Juan Ramón Jimenez, Platero e Eu. Edição dos Livros do Brasil, sem data, p.18 e 19 Desenhos de Bernardo Marques e tradução de José Bento.
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
21 DE OUTUBRO
21 DE OUTUBRO
Não sois vós, doces, belos ramos
rubros, que vos agitais
ao vento último; é minha alma!
Juan Ramón Jimenez, Antologia Poética. Lisboa: Relógio D'Água, 1992, (tradução de José Bento) p.110.
domingo, 14 de outubro de 2012
"Não era ninguém"
- Não era ninguém. A água. - Ninguém?
Pois não é ninguém a água? - Não
há ninguém. É a flor. -Não há ninguém?
Mas não é ninguém a flor?
-Não há ninguém. Era o vento. - Ninguém?
não é o vento ninguém? - Não
há ninguém. Ilusão - Não há ninguém?
Não é ninguém a ilusão?
Juan Ramón Jimenez, Antologia Poética. Lisboa: Relógio D'Água, 1992, (tradução e notas de José Bento), p. 36
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