Escreveu livros fantásticos. O primeiro que li foi Cem anos de solidão, seguido de Ninguém escreve ao coronel, Os funerais da Mamã Grande e O outono do Patriarca. Depois estive uns anos sem o ler até sair O amor nos tempos de cólera, a que se seguiram (não sei bem se por esta ordem) Crónica de uma morte anunciada e A aventura de Miguel Líttin, clandestino no Chile. O último foi Viver para contar.
Gabriel García Márquez é muito apreciado cá em casa.
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Rosas amarelas, as preferidas do escritor.
