Cartaz de Jules Chéret
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sábado, 14 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Lá fora - 64 : Os Jantares de Estado
A exposição patente no Museu Maxim's de Paris mostra a história dos banquetes de Estado, as grandes refeições em honra de ilustres visitantes estrangeiros, designadamente chefes de Estado, através dos menús sempre primorosamente ilustrados ( Mucha, Jules Chéret etc) da colecção Sacré, a maior colecção privada francesa. Acompanhamos a história deste ritual político-gastronómico que evoluiu com os tempos: das duas ou três horas e quase uma vintena de pratos até à Primeira Guerra, passando pelos sete pratos dos deprimidos anos 30 até ao encurtado repasto de 40 minutos e 4-5 pratos da era Sarkozy, mas sempre com o melhor da tradição culinária francesa.- À la table des présidents, Musée Maxim's ( Rue Royale, 3 ), até 28 de Fevereiro.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Lá fora - 39 : Jules Chéret
Jules Chéret, que penso já ter sido falado aqui no blogue pela M.R. , foi um notável pintor, litógrafo e decorador francês, mas é sobretudo conhecido como o inventor do moderno cartaz publicitário. E é esta faceta que é agora mostrada na exposição que lhe é dedicada no Musée des Arts Décoratifs de Paris, onde podem ser vistos muitos cartazes, maquetes, jornais e programas, provenientes do vasto fundo Jean Chéret do próprio museu.E quem é que reconhece o cavalheiro de bengala que está com Chéret na foto acima?
- Jules Chéret- De l' affiche au décor, até 6 de Setembro.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Elysée Montmartre

Adolphe Léon Willette
Cartaz, 1890-1900

Jules Chéret (1836-1932)
Cartaz, 1891
Este cabaré, onde se dançava o cancan, abriu em 1807. Foi aqui que se estreou Louise Weber - a Rainha de Montmartre -, mais tarde, estrela do Moulin-Rouge.
Ficou imortalizado, nas letras, por Zola em A taberna, e, na pintura, por Toulouse-Lautrec.
Em 1900, vítima de um incêndio, foi objecto de uma redecoração. No pós-Guerra foi palco de boxe e wrestling, mais tarde um clube de striptease, sendo actualmente uma casa de espectáculos.

Toulouse-Lautrec - À l'Elysee Montmartre
«A taberna do tio Colombo, ficava situada à esquina da rua Poissoniers, no boulevard Rouchechouart. A palavra DESTILAÇÃO, em letras largas e azuis, apanhava todo o comprimento da tabuleta. À porta em duas meias pipas, viam-se uns loureiros empoeirados. À esquerda da entrada ficava o balcão enorme, com duas fileiras de copos, uma torneira e umas poucas medidas de estanho: e toda a vasta sala era guarnecida em volta, por grandes tonéis pintados de amarelo claro, reluzentes do verniz, com os arcos e as torneiras de cobre cintilantes e cor de ouro. Mais acima, sobre as prateleiras, havia garrafas de licor, compoteiras com frutas, frascos de toda a espécie, muito bem arrumados, ocultando as paredes e reflectindo no espelho que estava colocado por detrás do balcão, as suas vivas cores verde-maçã, ouro pálido e laca suave. Mas o que constituía a curiosidade da casa e que ficava ao fundo, para lá da cancela de carvalho, no pátio de tecto envidraçado, era um aparelho de destilação que os fregueses viam funcionar, com os alambiques de tubagens coleantes e serpentinas que vinham até ao chão, espécie de cozinha do diabo, perante a qual se extasiavam os operários fascinados.»
Emile Zola
In: A taberna. 5.ª ed. rev. Lisboa: Guimarães, s.d., p. 39
www.elyseemontmartre.com/
72 boulevard de Rochechouart
Paris
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