«Procurando no armário [...], Peter separou o chá Yogi e o Harmony Herbal Blend, embora tenha hesitado um instante no de camomila. Mas não. [...] A morte violenta [de uma mulher assassinada] exigia Earl Grey. Olhando para fora da janela enquanto despejava água a ferver no bule e sentia as picadas dolorosas da água a ferver a salpicar-lhe a mão [...].» (Louise Penny - Natureza morta. Alfragide: D. Quixote, 2014, p. 59-60.)
É o primeiro livro desta canadiana que leio e estou a gostar. Também prefiro Earl Grey, a esta hora destinado.

1 comentário:
El té me pone como una moto, lo tome a la hora que lo tome, sin embargo cuando bebo café es como si bebiese agua ¡misterios del organismo!
Abrazos.
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