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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Será que ainda vai parar à minha pilha?

Barcelona: Lumen, 2006

Há dias, ao ver o filme Hannah Arendt, fiquei a saber da amizade entre a autora de As origens do totalitarismo e a escritora Mary McCarthy, de quem li dois livros há muitos anos: O grupo e A gente com quem anda. Penso mesmo que o primeiro foi apreendido. Tendo procurado alguma bibliografia sobre o assunto encontrei uma edição da correspondência entre ambas. Fiquei com vontade de o ler.
A correspondência que a autora de Eichmann em Jerusalém manteve ao longo de 25 anos com Mary McCarthy, constitui um retrato da história e da cultura europeia e dos Estados Unidos desses anos.
Segundo The New York Times, o livro reflete «Um dos diálogos mais inteligentes que teve lugar no século XX» e, de acordo com The Washington Post, é «Um agudo diagnóstico do nosso tempo».