Júlio merecia um cartaz mais apelativo para esta exposição que está no Museu Francisco Tavares Proença Júnior, em Castelo Branco até 7 de abril e que a Maria foi visitar e nos enviou umas fotos.
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sábado, 9 de março de 2024
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022
Inquieta Ansiedade: Obras da coleção Rui Victorino
Júlio - Família de saltimbancos, 1931
Esta exposição, que me disseram ser muito boa, está na Fundação Vieira da Silva - Arpad Szenes até 8 de maio. Ler aqui.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Acasos felizes- MNMC
Após a azáfama do Natal, o silêncio, da casa vazia, faz sentir que a magia acabou. Perante a maleita, há que tomar analgésicos. O remédio prescrito foi uma visita renovada ao Museu Nacional de Machado de Castro, à sala da pintura.
Ao chegar ao museu vi que havia uma exposição temporária de "louça ratinha" pratos de faiança de baixo custo, produzida em larga escala em meados do século XIX, para alimentar os "ratinhos", beirões que migravam sazonalmente para o Alentejo.
Na entrada do museu espera-nos um Menino Jesus, século XVIII, da escola de Machado de Castro
A exposição "Pratos Ratinhos" é constituída pelo legado de José Alberto Reis Pereira da colecção de seu pai Júlio Maria dos Reis Pereira, (pintor Júlio/ poeta Saúl Dias)
Prato de faiança de Coimbra, 1830-1860 Prato de faiança de Coimbra 1750-1800
Acasos felizes, na procura da cura encontrei a pessoa de um dos livros que recebi este Natal:
Júlio- Saúl Dias, o universo da invenção.
Levava comigo o livro para folhear durante uma pausa para café no Loggia.
Nos canteiros
riem as flores
e tu passas, entre elas,
também a rir.
Em volta, tudo ri,
e eu sinto-me possuído desse riso.
Cerro os olhos.
Receio que me cegue a luz do Paraíso.
(Riso, p. 197)
Maria João Fernandes, Júlio- Saúl Dias, o universo da invenção. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1984, p. 112
Para terminar a visita aqui fica um detalhe da Senhora da Rosa,
pintura portuguesa do século XV
Boa tarde!:)
sábado, 18 de abril de 2009
SONHO

Desenho de Júlio, da série Poeta.
A tua cara na minha
e eu a ouvir-te falar,
como um longo ecoar,
como um fundo devir…
Como um vago sorrir
após muito ansiar…
Já basta de sonhar,
são quase horas de acordar!
Saul Dias
In: Obra poética. 2.ª ed. aumentada. Porto: Brasília, 1980, p. 235
Há muito tempo que não lia Saul Dias. Ontem, depois de ter lido uma notícia no jornal, resolvi pegar no livro. Escolhi este poema e um desenho dele.
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