Prosimetron

Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta Daniel Melo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Daniel Melo. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Leituras no Metro - 235

Vila Nova de Famalicão: Húmus, 2015

Um contributo para a história da editora e livraria Romano Torres. «A atividade editorial de João Romano Torres começa em 1877, quando se autonomiza como tipógrafo editor, Só se afirma em pleno enquanto editor em 1885, com a compra do semanário literário O Recreio e a 'criação' duma editora homónima. (p. 69)
A obra mais antiga até agora identificada por Daniel Melo com a chancela da editora Romano Torres é Piquillo Alliaga, de Eugène Scribe, publicada em Portugal em 1889.
Na minha infância e juventude, li muitos livros da Romano Torres. E fui muitas vezes à livraria Romano Torres, na Rua Nova de S. Mamede, junto à Escola Politécnica.


E que me lembro eu de ler da Romano Torres? Para começar, a Coleção Manecas.

Imagem roubada ao Arpose.

Depois, o Salgari - todo, todinho. Só não li mais, porque não havia. Alguns até os reli e trili.



Li A cabana do pai Tomás, de Harriet Beecher Stowe, primeiro numa edição da Bertrand e mais tarde esta:

Nesta coleção, li ainda Walter Scott, George Elliot, Dickens, as irmãs Brontë e Jane Austen, que releio frequentemente. E muitos outros autores, que agora não recordo.

Ivanhoe
O Talismã




Orgulho e Preconceito
Razões do coração
Sangue Azul
Fantasias de Ema

E li ainda alguns (poucos) livros da coleção Azul, como este 'clássico' de Max du Veuzit, que vim a descobrir há poucos anos que era o pseudónimo de uma francesa:  


E também uns policiais, muitos deles assinados com nomes estrangeiros mas que eram escritos por portugueses.

Espero que se venham a produzir outros estudos sobre outras editoras e livrarias.