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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Doçaria tradicional - 15


Os Sidónios, bolinhos de gila, amêndoa, ovos e açúcar, são oriundos de Caminha e simbolizam o caixão de Sidónio. Quem os confecionou e imaginou devia apreciar o Presidente-Rei... 
Sidónio Pais nasceu em Caminha em 1 de maio de 1872 e foi assassinado há 99 anos na estação do Rossio. 

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Baba au rhum

Há dias, o Luís falou aqui da exposição «Roi Stanislas, duc de Lorraine: roi jardinier, roi gourmand». Tenho andado à caça de informações sobre esta mostra, mas sem grande sucesso. Mas fiquei a saber que o rei da Polónia foi o inventor do meu amado Baba au rhum. Tendo achado o kougelhopf muito seco, pediu que lho regassem com Tokay, depois substituído (e bem!) por rum.

https://www.atelierdeschefs.fr/fr/recette/4784-baba-au-rhum.php
http://arctic-revenge.tumblr.com/post/76120028023/french-pastries-and-dessert-part-two-part

Este deve ser bom, com esta injeção de rum. :)

terça-feira, 23 de agosto de 2016

À hora do lanche

http://camipao.com/portfolio/jesuita/

Sai um jesuíta para A. H. de O. M., que os apreciava. Eu também, mas destes com esta capa de açúcar e canela. Agora vendem para aí umas contrafações muito mal amanhadas.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Onde se come o melhor pastel de nata

Em resposta à nossa MR, o melhor pastel de nata come-se na Chique de Belém (Rua da Junqueira, 524, Lisboa), a vencedora do concurso destinado a esta iguaria, integrado no Festival do Peixe realizado em Abril último. A Pastelaria Cristal (também na capital) e a Pastelaria Alcoa, em Alcobaça, ficaram em 2º e 3º lugares, respectivamente.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Dalloyau 2011

Tal como em anos anteriores, é chegada a altura de mostrar o tronco de Natal da casa Dalloyau, uma das mais antigas e requintadas de Paris. Este ano reina a framboesa. Como os olhos também comem, aqui fica o sítio : http://www.dalloyau.fr/. Tanta coisa boa...

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Blogues - 5


Este bolo de chocolate e beterraba é uma das muitas iguarias que podemos encontrar no Flagrante Delícia, o blogue da Leonor de Sousa Bastos que trocou o Direito pela pastelaria.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Novidades - 96 : Doce Lisboa

Não podia ter sido lançado em melhor altura este "compêndio" da história e respectivas especialidades das melhores pastelarias de Lisboa: o São Marcos do Galeto, o bolo de arroz da Confeitaria Nacional, os pingos de tocha da Mexicana, as parras da Carcassonne, as rolhas da Bénard e a pirâmide d' A Tentadora.
A autoria é da fotógrafa Clara Azevedo e do designer Luís Garrido.

- Doce Lisboa- guia e receitas das melhores pastelarias, QuidNovi, 150p, €24.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A história do "baba au rhum"







Pese embora a existência de várias teorias, a maior parte dos historiadores destas matérias atribuem a criação do baba au rhum a Estanislau Lecszynski, rei exilado da Polónia, duque de Lorena e sogro de Luís XV de França. E a base desta deliciosa sobremesa terá sido o kouglof, bolo presente em várias regiões da Europa Central com diversos nomes, e que Estanislau achava demasiado seco ( é a primeira das imagens que vemos supra) , tendo-se habituado a "regar" o kouglof com rum e dizendo : " C' est Ali Baba au rhum ! "
E é precisamente pela mão do pasteleiro de Estanislau, Stohrer, que nasce o baba como o conhecemos. Instalado em Paris em 1725, numa pastelaria perto das Halles que ainda hoje existe, o grande pasteleiro tem a ideia de vender mini-porções do bolo "coroado" com chantilly. É pois na montra da pastelaria Stohrer que se vê pela primeira vez o baba au rhum tal como o conhecemos.
A receita espalha-se pela Europa e dá origem a várias versões tal como ainda recentemente tive o prazer de comprovar em Nápoles. E as apresentações vão variando também com o tempo conforme se vê pelas imagens acima.
Escusado será dizer que se trata de um dos meus bolos de pastelaria preferidos. E quem for a Paris pode visitar a pastelaria onde ele nasceu: Stohrer, rue Montorgueil, 51, 75002 Paris.


Dedicado à nossa M.R., também apreciadora dos baba au rhum.