Prosimetron

Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta Alexandre Dumas (1802-1870). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Alexandre Dumas (1802-1870). Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

Festa do Cinema Francês

A Festa do Cinema Francês regressa para a sua 25.ª edição entre 3 de outubro e 30 de novembro em nove cidades portuguesas: Lisboa, Almada, Oeiras, Coimbra, Porto, Beja, Viseu, Faro e Lagos. Pode conhecer a programação acedendo a Festa do Cinema Francês



segunda-feira, 12 de agosto de 2024

Leituras no Metro - 2936

Trad. Augusto Abelaira.
Porto: Livros do Brasil, 2019

Estou a reler estas memórias de Romain Gary, que tinha lido há muitos anos. O futuro escritor nasceu em Vilnius. Depois de muitas andanças, chegou a Nice em 1928 com a mãe, uma mulher exótica.

«[...] devorava todos os livros que me vinham ter à mão, ou mais ainda, todos aqueles sobre os quais punha discretamente a mão nos livreiros do bairro. Transportava a minha riqueza para o celeiro e ali, sentado por terra, mergulhava no universo fabuloso de Walter Scott, de Karl May, de Mayne Reid e de Arsène Lupin. [...] Walter Scott agradava-me muito e ainda hoje me acontece estender-me na cama e lançar-me em busca de qualquer nobre ideal, proteger as viúvas e salvar os órfãos - as viúvas são sempre notavelmente belas e dadas a testemunhar-me o seu reconhecimento, depois de terem encerrado os órfãos numa sala separada. Outra obra favorita era A Ilha do Tesouro, de R. L. Stevenson, uma leitura, também, de cuja influência nunca mais me libertei. A imagem de um cofre de madeira cheio de dobrões, de rubis, de esmeraldas e de turquesas não sei porquê os diamantes nunca me atraíram - é para mim um tormento contínuo.» (p. 96)
Ainda há dias, num almoço de amigos, falávamos como Walter Scott nos encantava. Não referimos A Ilha do Tesouro, mas obviamente que também nos fascinou a todos. A primeira vez que li esta obra foi numa adaptação da Biblioteca dos Rapazes. Só mutos anos mais tarde, li a obra original.
No dia em que almocei com os meus amigos, fui à Bertrand e atrás de mim estava um rapaz de vinte e tal anos a pedir O Conde de Monte Cristo. Pensei comigo: «Vais passar umas belas horas com esse livro. E aprender muito.» Um dia destes, acho que o vou reler.
Há dias vi a Ilha de If na televisão, aquando das regatas dos Jogos Olímpicos. A Ilha de If, em cujo castelo Edmond Dantès esteve preso e encontrou o Abade Faria.
Quando fui a Marselha não consegui ir a If porque o mar estava muito agitado e não havia viagens. Durante os Jogos Olímpicos, algumas das provas de vela foram anuladas porque havia pouco vento.

terça-feira, 14 de março de 2023

Marcadores de livros - 2503

Os três mosqueteiros, de Alexandre Dumas, começou a ser publicado em folhetim, no jornal Le Siècle, em 14 de março de 1844.