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segunda-feira, 6 de março de 2017
terça-feira, 29 de setembro de 2015
sábado, 31 de janeiro de 2015
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
domingo, 1 de junho de 2014
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Salzburgo e o seu festival
Dentro de sensivelmente três horas, subirá ao palco do Grosses Festspielhaus de Salzburgo a ópera Don Carlo de Giuseppe Verdi, talvez o highlight da 93 ª edição do festival desta cidade que decorre até 1 de Setembro. Constitui a mais ambiciosa e complexa obra operática do compositor, baseada no drama Don Karlos, Infante de Espanha de Friedrich von Schiller que pouco se preocupou com a autenticidade histórica dos personagens e factos. A título de exemplo, refira-se que a paixão que o infante vive pela sua madrasta Isabel de Valois no libreto nunca existiu. O verdadeiro Don Carlo, tudo menos esbelto, sofria de graves problemas mentais, talvez derivados do matrimónio praticamente incestuoso entre Maria de Portugal e Filipe II de Espanha. E o personagem de Rodrigo, Marquês de Posa, resulta simplesmente da criatividade fictícia do escritor, dramaturgo e filósofo alemão. Mas foi precisamente esta distância entre realidade e fantasia que permitiu a Verdi dar à luz um trabalho que interliga a esfera política sinistra do século XVI com a privacidade e intimidade dos actores de uma forma tão estreita que nenhuma outra ópera do repertório verdiano alcançou. A multiplicidade das relações humanas do drama junta-se ao ambiente tenebroso que Verdi, desde o primeiro compasso, reproduz na sua abordagem musical.
Salzburgo leva a cabo uma produção grandiosa: mais de 240 figurantes chegam a ocupar o palco. O elenco é "estrondoso": Jonas Kaufmann (Don Carlo), Matti Salminen (Filipe II de Espanha), Anja Harteros (Elisabetta di Valois) e Thomas Hampson (Rodrigo, Marchese di Posa) encarnam os papéis principais, acompanhados pela Orquestra Filarmónica de Viena sob a direcção de Antonio Pappano. A realização cabe a Peter Stein.
A organização do festival decidiu, e muito bem, recorrer à versão original de cinco actos que sofreu várias alterações, mesmo aquando da estreia em Paris a 11 de Março de 1867. Assim, o espectáculo durará cerca de cinco horas. "É uma ópera longa, é verdade. Mas tem de ser assim", justificava Giuseppe Verdi a dimensão da sua obra prima.
Imagens: Jonas Kaufmann, Anja Harteros e Thomas Hampson
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Uma noite na Bastilha...
Dizem que actualmente há muito menos suicídios amorosos do que nas décadas e séculos precedentes. E será raro que uma obra literária cause uma onda de suicídios.Esta noite, numa intersecção entre música e literatura, assisti sob a forma de ópera a um dos mais famosos suicídios literários- o Werther de Goethe adaptado pelo compositor francês Jules Massenet. No protagonista o jovem tenor Jonas Kaufmann, que já tem " visitado " o blogue.
Foi uma excelente noite de ópera, em que os cenários e os outros elementos de cena estiveram à altura das vozes.
Nota alta também para o progrsma ( um verdadeiro tratado no bom sentido ) a preço razoável.
E para aligeirar o tom, termino dizendo que esta noite cumpriu-se um velho adágio: só na ópera é que se morre a cantar e com 30 minutos até ao estertor final...
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Uma sugestão musical - 1
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Jonas Kaufmann uma voz, uma presença
Jonas Kaufmann é uma das vozes de tenor mais conceituadas no panorama musical alemão- e também internacional - contemporâneo. Nascido em Munique em 1966, fez os seus estudos na escola de música dessa cidade, tendo recebido em 1993 o 1º prémio no concurso Nürnberg Meistersinger. Esteve em evidência em interpretações de óperas e em concertos no Metropolitan Opera de Nova Iorque, Opera Nacional de Paris, Lyric Opera de Chicago, na Ópera de Estado de Viena e no Covent Garden.
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