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sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Great Moments: Eduardo Batarda nos anos 70

Esta exposição pode ser vista no Museu Arpad Szenes/Vieira da Silva até 17 de janeiro. Vale mesmo a pena. Gosto muito da pintura de Eduardo Batarda e já tinha visto estas obras (todas ou algumas) na grande exposição que Serralves lhe dedicou em 2011.

Sem título, 1970-1971


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Eduardo Batarda: Mise en Abyme


O artista Julião Sarmento, na pele de curador, lançou um desafio ao amigo Eduardo Batarda. O resultado dá pelo título de Mise en abyme e é uma exposição que reúne 21 pinturas, algumas nunca antes mostradas, de períodos distintos, que percorrem várias décadas de trabalho de Eduardo Batarda. 
«O opus do Eduardo é, passe o pleonasmo, um trabalho de artista para artistas. E é como ele. Igualzinho! Igualzinho a ele e ao seu discurso. Não é amável, nem simpático nem de fácil disgestão. É ácido e virulento, desesperadamente urgente, romântico (sim, romântico!) e misterioso. E é, por ordem alfabética (por que não?) abrasivo, abusivo, alternativo, autista, bem-educado, brilhante, chato, compulsivo, confuso, convencido, derivativo, erótico, erudito, escatológico, excessivo, gabarola, generoso, gozão, implacável, imprescindível, inteligente, intimista, obcecado, obsessivo, optimista, paranóico, pedante, perverso, pessimista, polido, pornográfico, repetitivo, retorcido, ridículo, sarcástico, sedutor, solitário, teimoso, trágico, vaidoso, verbal, vernacular e, por isso mesmo, incontornável e inesquecível.» (Julião Sarmento)
A exposição pode ser vista no Pavilhão Branco do Palácio Pimenta até 28 de agosto.
O Ilusionista (Grande momento elíptico), 1986

Vista sobre o jardim do Palácio Pimenta de uma janela do pavilhão.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Fiquei com vontade de ler...

Lisboa: Assírio & Alvim, 2011
€28,00

Vi ontem numa livraria e fiquei com vontade de ler. Quando a montanha que tenho à espera baixar um pouco...

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

PENSAMENTO(S) - 212


Olhar para a pintura é uma coisa cultural. Para ver pintura temos de, no melhor do nosso esforço, contar com tudo o que podemos saber: sobre como, para quem, com quem, quando, etc. Sem isso não há nada. Não se consegue olhar para um Poussin sem a ajuda de toda a gente que escreveu e tudo o que sobre ele foi escrito. É preciso fazer esse esforço.

- Eduardo Batarda ( 1943- )

Este é o tal fragmento que guardei da aludida entrevista publicada no PÚBLICO. Palavras sábias que ainda mais me impressionaram porque as li no mesmo dia em que fui ver a excelente expo das naturezas-mortas à Gulbenkian, onde ouvi alguns comentários de visitantes que me puseram os cabelos em pé. E não era propriamente gente ignara. Tal como fico com os cabelos em pé quando ouço alguns artistas contemporãneos fazerem gala da sua ignorância quanto à História de Arte. Ás vezes, pensava que estavam " a fazer género " mas fui percebendo que não.
Podemos depararmo-nos com uma tela de alguém de quem nunca ouvimos falar e ter a esperada reacção inicial: agrado, desagrado, curiosidade. Mas a verdadeira compreensão só pode vir, parece-me, com o esforço de que fala Batarda: conhecer o contexto em que a obra foi produzida, a época da sua execução, o tema ( sagrado ou profano ) que lhe está subjacente, a vida do artista, etc.

sábado, 26 de novembro de 2011

OUTRA VEZ NÃO. EDUARDO BATARDA

Uma exposição antológica de Eduardo Batarda (1943-) abre hoje no Museu de Serralves e pode ser vista até 11 mar. 2012.