Gerard ter Borch ( 1617-1681 ), O concerto, 1655, óleo sobre madeira, Gemäldegalerie, Berlim.
Porque começa hoje mais um festival Dias da Música no Centro Cultural de Belém, subordinado ao tema Da Europa ao Novo Mundo 1883-1945 e com a Repúblic Checa como país convidado. E pela primeira vez o concerto de abertura é com uma obra de um compositor português: Paraísos artificiais, de Luís de Freitas Branco.
O programa completo aqui : http://www.ccb.pt/
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Um quadro por dia - 92
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Pintar a solidão - 4
óleo sobre tela, Museum of Fine Arts, Boston, Juliana Cheney
Edwards Collection.
Esta tela de Gerard ter Borch é completamente heterodoxa face aos cânones do séc.XVII. A figura principal, um mercenário, é representado de costas, a cavalo , e aquilo que se oferece ao espectador em grande plano é a parte posterior do cavalo...
E é uma tela sobre ainda outra solidão- a solidão dos mercenários, aqueles que lutam por quem os contrata, indiferentes às causas ou justeza das guerras. Não esqueçamos que durante séculos, por toda a Europa, existiram exércitos de mercenários que complementavam os exércitos regulares nacionais. Mercenários que, entre guerras, vagueavam como a figura do quadro.
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