também se vê pouca tv porque a RTP2 passa bastantes filmes e documentários sobre a II GG e sobre países autoritários. Será que veem o que se passa hoje nos EUA? E COMO veem?
Bom dia para todos.

Fernando FIRMINO disse...

Ainda a propósito do nosso dever de preservação de certos aspectos fundamentais da memória colectiva, julgo que não será despropositada uma brevíssima e, sobretudo, muito justa referência aos 80 Anos do "JORNAL DO FUNDÃO", fundado em 27 de Janeiro de 1946 pelo saudoso jornalista e cidadão António PAULOURO (1915-2002).

No seu programa Editorial ("Rumo"), publicado na primeira edição, o Director do "JF" propunha-se defender os princípios éticos, democráticos e solidários, inerentes ao espírito inovador e crítico da Imprensa Regional: "(...) No nosso posto estaremos ao lado dos que trabalham e dos que sofrem, em fraterna compreensão que não é de hoje, mas de sempre".

Era também o início de um projecto independente, que viria a dar muitas "dores de cabeça" ao regime fascista, cujos censores - e ditadores - suspenderam, durante alguns meses, a própria publicação do prestigioso Semanário Fundanense...

Sinceros Parabéns!

MR disse...

Parabéns ao Jornal do Fundão!