As Publicações Dom Quixote foram fundadas há 60 anos, em 1 de abril de 1965. Por esta razão vou mostrar alguns marcadores desta editora.
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quinta-feira, 29 de maio de 2025
sexta-feira, 16 de agosto de 2024
quarta-feira, 6 de março de 2024
sábado, 18 de novembro de 2023
Os livros mais vendidos de sempre
Somos livros, a revista da Bertrand, referente ao Natal 2023, traz uma lista dos livros amis vendidos de sempre que a revista Newsweek publicou em 2021. E quais são eles?
Em 1.º lugar, com 140,6 milhões de exemplares, um livro que nunca li:
Em 2.º lugar, com 120 milhões de exemplares vendidos, um livro de que li talvez 50 p. Não é o tipo de literatura que aprecio, mas percebo bem o sucesso desta série.
Em 3.º lugar, um clássico, com 100 milhões de exemplares:
Também com 100 milhões de exemplares vendidos: O sonho da câmara vermelha do chinês Cao Xueqin (1710-1765), que não conheço e nem sequer está traduzido em Portugal; e No início eram dez, de Agatha Christie.
Depois vêm livros de C. S. Lewis, H. Rider Haggard, o Pinóquio, O código da Vinci, os outros seis romances da série Harry Potter...
Em 21.º lugar está um dos meus livros preferidos: Cem anos de solidão, com 50 milhões de livros vendidos. Seguem-se mais dois livros de que gosto: Lolita de Nabokov e Heidi; Meu filho, meu tesouro do Doutor Spock, que também li e que me foi útil.
Em 26.º lugar, outro livro juvenil: Beleza negra, de Anna Sewell, que li com o título de Cavalo negro. Seguem-se O nome da rosa e A Águia aterrou, todos com 50 milhões de exemplares vendidos. Acho que é desta que vou ler este último título, que está na minha lista há muito.
Pensava que o livro mais vendido no mundo, para além da Bíblia, fosse o Dom Quixote.
segunda-feira, 28 de agosto de 2023
O que estamos a ler? - 24
Em casa, este livro que estava no monte há mais de um ano.
Barcelona: Debate, 2019
Na capa, da esq. para a dir.: García Márquez, Jorge Edwards, Vargas Llosa, Carmen Balcells, José Donoso e Ricardo Muñoz Suay.
Ainda só li cerca de 100 p. das mais de 500 que este livro tem. Mas estou entusiasmadíssima. Boom refere-se ao enorme número de escritores latino-americanos que aterraram em Barcelona no final dos anos 1960. Por razões económicas, segundo Vargas Llosa. Eram altamente roubados pelos seus editores sul-americanos. E, em Barcelona, estavam a um passo de Paris e de Londres.
O grupo era constituído por Gabriel Garcia Márquez, Mario Vargas Llosa (dois dos escritores que mais aprecio), José Donoso, Jorge Edwards, Alfredo Bryce Echenique, Rafael Humberto Moreno-Durán, Nélida Piñon, Óscar Collazos, Mauricio Wacquez, Cristina Peri Rossi e Ricardo Cano Gaviria. E os visitantes habituais: Julio Cortázar (que vinha de furgoneta de Paris), Carlos Fuentes, Octavio Paz, Plinio Apuleyo Mendoza (que vinha de Maiorca), Jorge Luis Borges (que achava a cidade muito fria) , Pablo Neruda (que chegou incógnito por causa do regime franquista) e Álvaro Mutis. Há aqui escritores que desconheço e outros que nunca li.
Gabo já havia vivido em Barcelona de 1949 a 1951.
Fiquei também a saber que este mentia e se contradizia nas entrevistas que dava, de modo que é melhor não dar muito crédito às suas afirmações.
Cem anos de solidão, escrito no México, vendeu em Espanha, entre 1967 e 1974 quase um milhão de exemplares.
Carmen Balcells, agente literária de GGG, foi em 1975 verificar as contas da editora Sudamericana e verificou muitas vigarices nas vendas dos livros do seu agenciado e também nas vendas dos livros de Sartre e Simone de Beauvoir, mas como estes não eram representados por ela só registou o facto. Conseguiu que a editora pagasse 15% ao seu autor sobre o PVP.
Um dia um tipo encontrou García Márquez e disse-lhe que não sabia se ele era Vargas Llosa ou Cortázar, ao que ele lhe respondeu: «Sou os dois.» E outros equívocos destes aconteciam.
García Márquez e Vargas Llosa viviam em Sarrià, um arrabalde integrado em Barcelona em 1921. Também é neste bairro que se vão instalar, nesses anos, as editoras Lumen, Tusquets, Anagrama e Grijalbo, todas ainda hoje nossas conhecidas.
Uma palavrinha para Seix Barral, uma editora criada nos anos 50, que floresce nas décadas seguintes com a publicação de autores latino-americanos.
domingo, 3 de julho de 2022
Na biblioteca de Gabriel García Márquez
O filho do escritor colombiano apresenta a casa mexicana do pai, falecido em 2014. A casa conserva o seu escritório e cerca de 5000 livros que lhe pertenceram.
domingo, 6 de março de 2022
Marcadores de livros - 2140
Gabriel García Márquez faria hoje 95 anos.
O reverso é igual nos dois.
Marcador-postal (verso e reverso).
Verso e reverso.
Com um agradecimento à Justa.
sábado, 24 de abril de 2021
Marcadores de livros - 1864
Um marcador-postal de um livro de Gabriel García Márquez. Il. de Pep Carrió.
Em baixo, a parte esquerda do reverso do postal.
Obrigada, Justa!
quarta-feira, 17 de abril de 2019
Marcadores de livros - 1326
Frente e reverso (ou vice-versa) de um postal-marcador dos Cuentos de García Márquez, ilustrados por Carme Solé Vendrell.
Dois postais-marcadores (versos e reversos) da edição ilustrada por Luisa Rivera de Cem anos de solidão, comemorativa do 50.º da sua publicação.
Obrigada, Justa!
sábado, 12 de agosto de 2017
Marcadores de livros - 793
Desta vez são dois marcadores em forma de postal com il. de Luisa Rivera para Cem anos de solidão (ed. Penguin espanhola), livro publicado pela primeira vez há 50 anos.
Obrigada, Justa.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Paris: Les 3 Collèges
Hotel des 3 Collèges, 16 rue Cujas. Nele viveram o poeta húngaro Miklós Radnóti e o escritor colombiano Gabriel García Márquez.
Fotos 3 set. 2013
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Pensamento ( s ) : Ainda Gabo
A fama perturba o sentido da realidade, talvez tanto como o poder, e ainda por cima é uma ameaça constante à vida privada. Lamentavelmente, ninguém acredita nisto enquanto não é atingido.
- Gabriel García Márquez
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Obrigada, Gabo!
Escreveu livros fantásticos. O primeiro que li foi Cem anos de solidão, seguido de Ninguém escreve ao coronel, Os funerais da Mamã Grande e O outono do Patriarca. Depois estive uns anos sem o ler até sair O amor nos tempos de cólera, a que se seguiram (não sei bem se por esta ordem) Crónica de uma morte anunciada e A aventura de Miguel Líttin, clandestino no Chile. O último foi Viver para contar.
Gabriel García Márquez é muito apreciado cá em casa.
http://tatoobild.com/papel/papel-parede-rosas-amarelas-related-pictures-papel-parede-rosas-.html
Rosas amarelas, as preferidas do escritor.
In Memoriam
Gabriel García Márquez 1927-2014
Fotografia da Wikipedia
"Desconcerta-me tanto pensar que Deus existe como que não existe."
Gabriel García Márquez
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