Não sendo um grande fã de Leonardo Di Caprio, tenho de reconhecer a sua transfiguração perfeita em Hugh Glass, o protagonista da história verídica que é a base do filme The Revenant .
Uma história de vingança, mas sobretudo uma crónica da resiliência humana, dos limites do corpo e da mente .
Não pude deixar de me lembrar deste livro de Mestre Pastoureau, que lembra bem como durante séculos o rei dos animais foi o urso, o terrível urso, até que o mais exótico leão tomasse o seu lugar
Finalmente, há que realçar a bela fotografia do filme, digna do Óscar para que está nomeada, que mostra as deslumbrantes paisagens do rio Missouri e das suas longas margens .
Vários prosimetromenistas viram e gostaram, e que a aparente violência do trailer não desmotive os outros :)
Prosimetron
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Leonardo DiCaprio - a nossa nova vinheta
Continuando no estrelato cinematográfico, demos agora a vez a Leonardo DiCaprio, vencedor de um BAFTA como melhor ator e a caminho de um Óscar bem merecido!
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Um quadro por dia - 171
Salvador Dalí, Chevaliers en parade, 1942, óleo sobre tela, col.part.
Foi comprado no leilão da Christie's de Nova Iorque do passado dia 4, por 974.000 euros, pelo actor Leonardo Di Caprio.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Sobre "Inception"

"Inception", o novo filme escrito e realizado por Christopher Nolan (de "Memento", "Batman Begins" e "Batman The Dark Knight"), tem uma classificação entre a audiência da IMDb, a Internet Movie Database, de 9.1. Esta é a classificação mais alta de todos os filmes jamais produzidos, e há apenas três filmes na história do cinema com esta classificação: "O Padrinho" (1972) e "The Shawshank Redemption" (1994) são os outros dois. Apesar de haver um enviesamento para filmes mais recentes, mercê de quem utiliza a base de dados, não deixa de ser um resultado notável, pelo que ontem entrei no Irish Film Institute, comprei um bilhete e fui assistir ao fenómeno.
O filme é criativo, complexo no seu mote de entrar e manipular os sonhos e é visualmente estarrecedor, com efeitos especiais de primeira água; para mim, foi demasiado complexo para um só visionamento; apesar de a estrutura dos sonhos ser lógica, não consegui perceber as motivações subconscientes de alguns dos personagens em vários dos seus sonhos (o ritmo alucinante da acção também não ajuda a pessoas mais lentas como eu). Os diálogos são bem construídos e resultam, não provocam "suspension of disbelief" durante todo o filme.
Os desempenhos são superlativos, sendo que para um blockbuster as estrelas são o supra-sumo do cinema independente, excepto o cabeça de cartaz, Leonardo diCaprio (que vai bem). O filme conta com um leque de excelentes, excelentes secundários:
O filme é criativo, complexo no seu mote de entrar e manipular os sonhos e é visualmente estarrecedor, com efeitos especiais de primeira água; para mim, foi demasiado complexo para um só visionamento; apesar de a estrutura dos sonhos ser lógica, não consegui perceber as motivações subconscientes de alguns dos personagens em vários dos seus sonhos (o ritmo alucinante da acção também não ajuda a pessoas mais lentas como eu). Os diálogos são bem construídos e resultam, não provocam "suspension of disbelief" durante todo o filme.
Os desempenhos são superlativos, sendo que para um blockbuster as estrelas são o supra-sumo do cinema independente, excepto o cabeça de cartaz, Leonardo diCaprio (que vai bem). O filme conta com um leque de excelentes, excelentes secundários:
- Joseph Gordon-Levitt (favorito indie de filmes como "Mysterious Skin", "Brick" ou "500 Days"), que deverá deixar de ter a capa de semi-anonimato que o mundo indie lhe permitia;
- Marion Cotillard, que recebeu a estatueta da Academia com a sua Piaf em "La Vie En Rose";
- Ellen Page, a protagonista de "Juno";
- Tom Hardy, Shinzon em "Star Trek: Nemesis", que entrou em "Marie Antoinette" e "Rocknrolla";
- Pete Postlewaithe, de "Em Nome do Pai", "Os Suspeitos do Costume" e "Romeu+Julieta";
- Tom Berenger, que tinha andado longe do meu radar nos últimos tempos;
- Lukas Haas, o rapazinho de "Witness", com Harrison Ford;
- Dileep Rao, visto recentemente no blockbuster "Avatar";
- e três actores que correm o risco de se tornarem tradicionais de Nolan: Michael Caine, Ken Watanabe (visto no ocidente em "Memórias de uma Geisha" e "Batman Begins") e Cillian Murphy ("Breakfast on Pluto").
Vale a pena ver -- nem que seja para questionar se merece ter a classificação mais alta de toda a história do cinema.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Cinenovidades - 42 : Shutter Island
Mais um encontro entre Martin Scorsese e Leonard Di Caprio na adaptação para cinema de Shutter Island, romance policial de Dennis Lehane ( que escreveu entre outros Mystic River, muito bem adaptado para cinema por Clint Eastwood ) . Os investigadores são interpretados por Di Caprio e Mark Ruffalo, sendo os outros protagonistas os consagrados Sir Ben Kingsley e Max von Sydow. Um policial de cariz psicológico passado nos anos 50. Estreia em Outubro.
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