«Tudo é apresentado sob uma luz severa e irradia cores fantásticas.»
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sábado, 2 de outubro de 2021
quinta-feira, 22 de abril de 2021
Leituras na pandemia - 55
De uma entrevista que Martin Shuttleworth e Simon Raven fizeram em 1953 a Graham Greene para a Paris Review:
- Que influência influência teve Maurriac sobre si?
[G.G.] - Uma vez mais uma influência muito pequena.
- Mas disse a Kenneth Allott [...] que Mauriac foi para si uma influência clara.
[G.G.] - Disse? Esse é o tipo de coisa que uma pessoa diz sob pressão. Li Teresa Desqueyroux em 1930 e o livro marcou-me intimamente mas, como já disse, não julgo que ele tenha tido qualquer influência em mim, a não ser de um modo inconsciente. O nosso catolicismo é muito diferente: não vejo onde está a semelhança de que as pessoas falam.
- [...]
[G.G.] - Os pecadores de Mauriac pecam contra Deus, enquanto que os meus, por mais que tentem, nunca conseguem...» (Entrevistas da Paris Review. Lisboa: Tinta da China, 2009, vol. 1, p. 43)
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Leituras no Metro - 241
http://www.istambulguia.com/mesquitas/azul/
«[...] vou combinar para que ele se encontre convosco, amanhã de manhã, aqui para as levar ao bazar. Bem, esta tarde sugeria que tomassem um táxi para a Mesquita Azul, passando pelo hipódromo, e, depois depois, visitassem as cisternas romanas. Depois, se tomarem chá no restaurante russo, em Pera, e voltarem para jantar, recomendava-lhes um teatro para a noite.»
Graham Greene - O comboio de Istambul. Mem Martins: Europa-América, ca 1986, p. 183
http://www.vetro-studios.com/rejans/
Graham Greene deve referir-se ao Rejans, aberto em 1924.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Leituras no Metro - 240
Trad. Helena Alves
Mem Martins: Europa-América, 1986
Ando finalmente a ler este livro de Grahame Greene, uma viagem no Expresso do Oriente, de Ostenda a Constantinopla. Já se vislumbra um espião. E se há espião...
quinta-feira, 16 de abril de 2015
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