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terça-feira, 2 de abril de 2024

Marcadores de livros - 2985


Verso e reverso de um marcador; o laço é recortado.


Versos e reversos.
Versos e reversos.




No Dia Internacional do Livro Infantil, com agradecimentos a Monopunts e Pini. 

sexta-feira, 19 de junho de 2020

Leituras na pandemia - 35

RG Livreiros, 2018

Estou, finalmente, a ler este livro com pequenas histórias memorialísticas de Maria João Falcão, passadas na sua Portalegre natal. Fala de livros que também li na infância ou juventude (Dickens, Hector Malot, Salgari), de bichos-da-seda comprados a um sapateiro (eu comprava-os, quando não mos davam, assim como as folhas de amoreira no Mercado de Alvalade), de como as miúdas faziam amigas na escola, perguntando «Queres ser minha amiga?» (também perguntávamos «Queres brincar comigo?»,  que podia representar o início de uma amizade duradoura), e outras histórias em que também revi a minha infância citadina.´Pelo menos a história que dá título ao livro já a tinha lido no blogue O Falcão de Jade.

Tive estes dois livros nestas duas coleções.

«À noite, em casa, no calor da salinha, debaixo do candeeiro com pendentes de vidrinhos, que pareciam talactites verdes, em vez de fazer os trabahos de casa, preferia ler. Tinha um livrinho de Dickens, ou outro que calhasse, e abria-os de vez em quando. David Copperfield, - ou Sem família e Em família, de Hector Malot - faziam-me chorar» (p.56
Eram umas desgraças tais que era só chorar... Mas estes livros formam uma pessoa. 
Eu punha o livro que estava a ler debaixo do livro de estudo e de vez em quando era apanhada. Já me conheciam as manhas.

Obrigada, Isabel!

sábado, 27 de dezembro de 2014

Arrumando livros - 1

Aos dez/onze anos lia livros como estes:
Porto: Civilização, 1961
Li esta coleção - Aventura e História - quase toda, alguns mais de uma vez.

Porto: Civilização, 1963

Como é possível que tenham levado à falência uma editora como a Civilização?!