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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Um quadro por dia - 107 : Escher em Évora
terça-feira, 6 de julho de 2010
Estrelas...
Ontem depois de visitar um museu só me lembrei de Escher e os seus poliedros
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(...) não podemos imaginar que algures por detrás da estrela mais longínqua do céu nocturno, o espaço possa ter um fim, um limite para além do qual nada mais existe. O conceito de vácuo diz-nos ainda alguma coisa, pois um espaço pode estar vazio (...), mas a nossa força de imaginação é incapaz de apreender o conceito de nada no sentido de ausência de espaço...
in O Espelho Mágico de M.C. Escher, Bruno Ernest, 1978, p.102 (clique em Escher e encontra o site de onde retirei este trecho). Vou ter que encontrar este livro porque gostei do texto.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Torre de Babel!
Escher nasceu a 17 de Junho de 1898, em Leeuwarden, Holanda. Em sua memória fica este desenho da Torre de Babel em permanente construção.
xMaurits Cornelis Escher, Torre de Babel, 1928

As Causas
Todas as gerações e os poentes.
Os dias e nenhum foi o primeiro.
A frescura da água na garganta
De Adão. O ordenado Paraíso.
O olho decifrando a maior treva.
O amor dos lobos ao raiar da alba.
A palavra. O hexâmetro. Os espelhos.
A Torre de Babel e a soberba.
A lua que os Caldeus observaram.
As areias inúmeras do Ganges.
Chuang Tzu e a borboleta que o sonhou.
As maçãs feitas de ouro que há nas ilhas.
Os passos do errante labirinto.
O infinito linho de Penélope.
O tempo circular, o dos estóicos.
A moeda na boca de quem morre.
O peso de uma espada na balança.
Cada vã gota de água na clepsidra.
As águias e os fastos, as legiões.
Na manhã de Farsália Júlio César.
A penumbra das cruzes sobre a terra.
O xadrez e a álgebra dos Persas.
Os vestígios das longas migrações.
A conquista de reinos pela espada.
A bússola incessante. O mar aberto.
O eco do relógio na memória.
O rei que pelo gume é justiçado.
O incalculável pó que foi exércitos.
A voz do rouxinol da Dinamarca.
A escrupulosa linha do calígrafo.
O rosto do suicida visto ao espelho.
O ás do batoteiro. O ávido ouro.
As formas de uma nuvem no deserto.
Cada arabesco do caleidoscópio.
Cada remorso e também cada lágrima.
Foram precisas todas essas coisas
Para que um dia as nossas mãos se unissem.
Jorge Luis Borges, in "História da Noite", Tradução de Fernando Pinto do Amaral (retirado do citador)
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Desafio: será a História um instrumento de controlo?
Um/a comentador/a escreveu um comentário que achei interessante. Resolvi colocar o desafio a todos.
Aqui está o comentário:
"A História não passa de um instrumento de controlo. Há milénios que somos mantidos no escuro sobre a verdade: somos nós os autômatos e os deuses - outros autômatos - nos dão corda todas as noites - se chama "sonho" - para nos fruir durante o dia".
Escher, “Relatividade”, uma ilustração sobre a teoria de Einstein,
Escher brinca com a relação Tempo-Espaço.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
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